Anais da 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da UFSC 2025

OBS. Os anais são relacionados aos trabalhos apresentados nos estandes da SEPEX. Minicursos e Oficinas são encontrados em certificados.ufsc.br.

Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
Estande Programa de Educação Tutorial - PET - Biologia - UFSC
ResponsávelRenato Hajenius Ache de Freitas
TrabalhoMiolhe: Gênero e sexualidade.
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Renato Hajenius Ache de Freitas - Autor(a)
Isabeli Bonin Távora - Colaborador(a)
Juan Cesar Kochhann Santos - Colaborador(a)
Sabrina Albrecht Kraisch - Colaborador(a)
Victoria Louise Perone Gheno - Colaborador(a)
Giovane Correa de Almeida - Colaborador(a)
Rafael Gustavo de Sousa - Colaborador(a)
Maria Eduarda Silva Varela - Colaborador(a)
Júlia Corrêa Martins - Colaborador(a)
Gabrielle Franzmann - Colaborador(a)
Julia Battisti Santos - Colaborador(a)
DescriçãoO projeto busca levar à comunidade a discussão de temáticas relacionadas à educação sexual, gênero e sexualidade. Sabendo da necessidade e importância de aproximação de jovens e adolescentes com esses temas, o projeto atua principalmente em escolas de ensino fundamental e médio durante o ano letivo, uma vez que, essas temáticas são negligências nos currículos e nos momentos escolares de ensinos público e privado. Os conceitos e temas como gravidez na adolescência, aborto, virgindade, métodos contraceptivos, preservativos, abuso e aspectos de gênero são usualmente discutidos quando é implementados momentos para a discussão saúdavel no ensino básico, mas também, em outras modalidades de ensino. Assim, o projeto visa proporcionar aos adolescentes e jovens uma visão ampla e participativa a respeito da sexualidade, gênero e educação sexual, contribuindo para um maior respeito à diversidade, uma redução de preconceito e discriminações e maior autoconhecimento. Além disso, o projeto MIOLHE constrói momentos de discussão para a comunidade universitária, através de CinesDebates, nos quais são utilizados materiais midiáticos para promover uma discussão respeitosa e sobre temas relacionados com nossos princípios. Junto a isso, a confecção de materiais crítico-pedagógicos referentes à diversidade de órgãos e estruturas anatômicas do sistema urogenital, tais materiais contribuem para promoção de aulas mais dinâmicas que fomentam uma assimilação sobre os conhecimentos e discussões sobre processos fisiológicos. Ainda, de maneira digital, o projeto produz materiais de divulgação científica sobre diversos temas que contemplam a educação sexual, a sexualidade e o gênero. Por fim, espera-se proporcionar um ambiente favorável aos estudantes de forma a deixá-los à vontade para sanar suas dúvidas sobre os temas trabalhados, buscando estimular a autonomia do educando e também direcionando o momento ensino-aprendizagem. Pretende-se também fomentar discussões relacionadas à sexualidade no ambiente universitário e a toda a comunidade em geral. Além disso, é importante destacar que o projeto MIOLHE colabora com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, elaborado pela ONU (Organização das Nações Unidas), principalmente com os eixos de promoção de uma educação de qualidade, igualdade de gênero, redução de desigualdades e promoção de saúde e bem-estar, entre outros. Pois esses objetivos são alcançados por meio de uma comunicação horizontal entre o ambiente universitário com as demais esferas da sociedade, promovendo assim, uma comunidade mais autoconsciente de seus direitos e a defesa deles.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
Estande Programa de Educação Tutorial - PET - Biologia - UFSC
ResponsávelRenato Hajenius Ache de Freitas
TrabalhoSporum: dispersando curiosidades biológicas
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Renato Hajenius Ache de Freitas - Autor(a)
Christian Gabriel Bento - Colaborador(a)
Joao Guilherme Garibotti Goncalves - Colaborador(a)
Ana Luisa Endler de Oliveira - Colaborador(a)
Nathalia Andreu Conrado - Colaborador(a)
Arthur dos Santos Bregue Daniel - Colaborador(a)
DescriçãoO projeto de extensão iniciou em 2010 com o objetivo de trabalhar com divulgação científica. A proposta continua a mesma e vão desde a produção de mídias audiovisuais com entrevistas, animações e filmagens que serão divulgadas em meios eletrônicos, além de organizações de encontros, debates abertos ao público e a publicação de dois livros de curiosidades científicas. No semestre passado, o Sporum pode retosdrnar a atividades presenciais com maior constância, organizando dois cinedebates atuando no evento CEART Aberto à Comunidade, ministrando uma palestra “A Importância da Divulgação Científica para uma Sociedade Sustentável” e também uma estande com material de extensão de alguns laboratórios da UFSC. Neste semestre serão organizados Cinedebates para fins de divulgação científica e o primeiro Festival de Divulgação Científica, trazendo materiais de extensão, ensino, PPCCs e trabalhos de divulgação científica na XXIII Semana Acadêmica de Biologia UFSC, bem como a gravação de vídeos para retomar as atividades em nosso canal do YouTube.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
Estande Programa de Educação Tutorial - PET - Biologia - UFSC
ResponsávelRenato Hajenius Ache de Freitas
Trabalho“Brotar: Educação SocioAmbiental”
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Renato Hajenius Ache de Freitas - Autor(a)
Giovanna Hernandez Garcia - Colaborador(a)
Iaco Marques Rodrigues de Freitas - Colaborador(a)
Emanuelle de Souza Bunzen - Colaborador(a)
Ian Mecking - Colaborador(a)
DescriçãoO projeto “Brotar” aborda a temática "Meio Ambiente" de forma abrangente, debatendo questões relacionadas à sustentabilidade, educação ambiental, conscientização dos alunos como agentes em seu ambiente e a integração do ser humano com a natureza. Este programa está focado na comunidade, especialmente com crianças e adolescentes. Ele realiza ações com atividades e dinâmicas que estimulam a criatividade e a imaginação para desenvolver projetos e soluções relacionados à temática ambiental. Este projeto possui um histórico relevante de atuação com crianças em contextos de vulnerabilidade social, promovendo debates a respeito de questões como insegurança alimentar, juntamente com atividades em hortas comunitárias, promovendo a sensibilização e a identificação do indivíduo com a natureza como agente que fornece aquilo que se precisa para viver. Atualmente o projeto está com um grande enfoque na oficina “A cor da terra: as propriedades construtivas e a pigmentação natural da terra” com o intuito de conscientizar o público sobre a utilização de métodos naturais por meio de pinturas em telas e a fim de demonstrar métodos que não contribuam para a poluição e degradação do meio ambiente, podendo retornar ao seu ciclo natural, utiliza- se de tintas naturais extraídas de solos para a pintura de telas com pessoas de diversas idades, enfatizando o debate sobre o uso de métodos alternativos e despertando o lado artístico de cada indivíduo. Por fim, o projeto tem como objetivos principais: (a) Estimular a consciência das pessoas educandas, incentivando-as a pensar, refletir e agir em prol da cidadania sustentável, promovendo uma compreensão mais profunda do contexto ambiental em que estão inseridas. (b) Promover a construção de valores, conhecimentos e atitudes voltados para a preservação do meio ambiente. (c) Facilitar o desenvolvimento de autonomia, responsabilidade e respeito, de modo que reconheçam seu papel como protagonistas ativos na sociedade em que vivem.(d) Servir como um espaço de capacitação para as pessoas participantes do projeto, incluindo petianas e voluntárias, permitindo-lhes aplicar os conhecimentos adquiridos na academia, com ênfase na adaptação às necessidades específicas do grupo de educandos com o qual trabalham.
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EstandeA Poluição dos Oceanos Começa nas Cidades, Tratamento de Esgoto e Soluções Baseadas na Natureza.
ResponsávelRodrigo de Almeida Mohedano
TrabalhoProjeto de Educomunicação Socioambiental na Lagoa da Conceição
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Rodrigo de Almeida Mohedano - Autor(a)
Descrição
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EstandeA Poluição dos Oceanos Começa nas Cidades, Tratamento de Esgoto e Soluções Baseadas na Natureza.
ResponsávelRodrigo de Almeida Mohedano
TrabalhoProjeto Soluções Baseadas na Natureza para o Tratamento de Esgoto
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Rodrigo de Almeida Mohedano - Autor(a)
Descrição
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeA Resiliência Oculta da plantas da Restinga: Adaptando-se às Marés da Mudança Climática
ResponsávelFernanda Maria Cordeiro de Oliveira
TrabalhoA Resiliência Oculta da plantas da Restinga: Adaptando-se às Marés da Mudança Climática
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Fernanda Maria Cordeiro de Oliveira - Autor(a)
Ana Claudia Rodrigues - Autor(a)
Makeli Garibotti Lusa - Autor(a)
DescriçãoEm um cenário de "Planeta Água", onde a cultura oceânica nos convoca a uma nova relação com o litoral, a preservação da restinga em Florianópolis se torna um imperativo. A cidade, conhecida por suas praias e paisagens, precisa reconhecer a restinga não como um terreno a ser explorado, mas como um elemento-chave de sua própria resiliência. Proteger a restinga é proteger a cidade, seus moradores e a sua identidade. A fragilidade da restinga é intrínseca à sua natureza: o solo arenoso e pobre em nutrientes, somado à alta salinidade e ventos fortes, torna qualquer intervenção humana extremamente prejudicial. A remoção da vegetação para dar lugar a construções destrói a coesão do solo, aumentando a erosão e a vulnerabilidade da costa aos eventos climáticos extremos, como ressacas e elevação do nível do mar. Neste sentido, compreender as adaptações anatômicas de plantas que habitam naturalmente este ecossistema frágil é fundamental. Em seus tecidos, essas plantas demonstram uma resiliência impressionante para lidar com a salinidade oriunda da proximidade com o mar, bem como a escassez hídrica, desafios que se intensificarão com o aumento do nível do mar e do aumento da temperatura global por influência das mudanças climáticas.
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EstandeAções Preventivas e Interdisciplinares para Doenças Hepáticas – APRINDHep
ResponsávelBeatriz Garcia Mendes Borba
TrabalhoAPRINDHep - Ações Preventivas e Interdisciplinares para Doenças Hepáticas
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Beatriz Garcia Mendes Borba - Autor(a)
Beatriz Dutra da Costa - Co-autor(a)
Líris Besen Wolniewicz - Colaborador(a)
Isadora Goncalves Delfino - Colaborador(a)
Barbara Holanda Vieira - Colaborador(a)
DescriçãoO projeto de extensão APRINDHep - Ações Preventivas e Interdisciplinares para Doenças Hepáticas - tem como objetivo promover ações educativas e preventivas voltadas para a saúde do fígado, com foco em doenças hepáticas de grande impacto na saúde pública, como hepatites virais, hepatite tóxica, doença hepática alcoólica, esteatose hepática e cirrose. As atividades são desenvolvidas de forma interdisciplinar, envolvendo docentes, discentes da graduação e pós-graduação e profissionais da saúde. O projeto atua por meio de oficinas, palestras, produção de materiais informativos e ações interativas em eventos comunitários, buscando sensibilizar a população para hábitos de vida saudáveis, diagnóstico precoce e redução de fatores de risco associados às doenças hepáticas. Dessa forma, o APRINDHep contribui para a integração entre universidade e sociedade, fortalecendo a promoção da saúde e a prevenção de agravos.
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EstandeAtividades de pesquisa e extensão desenvolvidas pelos laboratórios de Protozoologia e de Bioinformática da UFSC
ResponsávelPatricia Hermes Stoco
TrabalhoZoonoses: uma visão microscópica sobre doenças transmitidas entre seres humanos e outros animais
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Patricia Hermes Stoco - Autor(a)
DescriçãoDiversos patógenos zoonóticos como os protozoários do gênero Trypanosoma e Leishmania, alvos de estudo do Laboratório de Protozoologia, são parasitos com tamanho numa escala de micrômetros. Apesar de serem visualizados através do microscópico, muitas vezes não fica claro o seu tamanho real em relação ao seus insetos vetores. Portanto, esta atividade pretende abordar a relação entre parasito-inseto vetor através de modelos com tamanho aumentado, que servirão para ilustrar numa escala maior a diferença de tamanho que existe entre essas espécies.
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EstandeBiodiversidade nos Solos: importância nas dunas e nas lavouras
ResponsávelPaulo Emilio Lovato
TrabalhoDiversidade de camarinha (Gaylussacia brasiliensis) e de microrganismos associados nas dunas da Lagoa da Conceição
ÁreaMeio Ambiente
TipoPainel
Autor(es)Anna Flávia Neri de Almeida - Autor(a)
Paulo Emilio Lovato - Autor(a)
Descrição3. As áreas de restinga possuem solos arenosos com baixa fertilidade e capacidade de retenção de água, sendo altamente vulneráveis a perturbações antrópicas, como queimadas e a introdução de Pinus spp. Este estudo investigou os efeitos dessas perturbações sobre as propriedades físico-químicas, microbiológicas e bioquímicas do solo ao longo das estações do ano no Parque Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição, Florianópolis, SC, Brasil. Foram comparadas áreas queimadas (F), invadidas por Pinus (P), com ambas as perturbações (PF) e uma área controle (N). Solos queimados apresentaram maior pH, condutividade elétrica e matéria orgânica, devido ao aporte de cinzas, enquanto áreas com Pinus spp. exibiram menor atividade enzimática e hidrólise de diacetato de fluoresceína (DAF), associadas à alta relação C/N da serapilheira. A sazonalidade influenciou a atividade enzimática, reduzida nos períodos mais quentes devido à menor umidade do solo. A diversidade fúngica endofítica de Gaylussacia brasiliensis foi analisada, identificando-se 1.163 táxons no nível de ASV, com maior riqueza fúngica em áreas perturbadas, favorecendo fungos saprofíticos e resistentes ao fogo, como Penicillium, Fusarium e Mortierella. A diversidade foi mais equilibrada em áreas regeneradas após queimadas, e maior no inverno. Fatores edáficos, como pH, cálcio e magnésio, influenciaram a estrutura da comunidade fúngica. Os resultados ressaltam a importância de considerar fatores históricos e sazonais na gestão dos ecossistemas de restinga e a necessidade de estratégias específicas para mitigar os impactos das queimadas e da invasão por espécies exóticas. O exame microscópico mostrou que as raízes finas (hair roots) de G. brasiliensis tem uma estrutura simples, composta por epiderme, endoderme e estela central. A ocorrência de micorrizas ericóides é indicada pela presença de hifas nas células epidérmicas. As raízes secundárias apresentam apenas xilema secundário e córtex, e as raízes finas mostram colonização fúngica em suas seções transversais, com hifas degradadas ou íntegras. A microscopia eletrônica de transmissão revelou detalhes da interação entre hifas e células epidérmicas, incluindo a penetração das hifas. As raízes finas, em contato direto com o solo, atuam na absorção de nutrientes, enquanto as raízes secundárias e principais têm um papel mais relacionado ao transporte. A colonização micorrízica é exclusiva das raízes finas. A presença de ascomicetos e basidiomicetos nas raízes finas pode indicar uma estratégia de sobrevivência fúngica. A ressíntese da associação das raízes com fungos selecionados está em andamento e envolverá análises microscópicas. A análise molecular preliminar baseada em marcadores AFLP indicou baixa diferenciação entre as populações da Lagoa da Conceição, em Florianópolis e a Serra do Tabuleiro, no município de Palhoça. A análise de Variância Molecular sugere que a diversidade é basicamente encontrada dentro das populações. Uma análise multivariada demonstrou que alguns indivíduos de ambas as populações são mais diferenciados
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EstandeCentro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina- CIATox/SC - As mudanças climáticas impactam nos registros de acidentes por animais peçonhentos?
ResponsávelClaudia Regina dos Santos
TrabalhoCentro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina- CIATox/SC
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Claudia Regina dos Santos - Autor(a)
Taciana Mara da Silva Seemann - Co-autor(a)
Deonizio Gercy Bento - Colaborador(a)
Neide Koehntopp Vieira - Colaborador(a)
DescriçãoO Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina é um serviço que funciona 24h, todos os dias da semana. Sua atuação está relacionada a repassar informações tanto a profissionais da saúde, quanto a população em geral nos casos de suspeita de intoxicação e acidentes por animais peçonhentos. Com 41 anos existência atendente através de um 0800 (08006435252) e de forma presencial os pacientes atendidos no HU/UFSC-Ebserh Assim, com este espaço o objetivo é apresentar a comunidade o CIATox/SC , destacando o papel do Centro e o serviço que ele oferece, para que as pessoas procurem pessoalmente ou por telefone para o CIATox/SC quando necessitarem. Além disso, divulgar o trabalho que pode ser feito junto às escolas na área de prevenção de acidentes tóxicos. Divulgar para a comunidade científica e toda a população o trabalho de ensino, pesquisa e extensão realizado pelo Centro. Difundir as informações sobre prevenção de acidentes toxicológicos através da distribuição de folhetos, folder e cartazes para a comunidade em geral.
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EstandeCentro de Referência Paralímpica CDS UFSC
ResponsávelLuiz Guilherme Antonacci Guglielmo
TrabalhoCentro de Referência Paralímpica CDS UFSC
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Silvia Simoni - Autor(a)
DescriçãoDivulgação de projeto que fomenta o esporte, da iniciação ao alto rendimento, para pessoas com deficiência
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EstandeClima e Meteorologia
ResponsávelRenato Ramos da Silva
TrabalhoCiências Atmosféricas na Escola
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Renato Ramos da Silva - Autor(a)
DescriçãoProjeto de extensão que tem como objetivo a divulgação científica nas escolas.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeCoordenação Geral da 22ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC - SEPEX 2025
ResponsávelCamila Pagani
TrabalhoCoordenação Geral
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)
Descrição
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeCoordenação Geral da 22ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC - SEPEX 2025
ResponsávelCamila Pagani
TrabalhoCoordenação Geral da SEPEX 2025
ÁreaComunicação
TipoOutro
Autor(es)Camila Pagani - Autor(a)
Descrição
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeCoordenação Geral da 22ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC - SEPEX 2025
ResponsávelCamila Pagani
TrabalhoCoordenação Gerla
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)
Descrição
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EstandeDa equação de Schroedinger à equação de Klein Gordon para núcleons no núcleo
ResponsávelAlexandre Magno Silva Santos
TrabalhoDa equação de Schroedinger à equação de Klein Gordon para núcleons no núcleo
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Amadeus Dal Vesco - Autor(a)
Alexandre Magno Silva Santos - Co-autor(a)
DescriçãoEste trabalho de iniciação científica tem como contexto os esforços para a compreensão do comportamento da matéria nuclear sob condições extremas, tais quais previstas em estrelas de nêutrons. Em seu estado da arte, o mais próximo que se chega quanto a uma modelagem quantitativa envolve Física Nuclear e nela, a descrição das partículas componentes como objetos quânticos, cuja dinâmica se descreve pela equação de Schrödinger. O objetivo deste trabalho é apresentar a transição desta última, fundamental na mecânica quântica não relativística, para a equação de Klein-Gordon, que incorpora a relatividade de Einstein e permite descrever partículas massivas em altas energias. Para isso, estudam-se modelos da estrutura da matéria, como o Modelo Simples do Deuteron na formulação da Mecânica Quântica, e o Modelo de Walecka na formulação da Mecânica Quântica Relativística, nos trará conhecimentos importantes acerca de como funciona o átomo. A motivação surge da limitação da equação de Schrödinger em sistemas nucleares, onde prótons e nêutrons, os núcleons, interagem sob forças intensas e apresentam energias comparáveis à sua própria massa. A partir de uma revisão teórica, analisamos como essa generalização relativística se torna essencial para compreender a dinâmica dos núcleons no núcleo atômico. Os resultados estão presente na compreensão da teoria bem como na obtenção de resultados numéricos a partir da linguagem de programação Fortan, os quais contribuem para o entendimento da estrutura da matéria nuclear, com aplicações que vão desde colisões de íons pesados até a Astrofísica de Estrelas de Nêutron
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EstandeDireito Humano à Alimentação Adequada e Políticas Públicas
ResponsávelMaria Cristina Marcon
TrabalhoDireito Humano à Alimentação Adequada e Políticas Públicas
ÁreaDireitos Humanos
TipoPainel
Autor(es)Cristine Garcia Gabriel - Autor(a)
Elizabeth Nappi Corrêa - Autor(a)
Gabriele Rockenbach - Autor(a)
Janaina das Neves - Autor(a)
Claudia Soar - Autor(a)
Maria Cristina Marcon - Autor(a)
DescriçãoQueremos utilizar o espaço para tornar pública a existência e as atividades realizadas por três grupos vinculados ao Departamento de Nutrição, que atuam como referência local e nacional em ações de ensino, pesquisa e extensão na área de políticas públicas que visam promover a Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), a saber: 1) A Teia de Articulação pelo Fortalecimento da Segurança Alimentar e Nutricional (TearSAN), com o desenvolvimento de pesquisas de alcance nacional e ações de extensão relacionadas às agendas federal e municipal de desenvolvimento social e da saúde, tendo como foco produzir e disseminar conhecimentos que promovam a SAN de forma equânime a toda a população brasileira em conjunto com o projeto de extenso 2)Assessoria permanente ao Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Florianópolis; 3) O Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição do Escolar da Universidade Federal de Santa Catarina (CECANE/UFSC), projeto de extensão que tem por objetivo prestar apoio técnico e operacional aos municípios e estado catarinense na gestão do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), por meio do desenvolvimento de atividades de assessoria técnica, formação, pesquisas e produção de materiais de orientação, voltados ao aprimoramento do Programa; e 4) o EAN Escolar, que é produto do projeto "Fortalecimento da Educação Alimentar e Nutricional no Ambiente Escolar: Ações Multidisciplinares e Intersetoriais”, o qual tem como objetivo qualificar o debate sobre Educação Alimentar e Nutricional (EAN) enquanto estratégia para a garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA).
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeDiversidade e Conservação de Insetos
ResponsávelMalva Isabel Medina Hernandez
TrabalhoDiversidade e Conservação de Insetos
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Malva Isabel Medina Hernandez - Autor(a)
Beatriz Wollinger Delfino - Colaborador(a)
Carol Neves Ananias - Colaborador(a)
Poliana Matos Floriano - Colaborador(a)
Cecilia Dias da Silva - Colaborador(a)
Aline de Oliveira Albuquerque da Silva - Colaborador(a)
Luna Vedana Devos - Colaborador(a)
DescriçãoOs insetos são os organismos mais diversos no planeta, que evoluíram em uma infinidade de formas, cores e tamanhos. As diversas espécies podem se alimentar de vegetais, de outros animais, de fungos ou detritos, podendo ser de atividade diurna ou noturna, desempenhando importantes funções ecossistêmicas, como dispersão de sementes, polinização, ciclagem de nutrientes e são fonte de alimento para muitos animais. Mas existe pouca empatia das pessoas frente esses organismos, aumentada pelo desconhecimento. Assim, a educação ambiental é fundamental para auxiliar na conservação das espécies e para a construção de uma sociedade mais sustentável.
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EstandeEbó Epistêmico nas escolas: oficinas de letramento racial para estudantes, docentes e gestores
ResponsávelAlexandra Eliza Vieira Alencar
TrabalhoEbó Epistêmico nas escolas: oficinas de letramento racial para estudantes, docentes e gestores
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Alexandra Eliza Vieira Alencar - Autor(a)
Flavia Medeiros Santos - Co-autor(a)
Thaina Castro Costa Figueiredo Lopes - Co-autor(a)
DescriçãoO termo "Ebó", em Língua Yorubá, significa "oferta". Ao combiná-lo com o adjetivo "epistêmico", expressamos nossa intenção de oferecer ao mundo uma abordagem que seja ética, política e epistêmica ao mesmo tempo, reunindo saberes diversos, afirmativos, contestadores e críticos da realidade social. O objetivo é combater o racismo epistêmico, os colonialismos do pensamento e o epistemicídio dos conhecimentos negros e indígenas, promovendo ações de construções do conhecimento inclusivas, plurais e comprometidas com a transformação social. Para tanto desde 2022 nosso objetivo dentro de outras ações do projeto é ofertar oficinas de letramento racial para instituições de ensino, prioritariamente da rede pública, atingindo discentes, docentes e gestores das comunidades escolares. Tal oficina é ministrada por pesquisadores/as de nossa equipe a qual se inserem professoras, graduandos e pós-graduandos da Antropologia, Museologia, Ciências Sociais, dentre outras formações da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As oficinas sempre resultam em produções de materiais que são posteriormente divulgados nas redes sociais do projeto, bem como na Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex) da UFSC.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeEducação para a dignidade menstrual: práticas e experiências da equipe sul no Projeto MEInstruAÇÃO
ResponsávelLitiane Barbosa Macedo
TrabalhoPedagogia Crítica de Línguas e Letramento Menstrual Crítico: Uma análise de materiais didáticos em sala de aula de língua inglesa
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Priscila Fabiane Farias - Autor(a)
DescriçãoO material desenvolvido pela Equipe Sul do Projeto MeInstruAção, que aqui será discutido, surge como uma proposta pedagógica a fim de promover reflexões significativas no ambiente escolar sobre a temática da menstruação. Integrado ao componente curricular de Língua Inglesa no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio, este material busca criar espaços de diálogo respeitosos e críticos sobre a saúde e dignidade menstrual, por meio de atividades interativas e contextualizadas que visam o desenvolvimento de consciência crítica e linguística.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeEducação para a dignidade menstrual: práticas e experiências da equipe sul no Projeto MEInstruAÇÃO
ResponsávelLitiane Barbosa Macedo
TrabalhoPROJETO DE EXTENSÃO “MEINSTRUAÇÃO” NA REGIÃO SUL: RELATOS AUTOETNOGRÁFICOS SOBRE A FORMAÇÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO MENSTRUAL CRÍTICA
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Litiane Barbosa Macedo - Co-autor(a)
DescriçãoO Projeto de Extensão MEInstruAÇÃO, coordenado nacionalmente pela profa. Maria Carmen Aires Gomes (CEAM/AFECTO/LabEC/UNB), promove o letramento crítico em educação menstrual, integrando saúde, meio ambiente e ciências, com foco na dignidade menstrual. Na região Sul, o projeto é desenvolvido pelas professoras Litiane Barbosa Macedo (UFSC/PPGI/DLLE) e Priscila Fabiane Farias (UFSC/PPGI/MEN), com a participação da bolsista Keyla Patrícia Gomes de Carvalho (CNPq/FAPDF) e das voluntárias Ana Luíza Rodrigues Custódio, Ana Carolina Conradi da Silva, Barbara Azevedo Harris e Maria Júlia de Oliveira. A equipe atua no Colégio de Aplicação da UFSC, com estudantes do ensino fundamental II e médio, por meio de rodas de conversa e atividades lúdicas e interdisciplinares sobre precariedade menstrual, tecnologias de cuidado, descarte consciente e estigmas culturais, em parceria com docentes de diferentes áreas. Em 2025, foram realizadas ações com professores de Inglês, explorando expressões idiomáticas relacionadas à menstruação para refletir sobre tabus linguísticos. Também foram produzidos materiais didáticos — como jogos, cartazes e postagens — voltados a outras disciplinas e turmas, incentivando a escuta ativa e a reflexão coletiva. Como parte da formação, duas bolsistas e a coordenadora produziram relatos para uma pesquisa autoetnográfica com o intuito de compreender o impacto do projeto em suas trajetórias docentes.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeEducação para a dignidade menstrual: práticas e experiências da equipe sul no Projeto MEInstruAÇÃO
ResponsávelLitiane Barbosa Macedo
TrabalhoRelato de Experiência: ações da equipe sul do projeto MEIstruAÇÃO.
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Litiane Barbosa Macedo - Autor(a)
Priscila Fabiane Farias - Autor(a)
DescriçãoO presente relato busca discutir as ações da equipe sul do Projeto MEInstruAÇÃO no ano de 2024. Neste sentido, discorreremos brevemente sobre aspectos gerais do projeto, de maneira a apresentar uma contextualização inicial da equipe Sul. Em seguida, apresentamos um detalhamento de aspectos experienciais e realizações conduzidas pelo grupo da região sul pertencente ao projeto. As ações desenvolvidas basearam-se na formação pedagógica/técnica das integrantes do projeto através de reuniões periódicas, estudos e leituras sobre aspectos centrais da temática do projeto. Realizamos, também, um levantamento de informações preliminares sobre ações já feitas sobre a temática no estado de Santa Catarina, o que nos proporcionou analisar as possibilidades e lacunas para atuação do projeto no contexto escolar na região da Grande Florianópolis. Partindo desta perspectiva, a próxima etapa resumiu-se à definição de escolas para atuação do projeto e aproximação ao contexto escolar de atuação. A equipe sul, portanto, se encontra em fase de construção coletiva com a escola escolhida (Colégio de Aplicação/UFSC) das ações de práticas pedagógicas voltadas à dignidade menstrual a serem executadas no ano de 2025.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeEMEB/UFSC - Estação de Maricultura Elpídio Beltrame
ResponsávelCibele Tesser da Costa
TrabalhoLaboratório de Camarões Marinhos (LCM)
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Claudia Machado - Autor(a)
Frank Belettini - Autor(a)
Walter Quadros Seiffert - Autor(a)
DescriçãoCom a missão de contribuir para o desenvolvimento do cultivo de camarões marinhos através do fomento, da geração e da transferência de conhecimento tecnológico, visando a melhoria da qualidade de vida, o Laboratório de Camarões Marinhos (LCM, UFSC) completa 40 anos neste ano de 2024. Em toda sua trajetória, vem se destacando Nacional e Internacionalmente como um laboratório de excelência neste campo de conhecimento. A inovação sempre foi uma característica forte das pesquisas desenvolvidas pelo LCM e na atualidade, com finalidade de fomentar uma atividade Aquícola responsável, busca pela melhoria contínua através do desenvolvimento científico e tecnológico que auxilie no uso racional dos recursos naturais e matériasprimas. O laboratório dedica-se ao desenvolvimento de pesquisas científicas de ponta nas áreas de nutrição, cultivo de macroalgas, cultivo em Bioflocos, Aquaponia e Cultivos Multitróficos Integrados. O desenvolvimento de novos sistemas de produção com abordagens sustentáveis, com foco na otimização de recursos, como diminuição da emissão de Carbono, redução de uso da água, ciclagem de nutrientes, aumento da produtividade, bioeconomia, entre outros, já fazem parte da realidade do LCM. Já em 2010, iniciou-se a Seção de Macroalgas, dedicada ao cultivo em larga escala e à agregação de valor a espécies de macroalgas com potencial comercial. Essa iniciativa inclui estudos sobre o cultivo integrado com camarões e moluscos, além do desenvolvimento de pacotes tecnológicos e parcerias com produtores locais, oferecendo novas fontes de renda.
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EstandeEMEB/UFSC - Estação de Maricultura Elpídio Beltrame
ResponsávelCibele Tesser da Costa
TrabalhoLaboratório de Moluscos Marinhos (LMM)
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Claudia Machado - Autor(a)
DescriçãoO Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM), criado em 1995, foca na reprodução e produção de formas jovens de moluscos nativos, contribuindo para o fortalecimento da maricultura como atividade econômica em Santa Catarina. O LMM se destaca pela produção anual de cerca de 45 milhões de sementes de ostras nativas e do Pacífico, beneficiando aproximadamente 80 produtores, especialmente na Grande Florianópolis. Em 2009, foi incorporado à Estação o Laboratório de Peixes Ornamentais Marinhos (LAPOM), com foco no desenvolvimento de tecnologias para produção de espécies ornamentais marinhas nativas, especialmente aquelas ameaçadas de extinção. Em 1990, teve início o Laboratório de Piscicultura Marinha (LAPMAR), que ocupou parte da antiga Estação Experimental de Aquicultura da Lagoa da Conceição. Inicialmente voltado ao estudo de duas espécies de robalo, peixes valorizados nos mercados nacional e internacional, o laboratório retomou nos últimos anos pesquisas com a tainha — primeira espécie marinha estudada no Brasil. Ambas representam alternativas promissoras para a diversificação da carcinicultura marinha
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EstandeEmpresa Junior de Ciências Biológicas - Simbiosis
ResponsávelCarlos Jose de Carvalho Pinto
TrabalhoEducação ambiental
ÁreaMeio Ambiente
TipoPainel
Autor(es)Carlos Jose de Carvalho Pinto - Autor(a)
Julia Trojahn Bonfante - Colaborador(a)
DescriçãoDesenvolvimento de atividades de educação ambiental junto a alunos de escolas públicas do município de Florianópolis com limpezas de praias, palestras e workshops.
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EstandeEra uma vez... e a neurociência: estudo da empatia por meio de obras clássicas da literatura.
ResponsávelSamira Schultz Mansur
TrabalhoEra uma vez... e a neurociência: estudo da empatia por meio de obras clássicas da literatura.
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Samira Schultz Mansur - Autor(a)
Laura Rampeloti Alves - Colaborador(a)
Daniela Antônia Ribeiro de Souza - Colaborador(a)
DescriçãoUm clássico da literatura é uma obra que se configura como equivalente para todas as culturas e sempre que efetivamente lida, revela-se nova, inédita e atual. É capaz de provocar uma série de discursos críticos sobre si quando se estabelece uma relação pessoal com o que se lê. Ao estudar a empatia, reportamo-nos aos críticos da arte alemã, já que o termo e sua conceituação surgiu entre psicólogos, filósofos e romancistas da Alemanha no século XIX. Uma das formas de desenvolvê-la é a partir da leitura, desde que haja envolvimento emocional com a história. Os romancistas usaram o termo em alemão Einfühlung para descrever a união do sujeito com o objeto, do homem com a natureza, que capacitou a existência de um valor estético de uma obra de arte. Da tradução da palavra em alemão tem-se 'empatia', a qual é necessária na interpretação de textos, cultura e história. Alguns intelectuais representativos da literatura são os escritores de língua alemã Goethe e Franz Kafka. O objetivo geral deste projeto de extensão é compreender a empatia a partir de obras clássicas da literatura. Os objeticos específicos são desenvolver aspectos emocionais, cognitivos e motivacionais da empatia entre os participantes; entender o significado da empatia e suas bases neurais; conhecer o autor da obra estudada e o contexto da narrativa aplicando-a aos dias atuais. Este projeto iniciou em 2024 com obras de Franz Kafka e, este ano/2025, além de obras do mesmo autor, foram incluídas narrativas de autores que influenciaram o autor, como Johann W. von Goethe e Fiódor Dostoiévski, e que foram influenciados por ele ou foram seus contemporâneos, como Thomas Mann e Jean-Paul Sartre. Os encontros do projeto são presenciais e semanais. Antes dos encontros são sugeridos temas para reflexão relacionadas à obra a serem compartilhados pessoalmente em grupo, bem como enviados materiais que abordam empatia e literatura. É destinado a qualquer interressado em estudo intredisciplinar que envolva neurociência e literatura clássica e tem como requisito a leitura das obras antes dos encontros e a motivação para refletir e falar sobre narrativas clássicas e o comportamento humano. A efetiva participação dos leitores neste projeto a partir da leitura prévia associada à expressão de seus pensamentos durante os encontros, evidencia que a leitura direcionada e partilhada estimula, a exemplo, a comunicação, a identificação, o resgate de memórias afetivas, a interação pessoal e em grupo, entre outros fatores que se afiliam à habilidade empática.
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EstandeExtensão universitária na organização popular e defesa das Unidades de Conservação (UCs) em Florianópolis
ResponsávelBetina Ahlert
Trabalho A participação popular no Complexo Monte Cristo: memória de 30 anos na luta por direitos – Etapa II
ÁreaDireitos Humanos
TipoPainel
Autor(es)Betina Ahlert - Autor(a)
Maria Teresa dos Santos - Co-autor(a)
Nala Ayalen Sanchez Caravaca - Co-autor(a)
DescriçãoO presente projeto tem por objetivo contribuir na construção da memória dos territórios urbanos, com destaque para o Complexo Monte Cristo, favorecendo a democratização das ações desenvolvidas na política urbana na cidade de Florianópolis. As ações desenvolvidas pretendem ainda aprofundar as relações de intercâmbio entre a Universidade e a sociedade civil a partir de quatro principais frentes de trabalho: a) Elaboração de diagnóstico sócio territorial participativo do espaço de vida das famílias e das organizações comunitárias/populares e equipamentos/serviços vinculados à política urbana; b) Levantamento das produções já publicadas sobre o histórico dos territórios; c) Conhecimento sensível dos diferentes subterritórios e contato com lideranças e organizações políticas históricas; d) Produção de conteúdos imagéticos, bibliográficos e audiovisuais. O resultado pretendido é a elaboração conjunta com os diferentes movimentos e equipamentos sociais do território de materiais que possibilitem a sistematização da história da organização política dos sujeitos e ganhos conquistados, subsidiando a formulação de novas ferramentas para a atuação profissional de Assistentes Sociais no campo da Política Urbana.
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EstandeExtensão universitária na organização popular e defesa das Unidades de Conservação (UCs) em Florianópolis
ResponsávelBetina Ahlert
TrabalhoCURSO DE FORMAÇÃO PERMANENTE MOVIMENTOS SOCIAIS E CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS: INTERFACE DAS LUTAS POPULARES
ÁreaDireitos Humanos
TipoPainel
Autor(es)Nala Ayalen Sanchez Caravaca - Autor(a)
Betina Ahlert - Co-autor(a)
Maria Teresa dos Santos - Co-autor(a)
DescriçãoO presente Projeto, de iniciativa do Núcleo de Estudos em Serviço Social e Organização Popular, vinculado ao Departamento de Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina, tem por objetivo qualificar a participação dos segmentos populares nos espaços públicos de decisão e a consolidação da democracia, por meio da realização de um Curso Permanente de Formação Sociopolítica. O público-alvo são os participantes de movimentos sociais, entidades comunitárias, membros de fóruns de políticas sociais, representantes da sociedade civil nos Conselhos de Direito e Gestão das Políticas Públicas e profissionais que trabalham com movimentos sociais. Para tanto, a execução do projeto prevê a adoção de uma metodologia participativa, pautada nos princípios e estratégias da educação popular. O Núcleo, que já desenvolveu, com êxito, desde 2009 edições do mesmo curso, conta com uma rede de colaboradores, dentre docentes da UFSC e UDESC, além de educadores populares e lideranças dos movimentos sociais que contribuirão com a execução da formação. Pretende-se, portanto, obter como resultado deste Projeto, a qualificação de sujeitos coletivos para a construção de estratégias e ferramentas de organização popular, como também a contínua consolidação do Curso de Formação Permanente, tendo por particularidade nessa edição, a interface das lutas populares nas pautas dos movimentos sociais e dos conselhos de políticas públicas. Este projeto como parte de um programa contínuo de formação permanente do NESSOP, tem como horizonte envolver estudantes do Curso e da Pós-graduação de Serviço Social e áreas afins, com ações extensionistas qualificadas, cumprindo um dos deveres fundamentais da universidade pública, sem se desvincular da pesquisa e do ensino da Graduação e da Pós-Graduação.
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EstandeExtensão universitária na organização popular e defesa das Unidades de Conservação (UCs) em Florianópolis
ResponsávelBetina Ahlert
TrabalhoUnidades de Conservação da Natureza: políticas públicas e participação
ÁreaMeio Ambiente
TipoPainel
Autor(es)Aracidio de Freitas Barbosa Neto - Autor(a)
Maria Teresa dos Santos - Co-autor(a)
Tania Regina Kruger - Co-autor(a)
DescriçãoFlorianópolis possui em seu território 22 Unidades de Conservação (UC) (federais, estaduais, municipais e particulares), número considerável, assim como é considerável o volume de área, contudo, o nível de implantação e implementação é baixo. Isso se dá em decorrência de aspectos como o sucateamento dos órgãos públicos, a rotatividade de gestores e interesses especulativos na cidade vinculados ao mercado imobiliário. Por isso, no âmbito da execução das políticas públicas, os Conselhos Gestores são fundamentais, porque seu papel se torna ampliado no acompanhamento da realidade concreta dos territórios e no controle social da política. Contraditoriamente, ao mesmo tempo em que possuem fundamental importância, são instâncias heterogêneas. O projeto tem a intenção de reforçar o fortalecimento da representação popular nos Conselhos Gestores das UC em Florianópolis em parceria com o Associação Coletivo UC da Ilha.
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EstandeFLIPUFSC: FLIPERAMA COMO FERRAMENTA EDUCATIVA PARA ESTUDOS PRÉ-VESTIBULAR
ResponsávelFabrício Herpich
TrabalhoFLIPUFSC: FLIPERAMA COMO FERRAMENTA EDUCATIVA PARA ESTUDOS PRÉ-VESTIBULAR
ÁreaTecnologia
TipoOutro
Autor(es)Fabrício Herpich - Autor(a)
Patricia Jantsch Fiuza - Autor(a)
Luis Antonio Scarabelot Fiabani - Colaborador(a)
Arthur Bauer Cardoso - Colaborador(a)
Diva Moreira de Souza Hennemann - Colaborador(a)
Vitor Hugo Seron de Fraga - Colaborador(a)
DescriçãoO presente trabalho descreve o desenvolvimento e a avaliação do FlipUFSC, um jogo educacional inspirado em fliperamas e concebido como ferramenta de apoio ao estudo pré-vestibular, especialmente direcionado ao Vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O projeto foi estruturado segundo a Design Science Research Methodology (DSRM), ao contemplar as etapas de identificação do problema, definição de objetivos, design e desenvolvimento, demonstração, avaliação e comunicação. O problema central identificado foi a ausência de tecnologias gamificadas que, além de apoiarem a preparação dos estudantes de forma dinâmica, pudessem oferecer um feedback pedagógico aos professores acerca do desempenho discente. A solução proposta resultou em uma aplicação web multidispositivo que integra um ambiente gamificado para os alunos, com questões extraídas de edições anteriores do vestibular da UFSC, e uma plataforma de gerenciamento para os docentes, com funcionalidades para cadastro de questões, criação de sessões de estudo e acompanhamento do progresso dos estudantes por meio de um dashboard. O FlipUFSC foi testado em dois grupos de estudantes vinculados ao curso pré-vestibular gratuito Projeto Educação Solidária (PES/UFSC), totalizando 23 participantes, que realizaram sessões de jogo em laboratório de informática e responderam um questionário de avaliação fundamentado no modelo MEEGA+, amplamente utilizado para análise de jogos educacionais. Os resultados demonstraram elevada aceitação quanto à usabilidade, clareza das regras e relevância do conteúdo, além de percepções positivas sobre a aprendizagem e relatos de que o jogo contribuiu para reduzir a ansiedade típica do período pré-vestibular. Entre os aspectos a serem aprimorados, destacou-se a necessidade de uma maior integração, mediada por docentes, com os conteúdos teóricos vistos pelas turmas e ajustes em elementos de acessibilidade, como a tipografia. O projeto gerou publicações em eventos científicos nacionais e internacionais da área de computação e jogos, assim como encaminhamento para registro de programa de computador junto ao INPI, em parceria com o SINOVA/UFSC. Conclui-se que o FlipUFSC cumpriu seus objetivos ao unir gamificação e ensino pré-vestibular, configurando-se como uma alternativa didática inovadora, dinâmica e engajadora, que pode complementar metodologias tradicionais de estudo ao favorecer a revisão de conteúdos, estimular a motivação dos vestibulandos e apoiar professores na identificação de pontos de melhoria no processo de ensino-aprendizagem.
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EstandeGrupo de Trabalho em Sistemas de Informações Geográficas
ResponsávelClaudio Cesar Zimmermann
TrabalhoMapeamento em SIG dos elementos da rede de drenagem do Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima por meio de equipamentos e técnicas relacionadas à topografia.
ÁreaEducação
TipoModelo
Autor(es)Claudio Cesar Zimmermann - Autor(a)
DescriçãoA drenagem pluvial desempenha um papel fundamental na organização e funcionamento das cidades, sendo responsável pelo escoamento adequado das águas pluviais. Sua importância está diretamente relacionada à prevenção de alagamentos, à preservação da infraestrutura urbana e à proteção da saúde pública. No entanto, no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi observada uma ausência de dados sistematizados sobre a rede de drenagem, que dificulta o planejamento e a execução de ações preventivas, comprometendo a manutenção adequada do sistema. Este trabalho propõe demonstrar a aplicação de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) no processo de manejo das águas pluviais, visando a organização, análise e gestão mais eficiente da infraestrutura de drenagem urbana. A utilização do SIG permite a espacialização dos dados da rede de drenagem, facilitando a identificação de áreas críticas, o planejamento de intervenções e a tomada de decisões técnicas fundamentadas.
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EstandeGrupo do Programa de Educação Tutorial do Curso de Arquitetura e Urbanismo
ResponsávelEduardo Westphal
TrabalhoArquitetura em 3D: explorando o edifício da CELESC
ÁreaTecnologia
TipoMaquete
Autor(es)Eduardo Westphal - Autor(a)
Cristiano Azevedo dos Santos Antonio - Colaborador(a)
Marina Aime Budnikar - Colaborador(a)
Taline Mainês Lüdtke - Colaborador(a)
DescriçãoNesta atividade, o público é convidado a conhecer o edifício sede da CELESC — um ícone da arquitetura moderna em Santa Catarina — por meio de modelos produzidos com impressoras 3D e cortadoras a laser. Inicialmente, a atividade traz maquetes em diferentes escalas: uma que mostra o conjunto do edifício em seu terreno e outra que amplia detalhes construtivos, como os elementos de sombreamento da fachada. Serão exibidos protótipos de teste, revelando os desafios e experimentações do processo. Além disso, o visitante terá contato com peças impressas em escala 1/10 de um fragmento do edifício, desafiando-se a compreender as partes e montar o modelo. Dessa forma, os participantes descobrirão como a fabricação digital pode transformar a forma de entender e ensinar arquitetura.
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EstandeGrupo do Programa de Educação Tutorial do Curso de Arquitetura e Urbanismo
ResponsávelEduardo Westphal
TrabalhoAteliê de In(ter)venções Urbanas
ÁreaCultura
TipoPainel
Autor(es)Rodrigo Goncalves dos Santos - Autor(a)
Leticia Tomaz da Rosa - Colaborador(a)
Nurieli Alves Rodrigues - Colaborador(a)
DescriçãoO Ateliê de In(ter)venções Urbanas é um projeto de extensão vinculado ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC que investiga a relação entre corpo, arquitetura e cidade. O projeto parte da indagação sobre como a experiência corporal pode traduzir práticas urbanas e de que forma a arquitetura pode catalisar a presença do corpo nos espaços públicos. A proposta confronta a lógica da espetacularização urbana, valorizando as práticas ordinárias, os tempos lentos e as errâncias cotidianas como potências para compreender e intervir no espaço urbano. Inspirado nos estudos de Paola Berenstein Jacques e Fabiana Dultra Britto, o projeto adota o conceito de corporações urbanas, como ferramenta crítica e criativa para revelar o que o planejamento urbano tende a excluir. A partir dessa perspectiva, o Ateliê promove intervenções artísticas e urbanas que projetam a imagem pacífica do espaço público, propondo experiências sensíveis que aproximam a universidade da comunidade. A metodologia combina cartografia e caminhadas investigativas, registrando memórias, texturas e reações do espaço urbano. As ações se desenvolvem em dois blocos: mapeamento de lugares associados à água e à memória em Florianópolis; e coletas de texturas urbanas transformadas em experimentações artísticas, inicialmente por meio do frottage, aquarela e cerâmica, e atualmente com a xilogravura, cujo resultado será mostrado em lambes espalhados pela centralidade da cidade. Como resultados, o projeto busca contribuir para o entendimento dos processos urbanos contemporâneos, ampliar o reconhecimento da experiência subjetiva na prática arquitetônica e urbanística e gerar produções culturais que borram fronteiras disciplinares, fortalecendo o diálogo entre arte, arquitetura e vida urbana.
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EstandeGrupo do Programa de Educação Tutorial do Curso de Arquitetura e Urbanismo
ResponsávelEduardo Westphal
TrabalhoDireito à cidade e acesso a terra pública na Grande Florianópolis/SC
ÁreaDireitos Humanos
TipoVídeo
Autor(es)Lino Fernando Braganca Peres - Autor(a)
Luiza Karini Martins - Colaborador(a)
Raissa Kelly Marques Lambert - Colaborador(a)
Luiz Fernandes da Costa Neto - Colaborador(a)
DescriçãoA pesquisa tem como objetivo mapear terras públicas – terrenos e imóveis pertencentes aos três entes da Federação – nos quatro municípios de São José, Biguaçu e Palhoça, na Grande Florianópolis, incluindo a capital, com base na plataforma digital desenvolvida na Dissertação de Mestrado de Umberto Violatto (2024). O mapeamento será disponibilizado em plataforma pública e acessível, de modo a subsidiar programas sociais, como o Minha Casa Minha Vida (MCMV), processos de regularização fundiária e outras finalidades que possam ser discutidas pelas comunidades junto ao poder público. Esta iniciativa responde à urgência de transparência e corresponde ao processo de controle social sobre o patrimônio fundiário, que é da sociedade brasileira. O estudo articula o levantamento dos imóveis públicos com dados do Censo do IBGE (2022) e estatísticas acadêmicas, confrontando-os com as demandas das comunidades de baixa renda e dos movimentos por moradia. As ocupações urbanas, nesse sentido, são compreendidas como expressão visível ou iceberg de uma complexa e histórica problemática urbana e habitacional, em que o déficit habitacional passou a ser estrutural e crescente, agravado pela redução de políticas habitacionais nas últimas décadas. Baseando-se em referenciais como Flávio Villaça, Ermínia Maricato e outros autores de referência, o problema da habitação é situado no contexto da propriedade privada da terra e da lógica de valorização do solo urbano, ressaltando a segregação espacial como mecanismo de dominação social, processo em que o acesso à terra urbanizada é um nó górdio, condição central para o direito à cidade. Também dialoga com análises críticas da política habitacional brasileira, destacando a incapacidade estrutural do capitalismo em prover moradia digna a todos e o papel contraditório do Estado, que reconhece sua obrigação, mas atua de forma insuficiente e privatista. A pesquisa busca dialogar com os usuários coletivos, que são as comunidades de periferia e os movimentos de luta por moradia, sob o método da pesquisa-ação Em síntese, o objetivo dessa investigação é oferecer subsídios tanto para formulação de políticas públicas mais justas quanto para a luta dos movimentos sociais por moradia digna e direito à cidade, tendo como resultado uma plataforma digital acessível dos imóveis públicos das municípios, estado e da União, em que conste informações sobre preço de mercado dos imóveis em articulação com a Planta Geral de Valores, as características urbanísticas (localização e acesso à infraestrutura e serviços) e os cenários possíveis quanto às tipologias habitacionais a serem projetadas nos imóveis identificados.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeGrupo do Programa de Educação Tutorial do Curso de Arquitetura e Urbanismo
ResponsávelEduardo Westphal
TrabalhoRelações entre Densidade Urbana, Conforto Ambiental e Qualidade Espacial
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Rafael Prado Cartana - Autor(a)
Sofia Meira Rosa - Colaborador(a)
Taline Mainês Lüdtke - Colaborador(a)
Thatyara Cristine de Souza Pereira - Colaborador(a)
DescriçãoO crescimento acelerado da população urbana torna evidente a necessidade de repensar o planejamento das cidades, especialmente no que tange à busca por soluções sustentáveis para o ambiente construído. Nesse contexto, a pesquisa desenvolvida investigou parâmetros de conforto ambiental em diferentes configurações urbanas, mantendo constante a densidade, a partir de simulações computacionais. Para tanto, foram elaboradas modelagens paramétricas no Rhinoceros 3D e Grasshopper, integradas ao plug-in Ladybug, que possibilitaram analisar conforto térmico, sombreamento e radiação solar considerando as condições climáticas de Florianópolis. Espera-se que os resultados obtidos contribuam não apenas para aprofundar as reflexões no âmbito das disciplinas projetuais do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSC, mas também para contribuir nos processos de planejamento urbano, fortalecendo o compromisso com o desenvolvimento sustentável das cidades.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeInfâncias, literatura e inclusão: experiências acessíveis no NDI e impactos na formação inicial e continuada de professores
ResponsávelCaroline Machado
Trabalho NDI Comunidade em parceria com instituições federais de Educação Infantil: contribuindo com a formação inicial e continuada de acadêmicos e profissionais da área
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Debora Cristina de Sampaio Peixe - Autor(a)
DescriçãoO Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), unidade de Educação Básica que atende crianças de zero a cinco anos e onze meses, vinculada ao Centro de Ciências da Educação (CED) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), se configura como um Colégio de Aplicação, atuando a partir do tripé ensino, pesquisa e extensão. O presente projeto de extensão (2023/ 2026) visa fortalecer a parceria e a formação docente no âmbito das instituições de Educação Infantil federais e contribuir com a articulação entre a teoria e a prática no âmbito da formação inicial e continuada de acadêmicos de cursos de graduação e pós-graduação voltados para a educação infantil e de profissionais de educação infantil de instituições preferencialmente públicas, a partir de visitas técnicas, com apresentação institucional e tour aos espaços a fim de conhecer o cotidiano do trabalho pedagógico no Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC (NDI/CED/UFSC). Além das visitações, são realizadas formações temáticas ministradas pelo corpo docente da instituição e também envolvendo docentes e pesquisadores de outras instituições públicas. As ações do projeto para a próxima edição (2026) contemplam, dentre outras atividades, formação online com temas candentes à área, em parceria com algumas instituições federais de Educação Infantil, sobretudo outros Colégios de Aplicação, seminário com grupos de pesquisa do NDI e outros CAPs de EI e instituições parceiras convidadas, constituição de um grupo de estudos e pesquisa permanente sobre Formação continuada - GENDICom, além de oferta gratuita de cursos, palestras, oficinas práticas; divulgação no site e redes sociais, além de participação em eventos e publicações. Busca, como resultado, promover reflexões que adensem os conhecimentos na área da Educação Infantil e que contribuam na atuação docente dos sujeitos envolvidos.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeInfâncias, literatura e inclusão: experiências acessíveis no NDI e impactos na formação inicial e continuada de professores
ResponsávelCaroline Machado
TrabalhoEducação inclusiva: saberes e práticas para promoção da equidade e acessibilidade na educação infantil
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Katia de Moura Graça Paixão - Autor(a)
DescriçãoO Projeto de extensão tem como objetivo principal disseminar e promover a cultura inclusiva, ao desenvolver ações didático-pedagógicas e formativas baseadas na diferença e diversidade como características intrínsecas da constituição humana. As ações do projeto têm como principais eixos: I - Disseminação e promoção da cultura inclusiva e o desenvolvimento da educação para as relações étnico-raciais a partir da realização de contação de histórias, rodas de música, Sábado letivo inclusivo, elaboração de materiais e recursos didático-pedagógicos, acessibilidade em vídeos e mas divulgações institucionais, rodas de conversa com as famílias, entre outros; II - Formação inicial e continuada de professores, estagiários e participantes do projeto: para as quais são previstos o planejamento e desenvolvimento de ações como seminários, palestras e oficinas, participação em eventos e divulgação das ações e conhecimentos produzidos, implantação e alimentação do site do projeto, visitas e parceria com instituições, laboratórios, cursos, órgãos da universidade, dentre outros. As ações serão desenvolvidas com profissionais, pesquisadores e acadêmicos de diferentes cursos da UFSC e em parceria com outras instituições, nos diferentes espaços do NDI, como salas de aulas, parques, biblioteca, solários, espaços coletivos e áreas externas da instituição. Além disso, para os encontros de estudo, planejamento e produção de recursos e planejamento, contamos com a sala de reuniões, sala dos profissionais do NDI, acervo de materiais pedagógicos, literários, equipamentos (computadores, impressoras, plastificadora, etc).Espera-se que a cultura inclusiva difundida e vivida nas relações cotidianas e educacionais entre crianças e adultos na educação infantil tenha um papel fundamental no fortalecimento de experiências infantis a respeito do convívio com a diversidade e valorização da diferença. A partir das ações desenvolvidas que envolvem a compreensão, discussão e produção teórico-metodológica sobre educação inclusiva e o público ao qual ela se destina a partir deste projeto, fomentem a elaboração e difusão de práticas pedagógicas inclusivas, acessíveis e alinhadas aos direitos humanos fundamentais. Em relação aos diferentes recursos e materiais e publicações decorrentes do projeto, pretende-se contribuir com a formação de profissionais do NDI e de outras instituições de educação infantil, tendo em vista que as produções estarão disponíveis para acesso no site e para visitação. Levaremos maquetes, jogos e outras materialidades para interação do público
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeInfâncias, literatura e inclusão: experiências acessíveis no NDI e impactos na formação inicial e continuada de professores
ResponsávelCaroline Machado
TrabalhoLiteratura para infâncias de todas as idades
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Caroline Machado - Autor(a)
DescriçãoO Projeto de Extensão Infância e literatura: experiência estética e formação de pequenos leitores é desenvolvido, com diferentes títulos e configurações, no Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI/UFSC) desde 2011 (renovação da ação 202015438). O objetivo central consiste em fomentar a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão a partir de estudos e práticas pedagógicas que tenham como foco a relação entre os temas da infância e literatura, com ênfase nas práticas de mediação de leitura literária. Nessa direção, tem como foco duas principais frentes: a formação de pequenos leitores e a atuação na formação inicial e continuada de professores. Para tanto, o planejamento e desenvolvimento de ações é dirigido às duas frentes supracitadas, por meio de seminários, palestras e oficinas, saraus literários, narração de histórias, Piqueniques Literários, Trajetos Literários, elaboração de materiais didático-pedagógicos, e divulgação das ações e dos conhecimentos produzidos com comunicação em eventos e publicações, na redes sociais do projeto (site e Instagram), dentre outras. Salientamos a parceria com o Grupo de Pesquisa LITERALISE (CED/UFSC) e o Centro de Estudos da Criança (Universidade do Minho/Portugal), na organização de eventos internacionais envolvendo diferentes profissionais da produção, circulação e mediação de livros/literaturas. A articulação com o Grupo Literatura e Design de Artefatos para Crianças e Jovens no Mundo Digital, tem sido também muito profícua, resultando na produção de uma coleção de livros infantis digitais (alguns locativos) - Coleção Livro na Tela -, que conta com 11 títulos que podem ser acessados gratuitamente em nosso site. O projeto está vinculado ao Grupo de Estudos e Pesquisas Infância, Literatura e Educação (NDI/UFSC/CNPq), liderado por esta coordenadora. O grupo, registrado no CNPq em 2021, como consequência do percurso desse projeto que ultrapassa uma década, articula outros projetos em desenvolvimento, como o Grupo de Estudos Infância, Estética e Educação (GEIEE/NDI), ação desdobrada e complementar ao projeto, e duas pesquisas: Mediação de leitura literária e formação de pequenos leitores e Pressupostos teórico-metodológicos para o trabalho pedagógico com crianças de 0 a 3 anos no NDI/UFSC. Espera-se, pela articulação dessas atividades de ensino, pesquisa e extensão, contribuir para a constituição e ampliação de uma comunidade de leitores e mediadores de leitura cuja finalidade é a experiência estética literária. Disponibilizaremos livros, livros digitais, vídeo sobre o projeto, caixas de livros e materialidades brincantes
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EstandeInstituto de Estudos de Gênero
ResponsávelJanine Gomes da Silva
TrabalhoA Arte em Revista Feminista
ÁreaCultura
TipoPainel
Autor(es)Cristina Scheibe Wolff - Autor(a)
Ana Elizabete Nunis Osório - Colaborador(a)
DescriçãoApresenta as capas utilizadas em Florianópolis pela Revista Estudos Feministas, divulgando obras de artistas da cidade e homenageando duas de suas editoras, Mara de Souza Coelho Lago e Zahidé Lupinacci Muzart, que muito trabalharam na busca das obras artísticas e na construção deste conteúdo feminista misto entre imagens e textos.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeInstituto de Estudos de Gênero
ResponsávelJanine Gomes da Silva
TrabalhoDivulgação do Projeto IEG no Observatório da Violência Contra a Mulher de Santa Catarina
ÁreaDireitos Humanos
TipoPainel
Autor(es)Renata Lucena Dalmaso - Autor(a)
Vera Fatima Gasparetto - Co-autor(a)
Evelin Luana Lima Neves - Colaborador(a)
DescriçãoTem como objetivo divulgar pesquisas feitas sobre violência contra a mulher em nosso Estado, bem como os relatórios produzidos e o trabalho conduzido pelo OVM/SC.
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EstandeInstituto de Estudos de Gênero
ResponsávelJanine Gomes da Silva
TrabalhoMulheres catarinenses: histórias e registros
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Luciane Paula Vital - Autor(a)
Anna Julia da Silva Smaha - Colaborador(a)
DescriçãoApresenta arquivos pessoais de mulheres importantes para a história de Santa Catarina, utilizando informações do guia “Arquivos pessoas de Mulheres de Santa Catarina”, disponível no site do CEDOC.
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EstandeInstituto de Estudos Latino-Americanos (IELA)
ResponsávelMaicon Claudio da Silva
TrabalhoAbya Yala (América Latina), esse é teu lugar
ÁreaCultura
TipoOutro
Autor(es)Elaine Jussara Tomazzoni Tavares - Autor(a)
Maicon Claudio da Silva - Autor(a)
DescriçãoQuando em 1492 Cristóvão Colombo chegou a Santo Domingo, pensou estar nas Índias. Mas, o território pisado pelos espanhóis tinha nome e povo. Ali viviam os Caraíba, os Arawak, os Kuna, e eles davam o nome de Abya Yala àquele pedaço de terra, que traduzindo da língua Kuna quer dizer "terra do esplendor". Só que a gente estranha que chegou pelo mar não quis saber da história ou da cultura do lugar. Queriam o ouro, riquezas. Logo souberam que para além das ilhas havia mais terra e povos. Os astecas, zapotecas, mexicas, maias, incas, tupinambás, aymaras, quéchuas, guarani, mapuches e tantos outros. Veio a invasão, o extermínio, o roubo. Depois, com a colonização, Abya Yala foi totalmente dominada por espanhóis, portugueses e ingleses. Virou espaço de exploração. Mas, os povos lutaram e liderados por figuras como Hatuey, Athaualpa, Tupac Amaru, Guaicaipuro, Tupac Katari, Sepé Tiaraju, mancharam essa terra com sangue para defendê-la. Depois, no século XIX vieram as lutas de independência. Simón Bolívar, Juana Azurduy, Sucre, Artigas, todos lutando contra o colonialismo, que foi vencido. Criaram-se as repúblicas e um novo momento surgiu. Apesar disso, hoje ainda vivemos dependentes, num processo de luta que segue. É para mostrar esse mundo e suas lutas que existe o Instituto de Estudos Latino-americanos. Sua missão é estudar o continente e desvelar seus problemas, alavancando um pensamento crítico, anticolonial e antsisistêmico.
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EstandeJardins de Restinga
ResponsávelMichele de Sa Dechoum
TrabalhoAlternativas
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Michele de Sa Dechoum - Autor(a)
DescriçãoTrata-se de um livro que apresenta espécies nativas alternativas a plantas exóticas invasoras comumente observadas no litoral de Santa Catarina. O livro está disponível no Repositório UFSC por meio do link: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/254155
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EstandeJornalismo e Pesquisa em ação - ano 2
ResponsávelFabiana Quatrin Piccinin
TrabalhoFeminicídios na cobertura jornalística: permanências e mudanças em padrões de tratamento
ÁreaComunicação
TipoOutro
Autor(es)Maria Terezinha da Silva - Autor(a)
Thais Araujo de Freitas - Co-autor(a)
Maitê Silveira Cardoso - Colaborador(a)
Raissa da Silva Hubner - Colaborador(a)
DescriçãoA pesquisa acadêmica tem observado e criticado historicamente o padrão de cobertura de assassinatos e outras violências contra mulheres por, entre outros fatores, reafirmar representações que culpabilizam a vítima, negligenciar a dimensão estrutural do problema e aspectos contextuais que permitam compreender a violência de gênero no quadro mais amplo de valores sociais hegemônicos, machistas, patriarcais e/ou sexistas. Nos anos recentes, porém, a visibilidade pública dada aos feminicídios acontece em um contexto onde há uma atuação ainda mais intensa de movimentos sociais, sobretudo feministas e de luta por direitos das mulheres, criação de novas legislações e políticas visando o enfrentamento do problema, além da transformação no ecossistema midiático com variadas práticas comunicativas que tensionam o fazer jornalístico. Considerando o novo cenário, a presente pesquisa propõe analisar coberturas jornalísticas de feminicídios realizadas em diferentes contextos sociais, geográficos, normativo-legislativo e midiáticos, buscando identificar se e em que medida é possível observar mudanças no padrão de tratamento desses crimes, sobretudo no que se refere ao enquadramento do acontecimento, representações de vítimas e de agressores, discussão sobre o problema da violência contra mulheres e valores sociais que alicerçam as interpretações de jornalistas e/ou suas fontes de informação. Se o jornalismo se afirma historicamente como instituição socialmente relevante para a formação da opinião, da cidadania e para o debate público, cabe indagar se e como os relatos que tratam de feminicídios incorporam as demandas de igualdade e de respeito reivindicadas pelas mulheres e/ou seus movimentos sociais, e colaboram para o questionamento de sentidos e de valores que sustentam as violências de gênero contra mulheres. A pesquisa envolve diferentes métodos e análises empíricas de coberturas de mídias jornalísticas de diferentes tipos e abrangências.
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EstandeJornalismo e Pesquisa em ação - ano 2
ResponsávelFabiana Quatrin Piccinin
TrabalhoJogo Municipa 2030 na conscientização dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ÁreaComunicação
TipoOutro
Autor(es)Rita de Cassia Romeiro Paulino - Autor(a)
Roberto Carlos dos Santos Pacheco - Co-autor(a)
Lethicia Fernanda Siqueira da Silva - Colaborador(a)
Nayara Leticia dos Santos - Colaborador(a)
DescriçãoNos últimos anos, o uso de jogos educativos nas escolas tem se mostrado uma ferramenta poderosa e eficaz para engajar os alunos em processos de aprendizagem significativos. O Municipa2030 é um jogo gratuito da categoria Educacional e Jogos Sérios, desenvolvido para promover a conscientização sobre os temas do desenvolvimento sustentável propostos pela Agenda 2030. Essa abordagem não apenas torna o ensino mais atrativo e dinâmico, mas também estimula o desenvolvimento de habilidades essenciais, como colaboração, pensamento crítico e resolução de problemas. O Municipa2030 como instrumento educacional visa aumentar a compreensão dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, conhecidos como ODS, da Agenda 2030.
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EstandeJornalismo e Pesquisa em ação - ano 2
ResponsávelFabiana Quatrin Piccinin
TrabalhoLocalJor — Informação de qualidade para desenvolvimento local e fortalecimento da democracia
ÁreaComunicação
TipoOutro
Autor(es)Andressa Kikuti Dancosky - Autor(a)
Gabriela Bregolin Grillo - Co-autor(a)
DescriçãoO projeto LocalJor — Informação de qualidade para desenvolvimento local e fortalecimento da democracia visa buscar soluções para viabilizar a circulação de informação de qualidade em municípios afetados pela deterioração do jornalismo. Parcialmente financiado pela Fapesc e pelo CNPq, tem o objetivo de responder perguntas que importam a muitas comunidades. Entre elas, o que os públicos esperam de um jornalismo que possa atender a suas necessidades informativas locais. Para buscar respostas, temos como objeto de estudo a cidade de Florianópolis, onde fica a sede da Universidade Federal de Santa Catarina, instituição que sedia os dois programas de pós-graduação a que a pesquisa se vincula — Jornalismo e Sociologia e Ciência Política. A primeira etapa empírica do projeto consiste de uma enquete (survey) representativa da população da cidade, que teve 604 respondentes e abordou os seguintes tópicos: hábitos de consumo do jornalismo; interesse por temas da cobertura jornalística; razões para consumir notícias; o que os públicos valorizam e razões para desistir de ler notícias; sustentabilidade e percepção de influências no conteúdo jornalístico; e engajamento e participação. Na segunda etapa do projeto, em andamento, a equipe vai a campo entrevistar centenas de organizações da sociedade civil de Florianópolis. O objetivo é entender como as entidades avaliam a importância do jornalismo local e, especialmente, como podem contribuir para a qualificação do ecossistema local de informações. O LocalJor é parte de um programa de investigação mais amplo, desenvolvido pelo grupo de pesquisa TransformaJor — Transformações estruturais no jornalismo, registrado no CNPq (transformajor.ufsc.br). Nele, há atualmente também uma outra pesquisa sobre inovações na linguagem do jornalismo científico. Nos dois projetos, o ponto comum é a disposição para a invenção ou a co-criação de inovações capazes de enfrentar os problemas estruturais do jornalismo local. O propósito é que, ao transformar o jornalismo local, podemos desenvolver sociabilidades com potencial para redesenhar relações comunitárias na metrópole.
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EstandeLABHIN - Laboratório de História Indígena
ResponsávelAdriana Aparecida Belino Padilha de Biazi
TrabalhoDiálogos Indígenas em foco: ouvir, ver, sentir falas indígenas
ÁreaEducação
TipoVídeo
Autor(es)Adriana Aparecida Belino Padilha de Biazi - Autor(a)
DescriçãoOs Povos Indígenas e suas ontologias, histórias, culturas e experiências é de suma importância para a compreensão da diversidade cultural e histórica em escala global. No entanto, muitas vezes, as vozes e as experiências dos Povos Indígenas são marginalizadas ou mal representadas. Santa Catarina é território indígena, e a Universidade Federal de Santa Catarina(UFSC) é uma instituição que recebe estudantes indígenas de todo o país. A quem cabe a História Indígena, a partir de seus saberes, oralidade, cultura, língua, grafismos, narrativas e direitos?
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EstandeLABHIN - Laboratório de História Indígena
ResponsávelAdriana Aparecida Belino Padilha de Biazi
TrabalhoENTREMUNDOS: refletindo e colocando em prática o ensino da temática indígena na perspectiva da Lei 11.645/2008
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Adriana Aparecida Belino Padilha de Biazi - Autor(a)
DescriçãoO intuito deste projeto é contribuir para dar visibilidade ao estudo das Histórias Indígenas no Brasil, em especial aos pontos que se destacam sob a Lei 11.645 de março de 2008. O projeto tem por objetivo fazer uma análise sobre o tema que compõe a Lei 11.645/2008, refletindo sobre a educação não indígena, tendo como pressuposto o protagonismo dos saberes e narrativas indígenas. Nesse sentido, produções dos chamados intelectuais indígenas, acadêmicos ou não, e das experiências na educação indígena, são campos potentes de diálogo. Tais objetivos se ancoram no principal documento normativo para a implementação da Lei 11.645/2008, que são as “Diretrizes Operacionais para a implementação da história e das culturas dos povos indígenas na Educação Básica, em decorrência da Lei nº 11.645/2008”. A partir destes pontos, pensar em uma ação de implementação de circulação em maior abrangência da temática indígena assegurado na Lei 11.645/2008, podendo ser estudada e trabalhada pelos professores da rede municipal, estadual e particular de ensino. Buscando compreender mais sobre o que pode ser destacado é implementado na comunidade escolar. Estes desdobramentos das ações a serem trabalhadas se fortalecerá em material didático de uso e de estudo sobre os povos indígenas do Sul do Brasil. Criação de oficinas e de mostra cultural entre outros desdobramentos que seguirá o projeto, construído de forma coletiva, pensando na forma de ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, incentivar a busca pelo conhecimento da diversidade cultural e circulando e se multiplicando saberes e práticas que envolvam a temática indígena da Lei 11.645/2008.
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EstandeLABHIN - Laboratório de História Indígena
ResponsávelAdriana Aparecida Belino Padilha de Biazi
TrabalhoHistória às Margens: geografias políticas mundiais e fronteiras territoriais indígenas entre os Andes e a Amazônia no periodo (pré)colonial e suas repercussões contemporâneas
ÁreaCultura
TipoPainel
Autor(es)Juliana Salles Machado Bueno - Autor(a)
DescriçãoEsta pesquisa tem como objetivo a compreensão do uso da noção de fronteira (Barth 1969) e os seus efeitos no sentido de obliterar as múltiplas e ainda pouco exploradas relações entre as terras baixas da Amazônia e as áreas altas da região Andina, mais especificamente a área localizada atualmente entre as porções leste da Bolivia e do Peru e a Amazônia ocidental brasileira. Nesse sentido, busca fluidificar uma dicotomia instaurada ainda no período colonial entre as chamadas civilizações Andinas e as zonas florestadas das terras baixas, ocupadas por populações indígenas que ficaram conhecidas como ahistóricas, com formas sociais menos estáveis, e cujas formas de organização seriam horizontais, sem a formação de um Estado (CLASTRES 2003). Consolidada no século XX pelas categorias classificatórias de cunho evolucionista promulgadas no Handbook of South American Indians no âmbito da Antropologia, essa ruptura foi decisiva tanto para orientar os recortes acadêmicos posteriores acerca das populações ameríndias, quanto para oficializar uma certa historia destas populações e regiões (Monteiro 1994, Carneiro da Cunha 1992, Almeida 2017, Sposito 2006). Refletir sobre as sobreposições e articulações entre as populações dessas regiões separadas à época da conquista espanhola e portuguesa, pode nos revelar formas de interações interétnicas que vão além das fronteiras sócio-ambientais tão reificadas nas categorizações ocidentais.Os modelos de cultura ocidentais pautados em torno do poder do Estado, da economia agrícola e da materialidade monumental da permanência, reencontrado na noção de Patrimônio Cultural “de pedra e cal” no início do século XX se opunham aqui a transitoriedade dos ritmos da caça e coleta, manejo agroflorestal e construções orgânicas. Para tanto, volto-me para a análise de fontes históricas, arqueológicas e etnográficas que possam fornecer indícios das distintas relações estabelecidas entre as diversas populações indígenas que viviam nesta região extrapolando as fronteiras estabelecidas.
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EstandeLABHIN - Laboratório de História Indígena
ResponsávelAdriana Aparecida Belino Padilha de Biazi
TrabalhoLABHIN: 25 anos de Memória
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Adriana Aparecida Belino Padilha de Biazi - Autor(a)
DescriçãoTendo em vista esta trajetória, este projeto busca dar visibilidade ao acervo e conhecimento produzido pelo LABHIN ao longo de seus 25 anos de atuação através de um projeto de digitalização de todo o seu acervo - etnográfico, audiovisual, oral e bibliográfico - tornando-o acessível a toda sociedade e assim contribuindo para um maior conhecimento acerca das população indígenas, sua diversidade e trajetórias históricas particulares. Objetivos: Digitalizar os acervos do LABHIN produzido ao longo dos seus 25 anos de História na UFSC. Tornar os acervos do LABHIN acessíveis para um maior público. Criar uma memória do LABHIN.
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EstandeLABHIN - Laboratório de História Indígena
ResponsávelAdriana Aparecida Belino Padilha de Biazi
TrabalhoPOR HISTÓRIAS INDÍGENAS PLURAIS: Reflorestando Ações e Saberes de Ensino, Pesquisa e Extensão
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Adriana Aparecida Belino Padilha de Biazi - Autor(a)
DescriçãoSanta Catarina é território indígena, e a Universidade Federal de Santa Catarina é uma instituição que recebe estudantes indígenas de todo o país. A quem cabe a História Indígena, a partir de seus saberes, oralidade, cultura, língua, grafismos, narrativas e direitos? A todos e todas da comunidade acadêmica e até mesmo não acadêmica. É partindo dessa concepção que o objetivo do presente projeto é promover, ampliar e divulgar ações e saberes sobre Histórias Indígenas, a partir de redes colaborativas de pesquisa que envolvam através do Laboratório de História Indígena (Labhin) ações pautadas no tripé da universidade: Ensino, Pesquisa e Extensão. Com um projeto maior que congregará as demais atividades “Por Histórias Indígenas Plurais - reflorestando ações e saberes de Ensino, Pesquisa e Extensão” tem o intuito de se desenvolver em cima dos eixos-atividades: (I) Cine Labhin - projeto de cinema com mostra e discussão semanal de filmes de cineastas indígenas; II) Diálogos Indígenas em foco: ouvir, ver, sentir falas indígenas - promovendo a produção de vídeos para as redes sociais do Labhin (Instagram, Youtube) com um alcance local, regional e nacional; III - [Entre]Redes: reflorestarmentes e oralidades das/nas tessituras do Corpo-Terra - com a produção bimestral de conversações ao ar livre com palestrantes convidados para temas específicos; IV - Artivismo Digital - produção de cards e artes para divulgação no Instagram do Labhin; V - Grupo de Estudos: promoção de aprendizado colaborativo entre os integrantes do Labhin.
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EstandeLABHIN - Laboratório de História Indígena
ResponsávelAdriana Aparecida Belino Padilha de Biazi
Trabalhouyruma.org Museu Digital de História Indígena
ÁreaCultura
TipoPainel
Autor(es)Juliana Salles Machado Bueno - Autor(a)
DescriçãoO intuito deste projeto é contribuir para dar visibilidade a uma escassa ainda que crescente reflexão sobre Histórias Indígenas no Brasil a partir de perspectivas interdisciplinares e colaborativas. Busca-se divulgar os resultados dos esforços de uma rede já existente de colaboração entre historiadores, arqueólogos, antropólogos e mulheres e homens indígenas e ribeirinhos, acerca de passado e presente ameríndio (Machado 2018). É apenas com um maior número e maior diversidade de formas de olhares sobre as histórias indígenas, com uma crescente reflexão sobre nossas atuações como pesquisadores e cientistas e sobre os desafios metodológicos que temos que superar para atingir tais abordagens, que conseguiremos construir um quadro mais simétrico sobre o passado e o presente ameríndio e das sociedades tradicionais e sobre o nosso papel enquanto profissionais que atuam na construção de uma história descolonizante (Bergamaschi 2014; Silva et al 2017; DeSousa Santos 2005). Para o desenvolvimento desta proposta utilizarei a compilação e escrita de biografias de homens e mulheres indígenas (autobiografias contemporâneas das colaboradoras da pesquisa, biografias feitas através entrevistas - presenciais e/ou escritas - com lideranças atuais e através da compilação de fontes etnohistóricas) que serão sistematizadas em um banco de dados digital e divulgados a partir da criação de um Museu Digital de História Indígena. Esta proposta contempla assim ações integradas de pesquisa interdisciplinar e práticas decoloniais colaborativas que focam seu interesse no fortalecimento do diálogo entre produção do conhecimento científico e as formas próprias de ensino-aprendizagem dos povos indígenas e sociedades tradicionais (conforme já praticado pela autora ver Machado 2015). Tais ações serão implementadas através de redes de troca e colaboração já estabelecidas entre a autora e interlocutores indígenas nos últimos dez anos de pesquisa acadêmica e atuação profissional (ver Machado 2019, 2015), sobretudo através do projeto de pesquisa e extensão “Fág.Tar” (www.fagtar.org)
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EstandeLaboratório de Biodiversidade Aquática
ResponsávelBruno Renaly Souza Figueiredo
TrabalhoAmostras de macro e microplásticos
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Bruno Renaly Souza Figueiredo - Autor(a)
DescriçãoO material consiste em uma seleção de macro e microplásticos coletados em campo, que permite aos espectadores observar os resíduos plásticos presentes em corpos hídricos da região de Florianópolis. Os microplásticos serão observados na lupa.
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EstandeLaboratório de Biodiversidade Aquática
ResponsávelBruno Renaly Souza Figueiredo
TrabalhoAquário demonstrativo de eutrofização
ÁreaMeio Ambiente
TipoMaquete
Autor(es)Bruno Renaly Souza Figueiredo - Autor(a)
DescriçãoO material consiste em um aquário com uma mistura de água e espirulina, representando um ambiente aquático eutrofizado. O objetivo do material é ilustrar como a poluição com cinzas e outras matérias orgânicas podem influenciar na proliferação de algas e bactérias fotossintetizantes, desequilibrando o ecossistema. O objetivo do material é servir como auxílio visual para guiar os espectadores na discussão da problemática.
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EstandeLaboratório de Biodiversidade Aquática
ResponsávelBruno Renaly Souza Figueiredo
TrabalhoLupa
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Bruno Renaly Souza Figueiredo - Autor(a)
DescriçãoO material consiste em uma lupa posicionada sobre uma mesa de exposição, onde o público poderá observar amostras de organismos coletados em ambientes de água doce, como insetos e crustáceos aquáticos. O objetivo do material é proporcionar aos espectadores a oportunidade de observar amostras biológicas de organismos aquáticos.
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EstandeLaboratório de Biodiversidade Aquática
ResponsávelBruno Renaly Souza Figueiredo
TrabalhoModelos didáticos 3D
ÁreaMeio Ambiente
TipoModelo
Autor(es)Bruno Renaly Souza Figueiredo - Autor(a)
DescriçãoO material consiste em modelos tridimensionais da biota de águas continentais, representando diversos grupos taxonômicos, dentre eles: macrófitas, peixes, anfíbios e zooplâncton. O objetivo do material é ilustrar os organismos que vivem na água doce, servindo de auxílio visual para os extensionistas conduzirem o público no estande.
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EstandeLaboratório de Biodiversidade Aquática
ResponsávelBruno Renaly Souza Figueiredo
TrabalhoO ambiente aquático antes e depois do fogo
ÁreaMeio Ambiente
TipoMaquete
Autor(es)Bruno Renaly Souza Figueiredo - Autor(a)
DescriçãoO material corresponde a uma maquete tridimensional didática com fins de elucidar os impactos das cinzas oriundas de incêndios sobre os corpos hídricos, contendo uma representação do ambiente aquático antes e depois do distúrbio causado pelo fogo, bem como uma representação do ambiente terrestre adjacente ao rio. O objetivo do material é servir como auxílio visual para guiar os espectadores na discussão da problemática.
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EstandeLaboratório de Biodiversidade Aquática
ResponsávelBruno Renaly Souza Figueiredo
TrabalhoOrganismos aquáticos preservados em álcool
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Bruno Renaly Souza Figueiredo - Autor(a)
DescriçãoO material consiste em uma coleção de organismos aquáticos preservados em álcool, que permite aos espectadores observar os animais pertencentes à biota de corpos hídricos da região
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EstandeLaboratório de Biodiversidade Aquática
ResponsávelBruno Renaly Souza Figueiredo
TrabalhoPlaca metálica interativa
ÁreaMeio Ambiente
TipoPainel
Autor(es)Bruno Renaly Souza Figueiredo - Autor(a)
DescriçãoO material consiste em uma placa metálica com ímãs de organismos aquáticos a fim de representar a cadeia trófica dos ecossistemas de água doce. O objetivo do material é facilitar o entendimento do público acerca das relações entre os organismos nos ecossistemas aquáticos.
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EstandeLaboratório de Células-Tronco e Regeneração Tecidual em ação: ciência que aproxima
ResponsávelTalita da Silva Jeremias
TrabalhoBanners de pesquisas do LACERT
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Talita da Silva Jeremias - Autor(a)
Descrição
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EstandeLaboratório de Células-Tronco e Regeneração Tecidual em ação: ciência que aproxima
ResponsávelTalita da Silva Jeremias
TrabalhoMaquete de células
ÁreaEducação
TipoMaquete
Autor(es)Talita da Silva Jeremias - Autor(a)
Descrição
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EstandeLaboratório de Ecologia Humana e Etnobotânica (ECOHE)
ResponsávelNivaldo Peroni
TrabalhoJogo da domesticação de paisagens
ÁreaMeio Ambiente
TipoMaquete
Autor(es)Nivaldo Peroni - Autor(a)
Isabela da Mota Schroth - Colaborador(a)
Maria Fernannda Eing Torezin - Colaborador(a)
Camila Borges dos Santos - Colaborador(a)
Kamilly Nichellatti - Colaborador(a)
André Ganzarolli Martins - Colaborador(a)
Sofia Pires Vidal - Colaborador(a)
Laura Maciel Moreira - Colaborador(a)
Eduarda Kayser de Azevedo Bastian - Colaborador(a)
Bruna Benazi Vieira - Colaborador(a)
DescriçãoO Jogo consiste em estimular a montagem de uma paisagem cultural envolvendo a escolha de uma diversidade de espécies usadas e manejadas com graus de domesticação distintos.
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EstandeLaboratório de Ecologia Humana e Etnobotânica (ECOHE)
ResponsávelNivaldo Peroni
TrabalhoJogo da pesca artesanal
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Natalia Hanazaki - Autor(a)
Maria Fernannda Eing Torezin - Colaborador(a)
Isabela da Mota Schroth - Colaborador(a)
Bruna Benazi Vieira - Colaborador(a)
DescriçãoTrata-se de um jogo didático, para uso com diferentes idades, que problematiza a importância da pesca artesanal e as capturas incidentais e seus efeitos ecológicos adversos.
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EstandeLaboratório móvel de educação em saúde.
ResponsávelJuliane Araújo Greinert Goulart
TrabalhoLaboratório Móvel de Educação em Saúde
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Juliane Araújo Greinert Goulart - Autor(a)
Karin Silva Caumo - Co-autor(a)
Thais Cristine Marques Sincero - Co-autor(a)
Roberto Ferreira de Melo - Co-autor(a)
Beatriz Garcia Mendes Borba - Co-autor(a)
Tatiana Herrerias - Co-autor(a)
Ziliani da Silva Buss - Co-autor(a)
Heloisa Pamplona Cunha - Co-autor(a)
Dirleise Colle - Co-autor(a)
DescriçãoO curso de graduação em Farmácia foi um dos primeiros cursos a realizar a inclusão da curricularização da extensão. Para isso, foi criada a disciplina obrigatória “Laboratório Móvel de educação em saúde”. A disciplina teve início em agosto de 2023 e tem como ementa: “Conceitos de saúde e de doença. Estudo de doenças de interesse na comunidade e sua relevância clínica. Ações educativas na prevenção de doenças e promoção, proteção e recuperação da saúde na comunidade.” O objetivo da disciplina é: “Oportunizar à população maior acesso a informações relacionadas à saúde e prevenção de doenças através de ações de educação em saúde. Promover o desenvolvimento de habilidades fundamentais à prática profissional farmacêutica.” Assim, os graduandos desenvolveram atividades lúdicas que foram levadas a uma escola pública do município. Após uma visita inicial diagnóstica os alunos elaboraram atividades e materiais educativos para facilitar o ensino-aprendizado nas áreas na Parasitologia Clínica e Bioquímica Clínica. Todas as atividades que foram apresentadas na escola serão levadas para a “Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da UFSC – SEPEX” para que um público maior tenha acesso a todos os materiais educativos desenvolvidos. As ações educativas contribuirão para que conteúdos aprendidos na universidade sejam ensinados pelos graduandos em farmácia na escola e na SEPEX. Assim, após as intervenções de extensão na escola e SEPEX espera-se que as crianças e adolescentes despertem o interesse pela ciência, pela continuidade nos estudos e adquiram conhecimento sobre a prevenção de doenças que são mais importantes na comunidade. Para os graduandos em farmácia espera-se que desenvolvam habilidades de comunicação, consolidem os conhecimentos adquiridos e percebam a importância do farmacêutico na prevenção de doenças e melhoria da saúde da população.
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EstandeLAFIC
ResponsávelJose Bonomi Barufi
TrabalhoAtividades de pesquisa e extensão em ficologia
ÁreaMeio Ambiente
TipoMaquete
Autor(es)Jose Bonomi Barufi - Autor(a)
Leonardo Rubi Rorig - Autor(a)
Carlos Yure Barbosa de Oliveira - Autor(a)
Paulo Antunes Horta Junior - Autor(a)
Descrição
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeLAMAQ – Laboratório de Mamíferos Aquáticos
ResponsávelBianca Romeu
TrabalhoAtividades e pesquisas do Laboratório de Mamíferos Aquáticos
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Fabio Goncalves Daura Jorge - Autor(a)
Paulo Cesar de Azevedo Simoes Lopes - Autor(a)
Bianca Romeu - Colaborador(a)
DescriçãoO Laboratório de Mamíferos Aquáticos (Lamaq) desenvolve pesquisas diversas sobre cetáceos, com o projeto ecológico de longa duração na região de Laguna (SC) com os botos-da-tainha (Tursiops truncatus gephyreus), além das pesquisas de graduação e pós-graduação, nas áreas de ecologia populacional, ecologia trófica, bioacústica, ecologia humana, morfologia etc. O Lamaq também abriga a coleção científica de mamíferos aquáticos da UFSC, com diversas espécimes de golfinhos, baleias e pinípedes. Também são realizadas atividades de educação ambiental, com desenvolvimento de material didático interativo, para explicar sobre mamíferos marinhos e sua importância.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeLEMAT - Laboratório de Estudos de Matemática e Tecnologias
ResponsávelFlavia Tereza Giordani
TrabalhoLEMAT - Laboratório de Estudos de Matemática e Tecnologias
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Flavia Tereza Giordani - Autor(a)
Luciane Ines Assmann Schuh - Autor(a)
Silvia Martini de Holanda - Autor(a)
DescriçãoO Laboratório de Estudos de Matemática e Tecnologias (LEMAT) é um projeto permanente do Departamento de Matemática da UFSC, criado em 1985, com a missão de aproximar a universidade das escolas de ensino fundamental e médio. Ao longo de sua trajetória, o LEMAT tem se destacado como um espaço dinâmico de interação, promovendo o interesse pelas ciências exatas e contribuindo para uma formação matemática mais sólida e de qualidade. As atividades desenvolvidas no LEMAT têm como foco principal estimular o raciocínio lógico, favorecer a construção de estratégias de resolução de problemas e revisar conteúdos escolares de maneira criativa e interativa. Além disso, o laboratório busca integrar diferentes tecnologias ao processo de ensino e aprendizagem, tornando-o mais envolvente, acessível e dinâmico. Uma formação sólida em Matemática se torna cada vez mais imprescindível, especialmente no que tange à inovação e ao desenvolvimento tecnológico, uma vez que a Matemática desempenha um papel fundamental nesses processos. De fato, desde a concepção das ideias até a implementação e a utilização prática no mundo real, cada etapa do processo de inovação se utiliza, em menor ou maior grau, de ferramentas da Matemática. Alguns exemplos incluem: Medicina: técnicas avançadas como tomografia computadorizada, PET scan e ultrassonografia dependem fortemente de modelos matemáticos; Tecnologia e Inteligência Artificial: algoritmos de inteligência artificial e aprendizado de máquina são sustentados por matemática sofisticada; Engenharia: avanços estruturais e tecnológicos ocorrem graças à modelagem matemática; Segurança digital: a criptografia, fundamental na era da informação, é continuamente aprimorada por técnicas da teoria dos números. Além disso, a matemática revela-se uma ferramenta essencial para compreender, prever e propor soluções diante dos desafios ambientais relacionados à água, desde a preservação dos oceanos, a proteção das comunidades costeiras e territórios afetados pelas mudanças climáticas. Na SEPEX, o estande do LEMAT oferece ao público uma experiência interativa e lúdica, combinando jogos tradicionais e recursos digitais para explorar conceitos matemáticos. Entre as atividades digitais desenvolvidas pelo laboratório, destacam-se: Números Mágicos, Copa LEMAT, Jogo da Memória Digital, Círculo Trigonométrico. Essas atividades, aliadas a jogos e materiais manipulativos, oferecem ao visitante a oportunidade de vivenciar a Matemática de modo instigante, ao mesmo tempo em que desenvolvem habilidades cognitivas fundamentais, como abstração, visão espacial, identificação de padrões e capacidade de resolução de problemas.
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EstandeMobilidade Inteligente e Futuro Sustentável
ResponsávelGierri Waltrich
TrabalhoMobilidade Inteligente e Futuro Sustentável
ÁreaTecnologia
TipoOutro
Autor(es)Enzo Schmitt Fiamoncini - Colaborador(a)
Vitória Jung Peretti - Colaborador(a)
Antonio Pedro Comin - Colaborador(a)
Helena Zanella Bello Fialho - Colaborador(a)
Guilherme Lettmann Penha - Colaborador(a)
Isabella Ferreira da Silva Bezerra - Colaborador(a)
DescriçãoMembros responsáveis a coordenar os turnos de trabalho da equipe Ampera Racing a fim de recepcionar os visitantes da Sepex 2025 com informativos sobre tecnologia e oportunidade de vivenciar o carro AMP-225.
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EstandeMulheres e Meninas na Ciência
ResponsávelGabriela Kaiana Ferreira
TrabalhoJogos didáticos: Trilha das Cientistas, Enigma das Cientistas e Quebra Cabeça das Cientistas
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Tatiana da Silva - Autor(a)
Camile Mocellin - Colaborador(a)
Gabriela Kaiana Ferreira - Colaborador(a)
Caroline Conti Floriani - Colaborador(a)
Julia Medeiros - Colaborador(a)
Anna Carolina Momm - Colaborador(a)
Leticia Mello Vieira - Colaborador(a)
DescriçãoO projeto de extensão Meninas na Ciência tem como objetivo estimular o interesse de alunas, mulheres e meninas pelas áreas das ciências exatas, engenharias e tecnologias e incentivar a busca por profissões e carreiras científicas. Durante os anos de 2023, 2024 e 2025, a equipe do projeto se dedicou a desenvolver jogos didáticos - "Trilha das Cientistas", "Enigma das Cientistas" e "Quebra-Cabeça das Cientistas"- que abordam a trajetória de Mulheres na Ciência. "Trilha das cientistas" consiste em conhecer e identificar o perfil de 30 cientistas mulheres que fizeram grandes contribuições em áreas das ciências e tecnologias em diversos lugares do mundo. A dinâmica do jogo consiste em descobrir quem é a cientista a partir da leitura de uma carta contendo até 10 dicas. A cada rodada, uma carta com um novo perfil é sorteada. A/O(s) jogadoras/es recebem dicas sobre o perfil em questão durante a sua rodada. Quanto menos dicas utilizar para acertar, mais pontos irá ganhar. O objetivo do jogo é chegar ao final da trilha do tabuleiro. Pode ser jogado no modo duelo (2 participantes) ou em grupo, evidenciando o caráter interativo do jogo. O perfil de cada cientista - que constituem as dicas nas cartas - foi construído com base nas informações de: nacionalidade e ano de nascimento, área de pesquisa e pioneirismo, contribuições à ciência, prêmios recebidos, desafios enfrentados na sua carreira, entre outros. O tabuleiro do jogo será exposto na forma de painel e estará disponível para o público visitante interagir e jogar. "Enigma das Cientistas" consiste em desvendar enigmas associados a 15 cientistas mulheres que fizeram grandes contribuições em áreas das ciências e tecnologias em diversos lugares do mundo. A sua dinâmica inicia com uma pessoa, designada como narradora, escolhendo um enigma (uma carta) que lê a sua descrição em voz alta. Os outros jogadores deverão fazer perguntas para resolver o enigma. A pessoa narradora só pode responder às perguntas com “Sim”, “Não” ou “Não é relevante”, de acordo com a solução apresentada. A rodada termina quando algum jogador adivinhar a solução que está relacionada com a vida de uma mulher cientista. A cada rodada, um novo enigma é lido. Fica a cargo dos jogadores acrescentar pontuação. Como recurso de acessibilidade, conta com o recurso de audiodescrição das instruções de jogo e de cada carta, identificando o enigma e a solução, que são disponibilizados no site e no canal do Youtube do projeto Meninas na Ciência. O objetivo é que a pessoa ou estudantes com deficiência visual, acesse os áudios indicados na carta “recursos de acessibilidade” e, com o auxílio de fones de ouvido, escute o enigma e a solução da rodada em que narrar. O jogo “Quebra-Cabeça das Cientistas” encontra-se em desenvolvimento e será disponibilizado para os públicos infantil, adolescente e adulto, com graus de dificuldade correspondente a cada nível. Uma primeira versão do jogo elaborado para o nível infantil será disponibilizado no estande. Ele será composto por poucas peças, nas quais a imagem de 5 cientistas poderá montada a partir da orientação disponível nas suas biografias que levará os jogadores a escolherem as peças correspondentes. Com esses três jogos pretendemos contribuir com o objetivo específico do projeto de extensão que consiste em “Problematizar os estereótipos de gênero de modo a combater os preconceitos existentes com relação à presença de mulheres nas carreiras e profissões científicas e tecnológicas”. Com esses três jogos pretendemos contribuir com o objetivo específico do projeto de extensão que consiste em "Problematizar os estereótipos de gênero de modo a combater os preconceitos existentes com relação à presença de mulheres nas carreiras e profissões científicas e tecnológicas.".
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EstandeMulheres e Meninas na Ciência
ResponsávelGabriela Kaiana Ferreira
TrabalhoMeninas Brilhantes: A história de Estrela
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Gabriela Kaiana Ferreira - Autor(a)
Roberta Machado Franco Rodrigues - Colaborador(a)
Erica do Rosário Tischer - Colaborador(a)
Rosa Maria Pereira Miranda - Colaborador(a)
DescriçãoO cenário para as mulheres e meninas nas ciências e construírem uma carreira em STEM é permeado por desafios e obstáculos. Pesquisas evidenciam que as meninas são desestimuladas a se interessarem por ciências já no início da fase escolar por volta dos seis anos de idade, por conta de crenças negativas sobre suas capacidades e expectativas compartilhadas entre amigos e familiares, e também em sala de aula. Nas fases seguintes, as meninas acabam apresentando baixo desempenho em olimpíadas científicas e raramente vemos representantes mulheres nas equipes de competição em alto nível. Por consequência, constatamos o baixo número de alunas mulheres matriculadas em cursos de graduação e pós-graduação em cursos de STEM no país, sendo que, entre os que iniciam estes cursos, a maior evasão é de mulheres. A nível da pesquisa científica e de estímulo a projetos científicos, ainda é pequeno o percentual de bolsas de produtividade em pesquisa atribuídas a mulheres, e projetos coordenados por mulheres recebem menos recursos que os coordenados por homens. Projetos e pesquisas com o objetivo de identificar, valorizar e incentivar a participação de grupos sub-representados em campos das ciências, como é o caso das mulheres e meninas nas ciências, engenharias, tecnologias e matemática, são essenciais para problematizar estereótipos e combater preconceitos com relação à presença e atuação das mulheres nestes espaços, bem como compreender o modo pelo qual o gênero funciona na ciência e na sociedade. Nesse contexto, desenvolvemos um projeto de pesquisa com o objetivo de estudar e investigar histórias de mulheres cientistas na área de STEM, suas contribuições e desafios enfrentados durante suas trajetórias e obstáculos para a ascensão da carreira. Para tanto, elaboramos o livro intitulado "A história de Estrela" que conta a história de uma menina curiosa por assuntos de astronomia, que enfrenta um grande desafio em um projeto escolar de ciências e que encontra inspiração para lidar com eles na trajetória da astrofísica britânica Jocelyn Bell Burnell. Com esse projeto, esperamos contribuir com a divulgação científica, para a conscientização da importância das mulheres para a construção do conhecimento científico, bem como incentivar e estimular o interesse de meninas e mulheres pelas áreas e carreiras em STEM.
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EstandeMulheres e Meninas na Ciência
ResponsávelGabriela Kaiana Ferreira
TrabalhoProjeto de Extensão: Meninas na Ciência
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Gabriela Kaiana Ferreira - Autor(a)
Tatiana da Silva - Autor(a)
Camile Mocellin - Colaborador(a)
Leticia Mello Vieira - Colaborador(a)
DescriçãoO Meninas na Ciência é um projeto de extensão do Departamento de Física da UFSC, criado em 2020, que tem como princípio estimular o interesse de alunas, mulheres e meninas pelas áreas das ciências exatas, engenharias e tecnologias e incentivar a busca por profissões e carreiras científicas. O projeto é coordenado pelas professoras Gabriela Kaiana Ferreira e Tatiana da Silva, conta com a colaboração de bolsistas, voluntárias e convidadas, que desenvolvem uma série de atividades envolvendo divulgação científica, palestras sobre o combate a preconceitos e estereótipos de gênero nas ciências exatas e atividades com alunas da Educação Básica e do Ensino Superior. Neste trabalho apresentaremos algumas das atividades realizadas no projeto, entre as quais: visitas aos laboratórios de pesquisa e ensino da UFSC e a projetos de extensão, palestra com cientistas e professoras, oficinas e minicursos, participação em competições nacionais e internacionais. Para tanto, apresentaremos materiais como fotos, livros, vídeos das atividades realizadas ao longo da história do projeto e apresentaremos trajetórias de mulheres cientistas. A participação na SEPEX é de suma importância tendo em vista o potencial de divulgar o projeto entre meninas e mulheres da comunidade interna e externa à UFSC, contribuindo para a consolidação dos objetivos específicos os quais: "Divulgar entre meninas e mulheres possibilidades profissionais de carreiras nas ciências exatas, engenharias e tecnologias." e "Contribuir para o envolvimento das estudantes em atividades que busquem desenvolver suas habilidades em um espaço que lhe seja assegurado condições de igualdade de gênero.".
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EstandeMUSEU PATRIMONIAL
ResponsávelBrenda Morelli Piazza
TrabalhoMuseu Patrimonial
ÁreaCultura
TipoOutro
Autor(es)Brenda Morelli Piazza - Autor(a)
Ana Paula Alves Soares - Co-autor(a)
Brigida Antonia de Carvalho Vieira - Co-autor(a)
DescriçãoExposição de bens antigos, já utilizados na UFSC, e, partir desses bens, contar um pouco da história da Universidade e da evolução dos materiais. O espaço de exposição dará acesso à comunidade universitária, instituições de ensino da rede básica da região, além da comunidade externa, destacando o caráter educativo, cultural e histórico da gestão dos bens permanentes.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoA PRESERVAÇÃO DOS OCEÂNOS, ANIMAIS E PLANTAS MARINHAS E O REAPROVEITAMENTO (RE-USO) DO LIXO.
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Elaine Kriedte Hubscher - Autor(a)
Regina Helena Seabra - Autor(a)
Alessandra Bonatto - Colaborador(a)
Jaqueline Beatris Scherer - Colaborador(a)
Flaviana Cristina Meneguelle - Colaborador(a)
Fernanda Ravena Moraca Costa - Colaborador(a)
Adelia Domingues Garcia da Silva - Colaborador(a)
Murilo Custodio dos Passos - Colaborador(a)
DescriçãoESTUDANTES EXPOEM SEUS TRABALHOS DE MOSAICOS (ANIMAIS MARINHOS) FEITOS COM TAMPINHAS PLÁSTICAS E FUXICOS (PLANTAS MARINHAS), DESENVOLVIDOS DURANTE AS OFICINAS. TRABALHAR AS QUESTÕES QUE ENVOLVEM O MEIO AMBIENTE, A CONSCIENTIZAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA PRESERVAÇÃO DOS OCEÂNOS E DA VIDA MARINHA E AVALIAR OS IMPACTOS PARA A SOBREVIVÊNCIA HUMANA.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoAtividades Lúdicas no Ensino de Alemão
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Paulo Cesar Maltzahn - Autor(a)
Isadora Mel Silveira Dallmann - Colaborador(a)
Mateus Martins Chagas - Colaborador(a)
Mateus Martins Chagas - Colaborador(a)
DescriçãoAbordagem Comunicativa e Intercultural. Fomentar a sociabilidade, motivação e afetividade na sala de aula de Língua Alemã.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoConhecimento farmacêutico para as pessoas idosas
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Thais Cristine Marques Sincero - Autor(a)
Tainara Vitoria Tonello Gubert - Colaborador(a)
Otavio Wilson Valim - Colaborador(a)
Lucas de Mello - Colaborador(a)
Julia Calori Costa Madeira - Colaborador(a)
Julia Calori Costa Madeira - Colaborador(a)
Gustavo Borges Prazeres - Colaborador(a)
Felipe Augusto Oliveira de Barros - Colaborador(a)
Arthur Nunes Silva - Colaborador(a)
Luiza de Morais Delfino - Colaborador(a)
Ana Carolina Soares - Colaborador(a)
Ana Eduarda Lina Souza - Colaborador(a)
DescriçãoSerão preparadas atividades interativas (jogos, almanaques) para abordar os seguintes temas: 1. Interação Medicamentosa e Uso de Plantas Medicinais 2. Descarte e Armazenamento de Medicamentos 3. Apresentação Interativa e Materiais Lúdicos 4. Combate à Desinformação e Papel do Farmacêutico 5. Organização do Tratamento e Aderência 6. Doenças Prevalentes (Hipertensão e Colesterol) 7. Mitos e Verdades sobre Medicamentos 8. Cuidados com a Memória
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoEnsino de italiano às pessoas idosas
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Marilurdes Aparecida da Costa Garcia - Colaborador(a)
Vera Lucia Milanese - Colaborador(a)
DescriçãoInteragir com o público, através de um banner/cartaz e jogos interativos, utilizando a língua italiana como base.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoExposição de experiência/vivência realizada na orla marítima (Praia do Morro das Pedras) envolvendo práticas corporais com os estudantes da EJA/NETI
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Regina Helena Seabra - Autor(a)
Cristiane de Lima Eidam - Autor(a)
Mateus Junior Fazzioni - Autor(a)
DescriçãoExposição de banner ou similar e realização de questionário e conversa no local. Diagnosticar aspectos de proximidade e acesso dos estudantes da EJA e participantes do evento às vivências/experiências (práticas corporais) no ambiente da orla marítima da Ilha de Florianópolis.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoExposição de Trabalhos e Atividades das Abelhinhas artesãs
ÁreaCultura
TipoOutro
Autor(es)Doris Ruth Molleri Speck - Autor(a)
Maria do Carmo Rodarte de Andrade Vergniassi - Colaborador(a)
Liane Zanella Bordignon - Colaborador(a)
DescriçãoExposição e Comunicação de artesanato do grupo de convivência do NETI-UNAPI
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoNossos lares estão adaptados para o envelhecimento?
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Patricia Biasi Cavalcanti - Autor(a)
Ana Júlia Borges Stuart da Silva - Colaborador(a)
DescriçãoBanner (com informações mais gerais) e entrega de checklist para avaliação pessoal do seu lar. Trazer consciência sobre o impacto do processo de envelhecimento na vivência dos espaços.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoOficina Simulação do Envelhecimento
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Anna Luiza Oliveira Figueiredo de Lima - Colaborador(a)
Laura Nascimento da Silva - Colaborador(a)
Júlia Gouveia Nunes - Colaborador(a)
DescriçãoOs participantes serão convidados a utilizar recursos que simulam as alterações fisiológicas do envelhecimento, como: • Acuidade visual reduzida: óculos que reproduzem dificuldades comuns da visão na velhice. • Dificuldade na marcha: pesos e adaptações que limitam a mobilidade, simulando instabilidade e lentidão. • Dificuldade de leitura: lentes desfocadas e textos em letras pequenas para representar a presbiopia. • Limitações de força: objetos que exigem maior esforço físico para manipulação, simulando perda de massa muscular. • A dinâmica será guiada por integrantes da Liga, que explicarão cada simulação e proporão pequenas tarefas do cotidiano (como ler uma bula de remédio, caminhar até um ponto determinado ou abrir uma embalagem). • Ao final, haverá um momento de diálogo com os participantes, estimulando que compartilhem suas percepções, sentimentos e aprendizados sobre a experiência.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoParlons français!
ÁreaCultura
TipoOutro
Autor(es)Clarissa Laus Pereira Oliveira - Autor(a)
Ana Luisa Telles Messor - Colaborador(a)
Cynthia Pacheco Cobra de Castro - Colaborador(a)
Helena de Moura Duarte - Colaborador(a)
Aimee Diniz Guerra - Colaborador(a)
DescriçãoO grupo de francês vai realizar atividades interativas (como jogos) nas quais os participantes poderão descobrir a língua francesa.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoPescando Saberes: Um mergulho no Envelhecer
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Renata Cantisani Rivas - Autor(a)
Helena Costa Garcez - Colaborador(a)
Caroline Gerevini Boni - Colaborador(a)
Taynara dos Santos - Colaborador(a)
Natalia Krieck - Colaborador(a)
Isabela Chamma Possamai - Colaborador(a)
DescriçãoEsta atividade interativa propõe uma pescaria simbólica cujo objetivo é estimular reflexões sobre o processo de envelhecimento, suas características e desafios. Em cada rodada, os participantes são convidados a “pescar” peixinhos coloridos, cada um contendo uma pergunta ou uma proposta de simulação relacionada à vivência da pessoa idosa — como limitações físicas, cognitivas ou sociais. Cada jogador poderá participar de três rodadas, e em cada rodada terá duas tentativas de pesca. Ao fisgar um peixe, o participante deverá responder à pergunta ou realizar a simulação indicada, promovendo uma experiência lúdica, sensível e reflexiva.
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EstandeNETI-UNIVERSIDADE ABERTA PARA AS PESSOAS IDOSAS
ResponsávelDeise Rateke
TrabalhoRemédios, Medicamentos e o Corpo Humano
ÁreaSaúde
TipoMaquete
Autor(es)Ziliani da Silva Buss - Autor(a)
Dirleise Colle - Autor(a)
Karoliny da Rosa - Colaborador(a)
Lucas Maganeli Casimiro - Colaborador(a)
Maria Eduarda Cardoso de Oliveira - Colaborador(a)
DescriçãoNesta interação com o público, os estudantes da quarta fase do curso de Farmácia pretendem compartilhar conhecimentos sobre as diferenças entre os conceitos de remédios e medicamentos, utilizando um painel para preenchimento com diversos exemplos. Além disso, por meio de um desenho do corpo humano e colagens dos seus principais órgãos, pretende-se desvendar e reconhecer o caminho dos medicamentos nos diferentes sistemas orgânicos, bem como desvelar o efeito destes com base na forma física (forma farmacêutica) dos diferentes tipos de recursos farmacológicos, como cápsulas, comprimidos, pomadas e cremes, soluções endovenosas.
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EstandeNúcleo de Apoio Contábil
ResponsávelViviane Theiss
TrabalhoNúcleo de Apoio Contábil e Fiscal
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Viviane Theiss - Autor(a)
Amanda da Silva Camargo - Co-autor(a)
Sergio Murilo Petri - Co-autor(a)
Vinicius Balera Gallon - Colaborador(a)
Bruno Cesar Faraco - Colaborador(a)
Igor Felipe de Andrade - Colaborador(a)
Melissa Sampaio Araujo - Colaborador(a)
DescriçãoO Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF), objetiva proporcionar aos estudantes formação sobre a função social dos tributos e dos direitos e deveres associados à tributação, qualificar o futuro profissional por meio de uma vivência prática, proporcionando a aplicação profissional do aprendizado, assim como a geração de conhecimento acerca das obrigações tributárias. Visa também disponibilizar orientação contábil e fiscal pelos estudantes universitários a pessoas físicas de baixa renda, microempreendedores individuais e entidades sem fins lucrativos. A iniciativa fortalece o conhecimento sobre a contabilidade na formação de cidadãos críticos, disseminar conhecimento e destacar a importância da contabilidade nas tomadas de decisões.
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EstandeNúcleo de Ensino, Pesquisa e Ensino em Agroecologia
ResponsávelJucinei Jose Comin
TrabalhoDemonstração do efeito do Sistema Plantio Direto de Hortaliças sobre qualidade do solo e os e artrópodes edáficos em propriedades da agricultura familiar da Grande Florianópolis
ÁreaMeio Ambiente
TipoPainel
Autor(es)Carolina Oliveira de Alcântara - Autor(a)
Jucinei Jose Comin - Autor(a)
Leonardo Khaoê Giovanetti Oliveira - Autor(a)
Fredy Uriel Aza Quetama - Colaborador(a)
Zayne Valeria Santos Duarte - Colaborador(a)
Mirella Montibeller - Colaborador(a)
Ana Julia de Albuquerque - Colaborador(a)
Marcus Vinícius Bastos Diogo da Silva - Colaborador(a)
Nícolas da Rosa e Silva - Colaborador(a)
Ricardo Luis Zuanazzi Santiani - Colaborador(a)
Claudemir de Jesus dos Santos Júnior - Colaborador(a)
Maria Rafaella Junger Wollmann - Colaborador(a)
Helton Pacheco - Colaborador(a)
Ana Paula Cavalheiro de Andrade - Colaborador(a)
Lucas Camargo dos Santos - Colaborador(a)
Flora Wenderosck Senna de Oliveira - Colaborador(a)
Diego Cassiano Polacchini Biason - Colaborador(a)
DescriçãoO sistema plantio direto de hortaliças (SPDH) é usado para a transição da agricultura convencional para a agroecológica e recuperação da qualidade do solo, visando manter a produtividade do sistema em longo prazo. Ele é aplicado de forma crescente na produção de hortaliças em Santa Catarina. Um pilar do SPDH é a construção do conhecimento junto à agricultura familiar, permitindo aprimorar as características físicas, químicas e biológicas do solo. Uma metodologia utilizada tem sido a implantação de experimentos nas áreas produtivas e a aplicação do método da avaliação participativa da qualidade do solo (QS), o que possibilita integrar a percepção dos agricultores e/ou técnicos de assistência técnica, fazendo-se também uma avaliação inicial das áreas e o monitoramento do efeito das práticas de manejo. O objetivo geral da proposta foi elucidar e conscientizar agricultores e técnicos como o SPDH, com o uso de plantas de cobertura afeta a ecologia de comunidades de besouros rola-bosta (Scarabaeinae), e as características químicas e físicas do solo. Para a socialização dos resultados com os agricultores foram realizados dias de campo nas propriedades com a participação de professores dos Programas de Pós-graduação em Agroecossistemas e Recursos Genéticos Vegetais, estudantes de pós-graduação e graduação e técnicos da EPAGRI e ONGs. Em termos de efeito do SPDH solo, ocorreu redução de plantas espontânes, o aumento de absorção de nutrientes e água e proteção contra patógenos, além da produção de glomalina, que contribui para a agregação do solo. A diversidade de artrópodes (escarabeíneos) é um tema ainda pouco desenvolvido no SPDH e o estudo desses insetos pode ajudar a compreender a dinâmica da ciclagem de nutrientes e aspectos da QS. Em áreas agrícolas sob preparo intensivo do solo e uso de adubos solúveis e agrotóxicos há decréscimo na abundância, riqueza e biomassa dos escarabeíneos, e diminuição dos serviços ecossistêmicos prestados pelos organismos. Assim, o SPDH é uma ferramenta para a divulgação e implementação de manejos conservacionistas e é um método que pode ser empregado para atender a uma das missões da universidade, a extensão rural.
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EstandeNUHAS
ResponsávelWalter Ferreira de Oliveira
TrabalhoTerapeutas da Alegria
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Walter Ferreira de Oliveira - Autor(a)
Descrição
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EstandeO Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular
ResponsávelViviane Goncalves Lapa Raulino
TrabalhoCompostando com a Sala Verde UFSC
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Viviane Goncalves Lapa Raulino - Autor(a)
Chirle Ferreira - Autor(a)
Anna Cecilia Mendonca Amaral Petrassi - Autor(a)
Fabio de Araújo Bairros - Co-autor(a)
Maria Alice Messias - Colaborador(a)
Flavio Wind Nunes dos Santos - Colaborador(a)
Mateus Hable Ramos - Colaborador(a)
Gabriel Ivan Soeiro Bicho - Colaborador(a)
Heloisa Santos Cardozo - Colaborador(a)
Leticia Barbosa Rodrigues - Colaborador(a)
Matheus Alves da Silva - Colaborador(a)
Anne Izadora Stempniak Gnecco - Colaborador(a)
Atara Fischer do Nascimento - Colaborador(a)
Descrição A Sala Verde UFSC (SV) desenvolve ações voltadas à compostagem comunitária e à educação ambiental, promovendo práticas sustentáveis que reduzem o impacto ambiental e fortalecem o vínculo entre a universidade e a comunidade. Atualmente, o espaço conta com três composteiras termofílicas externas e dois minhocários, todos construídos em oficinas abertas à comunidade acadêmica e externa. Nessas atividades, os participantes aprendem a teoria e a prática da compostagem, podendo construir seus próprios sistemas caseiros. A prática da compostagem tem papel essencial na gestão sustentável dos resíduos, pois os resíduos orgânicos representam cerca de metade do lixo doméstico. Quando corretamente destinados, deixam de ir para aterros sanitários e se transformam em adubo rico em nutrientes, que na SV é utilizado no jardim experimental e também distribuído à comunidade. Ações como essas contribuem diretamente para a reciclagem de nutrientes, a melhoria do solo e a redução da poluição hídrica, uma vez que evitam o descarte inadequado de resíduos que poderiam contaminar córregos e lençóis freáticos. Em 2025, a SV intensificou suas atividades, promovendo oficinas e a instalação de novas composteiras, incluindo um sistema em caixa d’água de 750 litros, dando início a uma campanha de compostagem aberta à comunidade interna e externa, envolvendo ainda setores vizinhos e lanchonetes do campus. Essas iniciativas incentivam a participação coletiva e demonstram como pequenas ações podem gerar impactos significativos para a sustentabilidade urbana e a saúde ambiental. Durante a 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEX), no estande “Sala Verde e CGA – O cuidado da água começa no território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular”, a Sala Verde apresentará suas experiências em compostagem doméstica e comunitária, levando um modelo de minhocário e materiais educativos. A proposta dialoga com o tema “Planeta Água: Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu Território”, evidenciando que a gestão adequada dos resíduos também é uma forma de cuidar da água e do solo, prevenindo a poluição e fortalecendo a resiliência dos ecossistemas frente às mudanças climáticas.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeO Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular
ResponsávelViviane Goncalves Lapa Raulino
TrabalhoEducação Ambiental para a Ampliação da Coleta Seletiva na Universidade Federal de Santa Catarina
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Lais Cristina Rozone de Souza - Autor(a)
Anna Cecilia Mendonca Amaral Petrassi - Autor(a)
Gabriela Mota Zampieri - Autor(a)
Maria Eduarda Meira Neves - Colaborador(a)
DescriçãoA UFSC gera diversos tipos de resíduos no desenvolvimento de suas atividades. Estimativa publicada pela sua Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) aponta para uma geração de resíduos do tipo rejeito no campus Trindade de aproximadamente 85 toneladas mensais, ao passo que apenas uma tonelada e meia é enviada para reciclagem no mesmo período. Além da sua responsabilidade como grande geradora, a UFSC tem importante papel como instituição de referência para o estado de Santa Catarina. A Universidade possui, somando-se seus servidores e estudantes, uma comunidade de aproximadamente 50 mil pessoas. Dentro deste contexto, motivada pela necessidade de proteção ambiental, pelas demandas da comunidade universitária e pelas normativas que exigem o adequado gerenciamento de resíduos sólidos, como o Decreto Federal 5.940/2006 e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei Federal 12.3005/2010, a UFSC inaugurou em 2017 a Coleta Seletiva Solidária. A Gestão de Resíduos da CGA, como o projeto intitulado “Educação Ambiental para a Ampliação da Coleta Seletiva na UFSC” visa a continuidade de ações para envolver e capacitar a comunidade universitária para a adesão e uso do sistema de Gerenciamento Resíduos Sólidos-GRS em implantação pela UFSC. A abordagem enfoca o gerenciamento dos resíduos recicláveis, e contribuirá para o cumprimento do Decreto 5.940/2006, que institui a Coleta Seletiva Solidária-CSS. A metodologia combina ações de Educação Ambiental, Sensibilização, Governança Territorial e GRS. Entre os resultados esperados, busca-se a consolidação da CSS e a sistematização do conhecimento para contribuição da experiência junto a demais Instituições de Ensino. E através da disponibilização dos dados, como coleta e destinação final de cada tipo de resíduo reciclável, no site da Gestão de Resíduos, torna esses saberes disponíveis e de fácil acesso à comunidade interna, bem como à comunidade externa à UFSC. Na 22ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão, no estande “Sala Verde e CGA - O Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular”, será disponibilizado o modelo de coletor da reciclagem utilizado na UFSC, bem como os tipos de resíduos que são recicláveis e os não recicláveis no Brasil. Serão realizadas também brincadeiras para mostrar o ciclo produção/consumo/geração de resíduos/reciclagem, relacionando com os 5R. Também terá um painel falando sobre o projeto na UFSC.
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EstandeO Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular
ResponsávelViviane Goncalves Lapa Raulino
TrabalhoExposição Sala Verde: Repensando com Artes
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Viviane Goncalves Lapa Raulino - Autor(a)
Chirle Ferreira - Autor(a)
Anna Cecilia Mendonca Amaral Petrassi - Autor(a)
Fabio de Araújo Bairros - Co-autor(a)
Maria Alice Messias - Colaborador(a)
Flavio Wind Nunes dos Santos - Colaborador(a)
Mateus Hable Ramos - Colaborador(a)
Gabriel Ivan Soeiro Bicho - Colaborador(a)
Heloisa Santos Cardozo - Colaborador(a)
Leticia Barbosa Rodrigues - Colaborador(a)
Matheus Alves da Silva - Colaborador(a)
Atara Fischer do Nascimento - Colaborador(a)
Anne Izadora Stempniak Gnecco - Colaborador(a)
DescriçãoA Sala Verde UFSC (SV) é um espaço interativo de educação socioambiental aberto a toda comunidade (externa e interna à UFSC). Criada em 2004, é uma iniciativa multi-institucional da Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com a chancela do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Em consonância à atuação da CGA, as diretrizes do MMA e os princípios da Política Nacional de Educação Ambiental, a proposta da SV, fundamenta-se em três espaços de atuação: Referência, Articulação e Construção. Para melhorar os seus espaços, a Sala Verde está criando novos projetos, sendo o projeto “Espaço Interativo da Sala Verde: reestruturação física e da comunicação virtual” um deles. Este projeto busca qualificar o seu Espaço Referência por meio da catalogação e otimização do seu acervo físico e virtual, disponibilização dos conteúdos desenvolvidos e exposições dos materiais confeccionados para o público em geral. Dentro de uma conjuntura de troca de saberes e diálogos, principalmente através das interlocuções academia-sociedade, o projeto visa contribuir para que essas ações se fortaleçam. As exposições do projeto começaram em 2023. E umas das exposições, nomeada “Sala Verde: Repensando com Artes”, visa apresentar à comunidade interna e externa à UFSC algumas possibilidades de itens e ações sustentáveis e incentivar a criatividade e o diálogo, utilizando a arte como ferramenta para repensar práticas sustentáveis. Os itens são resultados de atividades de educação socioambiental da SV, realizadas de forma coletiva, através de oficinas, tais como: itens produzidos através da reciclagem e reutilização de materiais, que seriam descartados; bioconstrução, representado na exposição pela maquete confeccionada em uma das etapas das oficinas de bioconstrução com bambus; compostagem doméstica (minhocário), montado a partir de baldes reutilizados, que visa a reciclagem da matéria orgânica; e itens de higiene e saúde conscientes, que utilizam componentes naturais e seguros ao meio ambiente. Durante a Semana de Arte com Educação Ambiental, diversas oficinas foram realizadas, como Fuxico, Tricô, Crochê, Bordado e Garrafas Decoradas, cujos materiais também estão na exposição. Nestas exposições busca-se ainda despertar o olhar curioso e crítico dos visitantes. É um convite a todos a conhecer e participar das atividades da SV, a serem acolhidos por este espaço multidisciplinar e plural. O mundo mais sustentável se desenvolve através da educação ambiental e da coletividade. Nós constituímos o meio ambiente, e não estamos acima dele. A SV fomenta interações e criações de novas redes entre pessoas, através de ações de educação ambiental e intervenções socioambientais voltadas para toda a comunidade. E com a exposição, busca-se aumentar esta interação. O aprendizado compartilhado nas oficinas e demais atividades participativas cultivam os saberes e fazeres tradicionais e culturais e contribuem com a nossa relação com o ambiente. Durante a 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEX), no estande “Sala Verde e CGA - O Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular”, serão expostos os materiais da exposição “Sala Verde: Repensando com Artes”, destacando as diversas possibilidades de criação a partir dos princípios dos 5Rs e promovendo a interação entre arte e sustentabilidade.
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EstandeO Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular
ResponsávelViviane Goncalves Lapa Raulino
TrabalhoInclusão de Critérios de Sustentabilidade nas Contratações da Universidade Federal de Santa Catarina
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Anna Cecilia Mendonca Amaral Petrassi - Autor(a)
Gabriela Mota Zampieri - Autor(a)
Ana Gabriela Schuartzup - Colaborador(a)
DescriçãoAcordos internacionais, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), leis, instruções normativas, decretos e projetos do governo federal, tais como “Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P)” e o “Plano de Logística Sustentável (PLS)” demandam que os órgãos federais, entre eles as universidades federais, adotem critérios de sustentabilidade (melhores preços, justiça social e preservação ambiental) em suas contratações. Atualmente as compras públicas representam 12,5% do PIB brasileiro. O enorme capital mobilizado nas contratações federais tende a direcionar os fornecedores a buscar o atendimento aos critérios de sustentabilidade requisitados, fomentando o mercado e criando condições para uma vida mais equilibrada, além de produtos e serviços com menor impacto ambiental. Dessa forma, a CGA criou o projeto intitulado “Inclusão de Critérios de Sustentabilidade nas Contratações da Universidade Federal de Santa Catarina”. O presente projeto busca incentivar a UFSC, as empresas e a sociedade em geral a seguir os princípios de sustentabilidade, por meio da inclusão de requisitos de sustentabilidade em suas contratações e da criação de material didático e divulgação/campanhas sobre a temática. O Projeto já elaborou dois manuais de contratações sustentáveis. Entre os objetivos do Projeto também estão a conscientização da sociedade com relação a um consumo mais sustentável. Na 22ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão, no estande “Sala Verde e CGA - O Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular”, materiais de consumo mais sustentáveis, relacionado as contratações sustentáveis da UFSC.
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EstandeO Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular
ResponsávelViviane Goncalves Lapa Raulino
TrabalhoOficinas para uma Vida Consciente – Ecocadernos
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Viviane Goncalves Lapa Raulino - Autor(a)
Chirle Ferreira - Autor(a)
Anna Cecilia Mendonca Amaral Petrassi - Autor(a)
Fabio de Araújo Bairros - Co-autor(a)
Maria Alice Messias - Colaborador(a)
Flavio Wind Nunes dos Santos - Colaborador(a)
Mateus Hable Ramos - Colaborador(a)
Gabriel Ivan Soeiro Bicho - Colaborador(a)
Heloisa Santos Cardozo - Colaborador(a)
Leticia Barbosa Rodrigues - Colaborador(a)
Matheus Alves da Silva - Colaborador(a)
Anne Izadora Stempniak Gnecco - Colaborador(a)
Atara Fischer do Nascimento - Colaborador(a)
DescriçãoA Sala Verde UFSC é um espaço interativo e colaborativo, que surgiu em 2004 de uma iniciativa multi-institucional, proposta no âmbito do Projeto Sala Verde do Ministério do Meio Ambiente. A Sala Verde realiza diversas ações de educação ambiental e intervenções socioambientais para toda a comunidade, e atividades para a promoção de uma melhor qualidade da vida. Dentre estas atividades, está o projeto “Oficinas para uma Vida Consciente”, que objetiva proporcionar momentos de interação e integração da comunidade universitária e público em geral com práticas sustentáveis que visam uma melhor qualidade da vida. São exemplos de oficinas sustentáveis a produção de: alimentação saudável, ecocadernos, papel reciclado, agroecologia, bioconstrução, fitoterapia etc. São convidados a ministrar uma oficina todos aqueles que queiram partilhar o seu saber fazendo e ensinando outros a fazer algo para uma vida mais consciente. Podem se inscrever como participantes das oficinas todos os que se sintam em sintonia com a proposta da atividade oferecida. Na “Oficina de Ecocadernos” são discutidos aspectos do reaproveitamento de materiais e suas relações com a reciclagem e preservação do meio ambiente. Nesta oficina os participantes também confeccionam o seu próprio caderno ecológico, reutilizando papel, capas plásticas, espirais, papelão e retalhos de tecido. Na 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEX), no estande “Sala Verde e CGA - O Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular”, será disponibilizado cortador (guilhotina) e furador de papel, bem como materiais (papeis, capas e espiral usados) para ser ensinado e realizado na prática a confecção do ecocaderno. O participante poderá fazer e levar consigo o seu caderno ecológico. Ao ensinar a confecção do ecocaderno, serão discutidas as ações dos 5 Rs da sustentabilidade, com ênfase no reaproveitamento de materiais.
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EstandeO Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular
ResponsávelViviane Goncalves Lapa Raulino
TrabalhoRealização de Eventos e Campanhas Educativas na UFSC Relacionados à Temática da Sustentabilidade como Mecanismo de Atendimento às Legislações Relacionadas
ÁreaMeio Ambiente
TipoPainel
Autor(es)Anna Cecilia Mendonca Amaral Petrassi - Autor(a)
Gabriela Mota Zampieri - Autor(a)
Allisson Jhonatan Gomes Castro - Co-autor(a)
Camila Poeta Mangrich - Co-autor(a)
Djesser Zechner Sergio - Co-autor(a)
Lais Cristina Rozone de Souza - Co-autor(a)
Paula Adriana da Silva - Co-autor(a)
Tiago Andrade Borges Santos - Co-autor(a)
Chirle Ferreira - Co-autor(a)
Viviane Goncalves Lapa Raulino - Co-autor(a)
Maria Alice Messias - Colaborador(a)
Fabio de Araújo Bairros - Colaborador(a)
Flavio Wind Nunes dos Santos - Colaborador(a)
Mateus Hable Ramos - Colaborador(a)
Gabriel Ivan Soeiro Bicho - Colaborador(a)
Heloisa Santos Cardozo - Colaborador(a)
Leticia Barbosa Rodrigues - Colaborador(a)
Matheus Alves da Silva - Colaborador(a)
Anne Izadora Stempniak Gnecco - Colaborador(a)
Atara Fischer do Nascimento - Colaborador(a)
Taíne Hillesheim Gorges - Colaborador(a)
Luiza Davila Lourenço - Colaborador(a)
Ana Clara Cardoso Marques - Colaborador(a)
Maria Luiza Seidler Bastos - Colaborador(a)
Isadora Duarte Lopes - Colaborador(a)
Ana Gabriela Schuartzup - Colaborador(a)
Julia Cysne dos Santos - Colaborador(a)
Arthur dos Santos Bregue Daniel - Colaborador(a)
Laura Vasconcellos Camargo - Colaborador(a)
Pedro Villar Biancao - Colaborador(a)
Vanessa Prass da Veiga - Colaborador(a)
DescriçãoA Revolução Industrial permitiu o aumento da produção e a consolidação do modelo capitalista em âmbito mundial, difundindo uma cultura baseada no consumismo e na acumulação de capital. Desde então, houve aumento exponencial do consumo e o homem passou a impactar significativamente o planeta através da exploração desenfreada de matéria prima, aumento da produção de resíduos, poluição dos mares e ares, o que contribuiu para desastres naturais, aquecimento global, degradação das florestas, extinção dos animais, entre outros. Por consequência, essas ações também influenciaram negativamente a qualidade de vida do homem, além de trazerem dúvidas sobre sua expectativa de vida no planeta. No entanto, lentamente, ao longo dos últimos cinquenta anos, a sociedade civil, população e os governos passaram a perceber a necessidade de agir nesse sentido, originando diversos movimentos e realizando várias conferências mundiais sobre a temática. Mais recentemente, no Brasil, visando minimizar esses impactos e fomentar a mudança cultural para a sustentabilidade, surgiram uma série de legislações, normativas e políticas públicas, algumas com impacto direto às instituições públicas, atingindo também as universidades. Entre elas estão: a Política Nacional de Educação Ambiental, instituída pela Lei n° 9.795, de 27 de abril de 1999, que coloca, entre outros, a necessidade da inserção nos processos educativos, da educação formal e não formal, a temática da conservação ambiental e da sustentabilidade, além de fomentar a sensibilização da coletividade sobre as questões ambientais; a Portaria nº 23 do MPOG, de 12 de fevereiro de 2015, que estabelece boas práticas de gestão e uso de energia elétrica e de água para serem realizadas pelas instituições públicas; o Decreto nº 7.746, de 5 de junho de 2012, que dispõe sobre a necessidade de elaboração do Plano de Logística Sustentável pelas instituições públicas federais, além da necessidade de sua divulgação; e por último, o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS), que objetiva a promoção e o apoio a padrões sustentáveis de produção e consumo, tal como a diminuição da utilização dos recursos nas instituições públicas incluindo água, energia, transporte, compras, além da adoção de alternativas mais sustentáveis sempre que possível. Nesse contexto, a UFSC elaborou o seu Plano de Logística Sustentável em 2013, que propõe ações e metas em seis eixos para o alcance da sustentabilidade institucional e criou o Programa UFSC Sustentável. O programa UFSC Sustentável possui diversas campanhas educativas a respeito da economia de energia, redução de consumo, coleta seletiva solidária, entre outras. Na 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEX), no estande “Sala Verde e CGA - O Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular”, a CGA irá apresentar um painel com as principais campanhas educativas realizadas na UFSC para fomentar a sustentabilidade na Instituição.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeO Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular
ResponsávelViviane Goncalves Lapa Raulino
TrabalhoRecuperação de Áreas Degradadas em Margens de Córregos: Vivências no PRAD/UFSC
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Viviane Goncalves Lapa Raulino - Autor(a)
Chirle Ferreira - Autor(a)
Anna Cecilia Mendonca Amaral Petrassi - Autor(a)
Allisson Jhonatan Gomes Castro - Autor(a)
Djesser Zechner Sergio - Autor(a)
Gabriela Mota Zampieri - Autor(a)
Lais Cristina Rozone de Souza - Autor(a)
Fabio de Araújo Bairros - Co-autor(a)
Maria Alice Messias - Colaborador(a)
Pedro Villar Biancao - Colaborador(a)
Vanessa Prass da Veiga - Colaborador(a)
Flavio Wind Nunes dos Santos - Colaborador(a)
Mateus Hable Ramos - Colaborador(a)
Gabriel Ivan Soeiro Bicho - Colaborador(a)
Heloisa Santos Cardozo - Colaborador(a)
Leticia Barbosa Rodrigues - Colaborador(a)
Matheus Alves da Silva - Colaborador(a)
Anne Izadora Stempniak Gnecco - Colaborador(a)
Atara Fischer do Nascimento - Colaborador(a)
Descrição O Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD/UFSC) tem como objetivo restaurar a qualidade ambiental de Áreas de Preservação Permanente (APPs), córregos e nascentes no Campus Florianópolis, na Trindade, em cumprimento a uma sentença judicial que determina a recomposição de danos ambientais. A iniciativa é uma ação conjunta da Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) e da Prefeitura Universitária (PU), com acompanhamento do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). As ações do PRAD/UFSC estão estruturadas em quatro eixos: Recuperação das Margens e Compensação Ambiental, com cercamento e plantios planejados em APPs; Qualidade da Água, com monitoramento trimestral dos parâmetros hídricos; Esgotamento Sanitário, visando regularizar a rede de esgoto do campus; e Educação Ambiental, em parceria com a Sala Verde UFSC, para promover a participação da comunidade na conservação da biodiversidade. Em 2025, no eixo de educação ambiental, o projeto promoveu ciclos de atividades educativas com vivências práticas, visitas guiadas, oficinas e mutirões comunitários de plantio de mudas de árvores nativas em margens de cursos d´água, integrando teoria e prática para sensibilizar a comunidade acadêmica e externa sobre a importância da restauração ecológica. Também estão sendo desenvolvidas ações de comunicação e divulgação, incluindo materiais educativos e relatórios públicos, visando transparência e envolvimento social. Durante a 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEX), no estande “Sala Verde e CGA – O cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular”, o PRAD/UFSC apresentará suas ações e resultados, sensibilizando a comunidade acadêmica e externa no uso sustentável dos recursos hídricos e incentivando a participação coletiva na recuperação ambiental.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeO Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular
ResponsávelViviane Goncalves Lapa Raulino
TrabalhoTrabalhando Cultura Popular com Educação Ambiental Através do Folclore Catarinense “o Boi de Mamão”
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Viviane Goncalves Lapa Raulino - Autor(a)
Chirle Ferreira - Autor(a)
Anna Cecilia Mendonca Amaral Petrassi - Autor(a)
Fabio de Araújo Bairros - Co-autor(a)
Maria Alice Messias - Colaborador(a)
Flavio Wind Nunes dos Santos - Colaborador(a)
Mateus Hable Ramos - Colaborador(a)
Gabriel Ivan Soeiro Bicho - Colaborador(a)
Heloisa Santos Cardozo - Colaborador(a)
Leticia Barbosa Rodrigues - Colaborador(a)
Matheus Alves da Silva - Colaborador(a)
Anne Izadora Stempniak Gnecco - Colaborador(a)
Atara Fischer do Nascimento - Colaborador(a)
DescriçãoEntre as propostas da Sala Verde UFSC (SV), está a promoção de encontros e diálogos interdisciplinares de saberes, proteção e valorização dos conhecimentos tradicionais e populares. Pensando nisso, foram desenvolvidas, em outubro de 2023, oficinas de criação dos brincantes do folclore catarinense “o Boi de Mamão”. A proposta das oficinas era criar materiais sustentáveis, por meio de artes plásticas com reutilização de materiais recicláveis, de forma coletiva e interativa, combinando educação ambiental com a cultura popular local. Participaram das oficinas crianças de duas escolas locais e mais adultos da comunidade no geral. Além das oficinas, a UFSC foi palco do cortejo do “Boi de Mamão” em dezembro de 2023. Os personagens que estavam presentes no cortejo foram os confeccionados nas oficinas de outubro. O cortejo foi realizado com os estudantes do Colégio de Aplicação da UFSC. A celebração integrou cultura, música, brincadeiras e educação ambiental. Para finalizar as atividades com esta temática, será realizado em setembro de 2024 uma grande exposição dos brincantes, juntamente com imagens das oficinas e cortejo, no espaço da Biblioteca Central da UFSC. Os brincantes agora fazem parte do acervo da SV, aberto a todos interessados em propagar cultura e educação ambiental. A versão digital do acervo está disponível no site da SV. Todas as atividades foram gratuitas e abertas à comunidade interna e externa à UFSC. Mais de 300 pessoas já participaram das atividades. Na 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEX), no estande “Sala Verde e CGA - O Cuidado da água começa no Território: Educação Ambiental, Arte e Cultura Popular”, serão expostos os brincantes (Boi, Cavalo, Bernunça e Maricota) e fotos da confecção destes durante as oficinas de outubro de 2023, destacando as diversas possibilidades de criação a partir do conceito dos 5Rs, principalmente o de reaproveitamento de materiais, promovendo uma rica interação entre arte, cultura e sustentabilidade.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeO Golpe sob a Lupa da Arte
ResponsávelSandra Regina Leal
TrabalhoGolpe Sob a Lupa da Arte
ÁreaDireitos Humanos
TipoPainel
Autor(es)Sandra Regina Leal - Autor(a)
DescriçãoEm alusão aos 60 anos do golpe civil-militar de 1964, o projeto de extensão "Golpe Sob a Lupa da Arte" propõe uma imersão crítica nos temas da memória e da verdade, analisando como este período histórico ainda reverbera na sociedade contemporânea. A abordagem transcende o ensino expositivo tradicional ao adotar uma metodologia ativa com viés lúdico, posicionando o participante como sujeito ativo na construção do conhecimento. Através da mediação de estudantes universitários, o projeto utiliza a arte e a cultura como ferramentas pedagógicas, engajando o público por meio da análise de músicas de protesto, jornais da época, documentários e testemunhos. Com foco em adolescentes de espaços de saberes formais e não formais, a iniciativa busca impulsionar o desenvolvimento de competências para além da cognitiva, como o senso crítico, a reflexão moral e a consciência de cidadania. Dessa forma, o projeto se consolida como uma ponte entre a universidade e a comunidade, qualificando o debate público e reafirmando o papel da extensão na formação de cidadãos conscientes
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeO oceano começa aqui: o papel da educação ambiental e economia circular na preservação dos ambientes aquáticos
ResponsávelAline Alves Freitas
TrabalhoO oceano começa aqui: o papel da educação ambiental e economia circular na preservação dos ambientes aquáticos
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Aline Alves Freitas - Autor(a)
Ligia Cleia Casas Rosenbrock - Autor(a)
Jorge Coelho da Silva Junior - Autor(a)
DescriçãoEste painel convida os visitantes a refletirem sobre a íntima relação entre as nossas escolhas de consumo e a preservação dos ambientes aquáticos. A partir do conceito de economia circular e do consumo consciente, o estande destaca como o uso desenfreado de recursos naturais contribui para a degradação da água, a poluição dos oceanos e a formação das chamadas “ilhas de plástico”, que ameaçam diretamente a vida marinha, os corais e todo o equilíbrio dos ecossistemas costeiros. Outro ponto de reflexão são os efeitos da crise climática nos oceanos e seu impacto na sociedade e geopolítica. O caso do arquipélago de Tuvalu, no Oceano Pacífico, ilustra essa realidade: diante da elevação do nível do mar, o país estuda se tornar uma nação digital, migrando sua identidade cultural e política para o ambiente online. Este exemplo evidencia como o futuro de comunidades inteiras está em risco e conecta-se diretamente aos Desafios da Década do Oceano (2021–2030), em especial o Desafio nº 10, que busca fortalecer a resiliência das sociedades frente às mudanças oceânicas e proteger populações vulneráveis. Além dos impactos visíveis nos oceanos, o estande também busca despertar a atenção para a água que chega até nossas casas. Muitas vezes invisível ao nosso olhar, sua qualidade depende diretamente de como cuidamos dos rios, mananciais e aquíferos que a abastecem. O uso responsável no dia a dia, desde a redução do desperdício até a escolha consciente de produtos que consomem menos recursos hídricos e geram menos resíduos, está diretamente ligado à preservação desse bem comum. Assim, cada hábito doméstico pode representar um impacto positivo ou negativo sobre os recursos hídricos e, em última instância, sobre os ecossistemas aquáticos. Utilizando painéis ilustrados e maquetes interativas, os visitantes poderão visualizar de forma concreta os impactos do descarte inadequado de resíduos e discutir alternativas sustentáveis para transformar este cenário. Além disso, jogos educativos (cartas e tabuleiro) e atividades lúdicas serão aplicados para abordar de maneira dinâmica os ODS, principalmente os de número 6 (Água limpa e saneamento), n° 11 (Cidades e comunidades sustentáveis), nº 12 (Consumo e produção responsáveis), nº 13 (Ação contra a mudança global do clima), nº 14 (Vida na água) e nº 17 (Parcerias e meios de implementação). A proposta do estande é integrar a comunidade acadêmica e externa em ações de gestão da qualidade da água, sensibilizando para a utilização responsável dos recursos naturais e a minimização dos impactos ambientais. Através da educação ambiental e do incentivo a práticas circulares, busca-se reforçar o papel de cada indivíduo como agente de transformação, capaz de contribuir para a construção de um futuro mais equilibrado, justo e sustentável. Objetivos do Painel: * Sensibilizar sobre os impactos do consumo desenfreado na preservação da água e dos ambientes aquáticos. * Apresentar conceitos de economia circular aplicados ao uso consciente da água e à redução da poluição marinha. * Discutir a importância da qualidade da água que chega às nossas casas e sua relação com hábitos de consumo e descarte. * Promover a compreensão dos efeitos das ilhas de plástico sobre a biodiversidade, em especial os corais e espécies marinhas. * Evidenciar casos reais da crise climática, como o desaparecimento iminente de Tuvalu, e suas conexões com os desafios da Década do Oceano. * Envolver os visitantes em jogos e dinâmicas educativas sobre os ODS, estimulando o engajamento social e ambiental. * Incentivar práticas sustentáveis no cotidiano, integrando ciência, educação e cidadania para a preservação dos ecossistemas aquáticos.
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EstandeO PLANETA DOS INSETOS
ResponsávelLuiz Carlos de Pinho
TrabalhoModelos tridimensionais de organismos aquáticos
ÁreaMeio Ambiente
TipoMaquete
Autor(es)Luiz Carlos de Pinho - Autor(a)
DescriçãoForam elaborados modelos tridimensionais de organismos aquáticos (insetos, crustáceos, plantas, algas, fungos, peixes...) que ficam dispostos em uma mesa de modo a representar as interações entre os diversos grupos tróficos (produtores, fragmentadores, raspadores, predadores, entre outros) de ambientes de água doce.
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EstandeOPAcervos: Instituto Casa Cleber Teixeira (Editora Noa Noa)
ResponsávelKeitty Rodrigues Vieira Mattos
TrabalhoCatálogo - Biblioteca Cleber Teixeira
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Sabrina Martins - Colaborador(a)
Keitty Rodrigues Vieira Mattos - Colaborador(a)
Georgia Herculano Mastroianni - Colaborador(a)
Vitoria Gizela de Oliveira Grott - Colaborador(a)
Maria Elisabeth de Quadros Pereira Rego - Colaborador(a)
Gleisy Regina Bóries Fachin - Colaborador(a)
Aline Carmes Kruger - Colaborador(a)
Sonali Paula Molin Bedin - Colaborador(a)
Angelo Cubas Castro - Colaborador(a)
Vera Nice Ribeiro - Colaborador(a)
DescriçãoApresentação do catálogo digital da Biblioteca Cleber Teixeira, resultado das ações de extensão realizadas pelo Projeto "OPAcervos: Instituto Casa Cleber Teixeira (Editora Noa Noa)". Atualmente, o catálogo conta com 1248 obras catalogadas segundo os padrões internacionais de catalogação, devidamente disponibilizado ao público para consulta (remota) e acesso (presencial).
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeOPAcervos: Instituto Casa Cleber Teixeira (Editora Noa Noa)
ResponsávelKeitty Rodrigues Vieira Mattos
TrabalhoTipografia como arte
ÁreaCultura
TipoOutro
Autor(es)Sabrina Martins - Colaborador(a)
Keitty Rodrigues Vieira Mattos - Colaborador(a)
Georgia Herculano Mastroianni - Colaborador(a)
Vitoria Gizela de Oliveira Grott - Colaborador(a)
Maria Elisabeth de Quadros Pereira Rego - Colaborador(a)
Gleisy Regina Bóries Fachin - Colaborador(a)
Angelo Cubas Castro - Colaborador(a)
Sonali Paula Molin Bedin - Colaborador(a)
Aline Carmes Kruger - Colaborador(a)
Vera Nice Ribeiro - Colaborador(a)
DescriçãoApresentação dos tipos móveis utilizados pela Editora Noa Noa para produção de suas obras. Serão apresentados alguns livros da Editora Noa Noa como parte da divulgação do acervo, e para explicação sobre como funciona uma prensa de tipos móveis, responsável pela produção artesanal tipográfica das obras.
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EstandePensando o saneamento do futuro para resiliência de nossa cidade - Grupo de Pesquisa RReSSa
ResponsávelMaria Elisa Magri
TrabalhoBANHEIROS SECOS COM SEPARAÇÃO DE FEZES E URINA
ÁreaMeio Ambiente
TipoMaquete
Autor(es)Maria Elisa Magri - Autor(a)
Tamires Castilho dos Santos - Co-autor(a)
Juscelia Padilha - Co-autor(a)
DescriçãoOs banheiros secos com separação são uma estrutura hidrosanitária que não utiliza água para o transporte das excretas humanas, bem como permite a coleta em separado das fezes e urina. Estes dispositivos são utilizados para que o reciclo das excretas seja feito. No caso de nosso grupo de pesquisa, nós estudamos tecnologias para transformar as fezes e urina em biofertilizantes.
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EstandePensando o saneamento do futuro para resiliência de nossa cidade - Grupo de Pesquisa RReSSa
ResponsávelMaria Elisa Magri
TrabalhoPRODUÇÃO DE BIOFERTILIZANTES A PARTIR DE EXCRETAS HUMANAS
ÁreaMeio Ambiente
TipoPainel
Autor(es)Maria Elisa Magri - Autor(a)
Gabriel Monteiro dos Santos - Co-autor(a)
Anderson Rodrigues de Oliveira - Co-autor(a)
DescriçãoÉ possível produzir biofertilizantes de alto valor a partir de fezes e urina humanas. Nosso grupo irá apresentar estes biofertilzantes e os processos desenvolvidos, bem como os estudos que desenvolvemos sobre os impactos no solo e a produtividade agrícola. Além de um painel explicativo, iremos expor os biofertilizantes produzidos.
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EstandePensando o saneamento do futuro para resiliência de nossa cidade - Grupo de Pesquisa RReSSa
ResponsávelMaria Elisa Magri
TrabalhoSaneamento de baixo impactos para áreas costeiras e ranchos de pesca
ÁreaMeio Ambiente
TipoPainel
Autor(es)Maria Elisa Magri - Autor(a)
Jessica Rodrigues Cardoso - Co-autor(a)
Vitor Pereira Vaz - Co-autor(a)
DescriçãoExiste atualmente um problema relacionado ao provimento de infraestrutura de saneamento e higiene para as ocupações em áreas costeiras, muitas delas áreas de preservação permanente. Neste sentido, desenvolvemos uma pesquisa e projeto de extensão para pensarmos alternativas de saneamento de baixo impacto ambiental que possa ser utilizada nessas ocupações, como por exemplo, os ranchos de pesca temporários e/ou permanente.
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EstandePequenos GRANDES Cientistas
ResponsávelRegina de Sordi
TrabalhoPequenos Grandes Cientistas
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Caroline Gaia Andrade - Autor(a)
Helena Iturvides Cimarosti - Autor(a)
Regina de Sordi - Autor(a)
Janaína Cristina Zuchi - Co-autor(a)
Juliana Amorim Vieira Kroon - Co-autor(a)
Lara Barbato Wolf - Co-autor(a)
Larissa Gomez Schmidt - Co-autor(a)
Luiza Johanna Hubner - Co-autor(a)
Natalia Schneid - Co-autor(a)
Stephanie Lidiane Colin - Co-autor(a)
Vitória Baldessar Dalzotto Pilati - Co-autor(a)
Fabiana Noronha Dornelles - Co-autor(a)
Daniel Fernandes - Co-autor(a)
DescriçãoAtividades de divulgação científica para o público infanto-juvenil. Caderno de experimentos - 5.
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EstandePÉS NA ESTRADA DO CONHECIMENTO - INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA
ResponsávelMarcio Seiji Suganuma
TrabalhoPés na Estrada do Conhecimento - Iniciação Científica na Educação Básica
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Marcio Seiji Suganuma - Autor(a)
Lisiane Vandresen - Autor(a)
Aline Olin Goulart Darde - Autor(a)
Edson de Morais Machado - Autor(a)
Fernando Leocino da Silva - Autor(a)
Lucielle Merlym Bertolli - Autor(a)
Suelen Bueno - Autor(a)
Marivone Piana - Autor(a)
Mariana Silveira Barcelos - Colaborador(a)
Nadine Schmidt Borges - Colaborador(a)
Yasmin Ramos Pires - Colaborador(a)
Descrição A Atividade Permanente “Pés na Estrada do Conhecimento – Iniciação Científica na Escola” constitui proposta pedagógica que propõe uma compreensão crítica sobre o papel da escola enquanto ambiente de pesquisa e construção do conhecimento. Ao trazer para o cenário pedagógico escolar a “iniciação científica”, o faz na perspectiva de uma formação sintonizada com as múltiplas questões da realidade que cercam os estudantes, em diferentes escalas: local, regional, nacional e global. Tem como diretriz contribuir para uma consciência crítica e cidadã , estimulando, assim, por meio da pesquisa, maior participação social dos estudantes no mundo em que vivem e interagem.
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EstandePET EDUCAMPO UFSC: educação do campo, das águas e das florestas
ResponsávelThaise Costa Guzzatti
TrabalhoCozinhando na Acolhida
ÁreaMeio Ambiente
TipoVídeo
Autor(es)Thaise Costa Guzzatti - Autor(a)
Daniele Lima Gelbcke - Co-autor(a)
DescriçãoO Pet Educampo, juntamente com o Lemate, apoiou a pesquisa de receitas tradicionais da agricultura familiar catarnenense, buscando valorizar alimentos da sociobiodiversidade, práticas culinárias ancestrais, além de valorizar o papel de mulheres agricultoras na salvaguarda dos territórios e na produção alimentar de qualidade. Foram elaborados 15 programas do "Cozinhando na Acolhida", programas que retratam agricultoras da Acolhida na Colônia e suas receitas tradicioais.
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EstandePET História / As águas e os tempos
ResponsávelDaniela Queiroz Campos
Trabalho Saberes das Águas e da Terra
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Daniela Queiroz Campos - Autor(a)
Paola Rosa da Silva Giacomini - Colaborador(a)
Luciana Tillmann - Colaborador(a)
João Fernandes de Castro Neto Segundo - Colaborador(a)
Yasmin Fernandes - Colaborador(a)
Gustavo Franca Sperandio - Colaborador(a)
DescriçãoO jogo, inspirado no dominó tradicional, convida o público a relacionar perguntas e respostas sobre povos indígenas, meio ambiente e a importância da água para a vida. Cada peça apresenta uma questão em uma ponta e uma resposta em outra, formando uma rede de conhecimentos por meio do encaixe. As perguntas abordam temas como rios e territórios indígenas, práticas sustentáveis, diversidade cultural, cosmologias ligadas à água e à natureza, além dos desafios ambientais contemporâneos. A atividade possibilita refletir sobre como os povos indígenas no Brasil desenvolvem formas de manejo e cuidado com os recursos naturais, trazendo saberes fundamentais para enfrentar as mudanças climáticas.
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EstandePET História / As águas e os tempos
ResponsávelDaniela Queiroz Campos
TrabalhoPlaneta Água no Antigo Egito: o Nilo e a vida nas margens
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Daniela Queiroz Campos - Autor(a)
Bárbara Távora Kalabaide - Colaborador(a)
Mateus Freitas Borsatti - Colaborador(a)
Arthur Denofrio Silva - Colaborador(a)
Alice Meira de Oliveira - Colaborador(a)
Victor Hiendicke Moreira Prates - Colaborador(a)
Carlos Eduardo Candido Vilches de Souza - Colaborador(a)
Sofia Stein Maximo - Colaborador(a)
DescriçãoO primeiro jogo intitula-se: Planeta Água no Antigo Egito: o Nilo e a vida nas margens. Jogo de tabuleiro em que os participantes percorrem o Rio Nilo e vivenciam, de forma lúdica, os desafios e as descobertas ligados à vida no Egito Antigo. Ao avançar no tabuleiro, os jogadores retiram cartas que trazem perguntas e curiosidades sobre temas como as cheias e secas do rio, o uso da natureza para a alimentação, a fertilização do solo pelo depósito de sedimentos no delta, os sistemas de irrigação, as trocas comerciais (como a importação do cedro do Líbano) e as práticas culturais associadas às águas. A atividade possibilita compreender como o Nilo foi fundamental para a agricultura, a economia e a organização social egípcia, ao mesmo tempo em que estimula a reflexão sobre a importância da água para a sustentabilidade das sociedades humanas e para os desafios atuais das mudanças climáticas. Interativo, jogo de tabuleiro convida o público a refletir sobre a importância do Rio Nilo para a formação e o florescimento da civilização egípcia. Seu principal objetivo é mostrar de forma lúdica como o Rio Nilo foi central para o desenvolvimento da civilização egípcia, destacando sua importância para a agricultura, transporte, comércio, religião e organização social. O jogo permite compreender como a água estruturou modos de vida no passado e, em diálogo com o tema da SEPEX, estimula uma reflexão sobre a relevância da água para as sociedades humanas e os desafios contemporâneos das mudanças climáticas.
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EstandePET Matemática
ResponsávelAlda Dayana Mattos Mortari
TrabalhoAssessorias
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Alda Dayana Mattos Mortari - Autor(a)
Kaven Riandre Costa - Colaborador(a)
Guilherme Sant Ana Sales - Colaborador(a)
Gabrielle Goulart Bortolotto - Colaborador(a)
Leopoldo Alfredo Sasse - Colaborador(a)
Ana Maria Condé Borges - Colaborador(a)
João Pedro Couceiro - Colaborador(a)
Gustavo Jose Mannes - Colaborador(a)
Gianluca Vieira - Colaborador(a)
Joao Jose Vargas dos Santos - Colaborador(a)
Gabriel Meyer Caetano - Colaborador(a)
DescriçãoAs Assessorias são assistências prestadas pelos bolsistas do PET Matemática aos estudantes dos cursos de Matemática, alunos de outros cursos da Universidade, de escolas da região ou para qualquer pessoa da comunidade que nos procurar com dúvidas em algum conteúdo ou exercício de Matemática. Essa assistência é realizada por qualquer bolsista do PET Matemática presencialmente a qualquer pessoa que entre em contato com o PET Matemática. As assessorias proporcionam aos bolsistas do PET Matemática uma oportunidade de comunicar Matemática e desenvolver habilidades necessárias para o ensino de Matemática.
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EstandePET Matemática
ResponsávelAlda Dayana Mattos Mortari
TrabalhoCírculo Matemático da UFSC
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Alda Dayana Mattos Mortari - Autor(a)
Raphael Falcao da Hora - Autor(a)
Eliezer Batista - Autor(a)
Jauber Cavalcante de Oliveira - Autor(a)
Kaven Riandre Costa - Colaborador(a)
Guilherme Sant Ana Sales - Colaborador(a)
Gabrielle Goulart Bortolotto - Colaborador(a)
Leopoldo Alfredo Sasse - Colaborador(a)
Ana Maria Condé Borges - Colaborador(a)
João Pedro Couceiro - Colaborador(a)
Gustavo Jose Mannes - Colaborador(a)
Gianluca Vieira - Colaborador(a)
Joao Jose Vargas dos Santos - Colaborador(a)
Gabriel Meyer Caetano - Colaborador(a)
DescriçãoInspirado em modelos famosos dos Estados Unidos da América e do Leste Europeu, o projeto "Círculo Matemático da UFSC" é um projeto de extensão da UFSC, coordenado pelo professor Raphael Falcão da Hora, e tem como objetivos atrair crianças que vivem na grande Florianópolis para a Matemática, apresentá-las às maravilhas de belas teorias matemáticas e encorajá-las a empreender futuras carreiras ligadas à Matemática, seja como matemáticos, engenheiros, educadores matemáticos, cientistas, filósofos, economistas ou empresários, ou em outras áreas relacionadas com a Matemática. Os tópicos nas sessões do Círculo Matemático incluem uma variedade de áreas da Matemática além do currículo escolar; por exemplo, Combinatória, Teoria dos Grafos, Álgebra Linear, Transformações Geométricas, Sequências Recursivas, Lógica, Teoria dos Conjuntos, Funções Multiplicativas, Equações Diferenciais, Aplicações às Ciências Naturais, Ciências da Computação e outros. O Círculo possui uma divisão em 3 grupos. O primeiro grupo, chamado de 67, atende crianças do 6º ao 7º ano do Ensino Fundamental, o responsável por esta turma é o professor Raphael Falcão da Hora; o segundo grupo, chamado 89, é composto por alunos do 8º ao 9º ano do Ensino Fundamental, o responsável por esta turma é o professor Jáuber Cavalcante de Oliveira e, por fim, o último grupo, chamado 123, é voltado para estudantes do Ensino Médio, o responsável pela turma é professor Eliezer Batista. Todos os professores atuantes no Círculo são professores do Departamento de Matemática da UFSC. Este projeto conta com dois bolsista de extensão, mas como as turmas são grandes os bolsistas do PET Matemática complementam a equipe, nossos bolsistas participam das aulas do grupo 67, se revezando em duplas. O trabalho desenvolvido é de um monitor, auxiliando o professor responsável, bem como os alunos participantes do projeto.
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EstandePET Matemática
ResponsávelAlda Dayana Mattos Mortari
TrabalhoGauss Pré-Vestibular 2025
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Alda Dayana Mattos Mortari - Autor(a)
Kaven Riandre Costa - Colaborador(a)
Guilherme Sant Ana Sales - Colaborador(a)
Gabrielle Goulart Bortolotto - Colaborador(a)
Leopoldo Alfredo Sasse - Colaborador(a)
Ana Maria Condé Borges - Colaborador(a)
João Pedro Couceiro - Colaborador(a)
Gustavo Jose Mannes - Colaborador(a)
Gianluca Vieira - Colaborador(a)
Joao Jose Vargas dos Santos - Colaborador(a)
Gabriel Meyer Caetano - Colaborador(a)
DescriçãoO curso Gauss Pré-Vestibular tem como principal objetivo auxiliar alunos de escolas públicas a terem acesso às Universidades públicas, além disso ele propicia um ambiente para alunos de graduação e pós-graduação da UFSC obterem experiência com docência, pois são eles que ministram as aulas, assim como experiência em todos os aspectos relacionados a regência de uma turma. O cursinho é totalmente gratuito, é completamente coordenado pelo PET Matemática e os professores atuam de forma voluntária. Em anos anteriores, grande parte dos alunos que puderam acompanhar o projeto até o final, obtiveram aprovações e vagas em diferentes instituições de ensino, como a própria UFSC, UDESC, IFSC, entre outras instituições da região, inclusive em cursos de alta demanda como Engenharias, Odontologia e Medicina. Dos professores voluntários que participam do projeto, muitos relatam que a experiência obtida com o Gauss contribui para o seu ingresso no mercado de trabalho, além de costumeiramente mostrarem-se dispostos a continuar no projeto nos anos subsequentes. Ademais, alguns alunos do Gauss que ingressam na UFSC nos procuram para trabalhar no projeto como voluntários.
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EstandePET Matemática
ResponsávelAlda Dayana Mattos Mortari
TrabalhoMinicursos
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Alda Dayana Mattos Mortari - Autor(a)
Felipe Kaminsky Riffel - Autor(a)
Gianluca Vieira - Colaborador(a)
Júlia Pscheidt de Carvalho - Colaborador(a)
DescriçãoO PET Matemática promove minicursos que são de interesse da comunidade interna e externa da UFSC. Em 2025 promovemos no primeiro semestre o minicurso "Minicurso de Introdução à programação com Python", ministrado pelo ex-bolsista do PET Matemática Felipe Kaminsky Riffel, que atualmente é aluno do curso de Mestrado em Matemática da UFSC. O principal público alvo deste minicurso foi alunos dos cursos de graduação da UFSC, UDESC e IFSC. Neste minicurso o grupo ficou responsável pela divulgação, inscrições, comunicação com os alunos, emissão dos certificados e, além disso, alguns bolsistas do PET trabalharem como monitores nas aulas presenciais. Tivemos 537 inscrições e foram ofertadas 23 vagas presenciais, sendo 5 destas destinadas a participantes com uso exclusivo de notebook próprio, e 147 vagas remotas.
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EstandePET Matemática
ResponsávelAlda Dayana Mattos Mortari
TrabalhoMulheres na Matemática
ÁreaComunicação
TipoOutro
Autor(es)Alda Dayana Mattos Mortari - Autor(a)
Gabrielle Goulart Bortolotto - Colaborador(a)
Ana Maria Condé Borges - Colaborador(a)
DescriçãoO objetivo desse projeto é ajudar a disseminar a contribuição das mulheres na Matemática, com o intuito de incentivar a participação de mais delas em áreas correlatas, pois temos uma baixa procura por mulheres em cursos de graduação de áreas relacionadas a Ciências Exatas. Nesse projeto, duas bolsistas do PET Matemática realizam uma pesquisa sobre a participação e contribuição de mulheres na Matemática e após a realização do estudo é produzido um material para ser divulgado no nosso Instagram (@pet.mtm.ufsc). Já fizemos 9 publicações até setembro de 2025 e esperamos fazer mais 3, totalizando a divulgação do trabalho de 12 matemáticas.
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EstandePET Matemática
ResponsávelAlda Dayana Mattos Mortari
TrabalhoRecepção e acolhimento aos calouros dos cursos de graduação em Matemática
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Alda Dayana Mattos Mortari - Autor(a)
Kaven Riandre Costa - Colaborador(a)
Guilherme Sant Ana Sales - Colaborador(a)
Gabrielle Goulart Bortolotto - Colaborador(a)
Leopoldo Alfredo Sasse - Colaborador(a)
Ana Maria Condé Borges - Colaborador(a)
João Pedro Couceiro - Colaborador(a)
Gustavo Jose Mannes - Colaborador(a)
Gianluca Vieira - Colaborador(a)
Joao Jose Vargas dos Santos - Colaborador(a)
Gabriel Meyer Caetano - Colaborador(a)
DescriçãoEste projeto do PET Matemática recepciona e acolhe os alunos ingressantes nos cursos de graduação em Matemática, Licenciatura e Bacharelado, da UFSC ao longo dos seus primeiros semestres letivos. O PET Matemática faz um primeiro contato por e-mail convidando os alunos ingressantes nas primeiras fases desses cursos de graduação a participarem do projeto, aqueles que aceitam o convite passam a receber alguns e-mails com instruções de como acessar o CAGR, Moodle, com vídeos mostrando a localização das salas de aula, dentre várias outras informações pertinentes aos ingressantes. Também promovemos um tour pela Universidade mostrando locais que os alunos poderão precisar ir em algum momento como coordenadoria dos cursos de graduação em Matemática, Restaurante Universitário, bibliotecas, Departamento de Matemática, PET Matemática, etc. Além disso, também são criados grupos de interação pelo WhatsApp onde os calouros serão acompanhados ao longo de todo o primeiro semestre na Universidade e promovemos rodas de conversas com professores, discentes e egressos desses cursos. Esperamos com esta atividade contribuir para a diminuição da evasão dos cursos de graduação em Matemática e melhorar o desempenho dos calouros nas disciplinas das primeiras fases.
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EstandePET Matemática
ResponsávelAlda Dayana Mattos Mortari
TrabalhoXV FERMAT (Feira Estudantil Redescobrindo a Matemática)
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Alda Dayana Mattos Mortari - Autor(a)
Kaven Riandre Costa - Colaborador(a)
Guilherme Sant Ana Sales - Colaborador(a)
Gabrielle Goulart Bortolotto - Colaborador(a)
Leopoldo Alfredo Sasse - Colaborador(a)
Ana Maria Condé Borges - Colaborador(a)
João Pedro Couceiro - Colaborador(a)
Gustavo Jose Mannes - Colaborador(a)
Gianluca Vieira - Colaborador(a)
Joao Jose Vargas dos Santos - Colaborador(a)
Gabriel Meyer Caetano - Colaborador(a)
DescriçãoA Feira Redescobrindo a Matemática (FERMAT) é um evento que tem como objetivo expor a Matemática de uma forma atrativa, interessante e instigante através da exposição de jogos para o público visitante. A XV FERMAT aconteceu no dia 29 de setembro de 2025 das 9h às 18h no Colégio Aplicação da UFSC e teve como tema "Egito Antigo". Esse tema foi explorado em várias atividades expostas na feira que contou com 5 estandes de responsabilidade do PET Matemática (Geometria, Aritmética, Egito Antigo, Recreativo e PET Matemática) e mais quatro estandes de projetos parceiros: Laboratório de Estudos de Matemática e Tecnologias (LEMAT), PET História da UFSC, PET Educampo da UFSC e o Círculo Matemático. Nós tivemos a presença de mais de 1200 visitantes, de 46 turmas de 13 escolas da grande Florianópolis. Também tivemos 72 pessoas que se voluntariaram para trabalhar na feira de diversos cursos de graduação e de pós-graduação da UFSC.
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EstandePET Pedagogia: ERER, Decolonialidade e Educação Ambiental
ResponsávelAdriana Angelita da Conceicao
TrabalhoPET Pedagogia: ERER, Decolonialidade e Educação Ambiental
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Adriana Angelita da Conceicao - Autor(a)
DescriçãoNO ITEM “DADOS DO ESTANDE” A DESCRIÇÃO, equivocadamente, NÃO FOI ENVIADA E NÃO FOI POSSÍVEL EDITAR. NESTE SENTIDO, SEGUE PRIMEIRO A DESCRIÇÃO DO ESTANDE E DEPOIS A DESCRIÇÃO DO TRABALHO. “DADOS DO ESTANDE”: item DESCRIÇÃO: O PET Pedagogia iniciou suas atividades em 2007 e nas suas quase duas décadas de atuação, vem contribuindo com a consolidação e fortalecimento do curso de Pedagogia da UFSC, assim como, na formação do magistério da Educação Básica em Santa Catarina. O PET Pedagogia constrói, atualmente, suas frentes de atuação vinculadas aos seguintes eixos temáticos: Literatura Infantil e Juvenil; Práticas Educativas e Processos de Escolarização de Educação de Jovens e Adultos (EJA); Educação para as relações Étnico-Raciais ERER e Educação Ambiental Crítica em diálogo com o Pensamento Decolonial. Neste sentido, sendo a SEPEX um evento de grande repercussão regional, no qual a UFSC abre suas portas para que a comunidade interna e externa acesse um relevante evento de divulgação científica e cultural, o PET Pedagogia apresenta sua proposição em compor um dos estandes da Feira de Ciências, apresentando suas atividades de pesquisa, ensino e extensão, de modo interativo e acolhedor. O estande contará com a presença de no mínimo dois bolsistas petianos como atendentes que apresentarão aos visitantes a atuação do grupo. Deste modo, considerando a temática da 22° edição da SEPEX, “Planeta Água: Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu Território”, o PET Pedagogia preparou um jogo de tabuleiro, intitulado "Fim do mundo". O jogo apresenta discussões teóricas e práticas que perpassam a Educação Ambiental Crítica, em diálogo com autores como Ailton Krenak e Malcon Ferdinand. O jogo propõe um diálogo com os visitantes e as visitantes de modo a contribuir com o desenvolvimento da consciência crítica em relação às questões que perpassam os desafios mundiais postos às questões climáticas, em profundo diálogo com os desafios regionais, dando especial atenção ao fato da UFSC, no campus Trindade, está em uma ilha na qual a relação com o oceano precisa ser uma pauta educacional, social, política e econômica. Por fim, além do jogo de tabuleiro, o estande contará com a exposição de materiais bibliográficos (literatura infantil e infanto-juvenil) referentes ao eixo temático Educação para as relações étnico-raciais – ERER; exposição e explicações sobre os projetos de extensão, ensino e pesquisa do grupo por meio de banners e cartazes, incluindo a exposição do Boletim Informativo "Abiudum" que apresenta produção bibliográfica que discute a Educação para as relações étnico-raciais – ERER na formação e atuação docente. “TRABALHO”: item DESCRIÇÃO: As questões ambientais – como área interdisciplinar – é uma temática emergente do século XXI, a qual à escola e a formação de professores e professoras precisa atuar de modo articulado e efetivo, considerando que problemas ambientais exigem ações das diversas esferas sociais, na intersecção entre educação, justiça social e socioambiental. Neste sentido, o PET Pedagogia entre suas ações de pesquisa, ensino e extensão tem problematizado as questões ambientais em diálogo com o pensamento decolonial, possibilitando ponderações sobre os atravessamentos que constituem os desafios das emergências climáticas como tema, sobretudo, educacional. O PET Pedagogia vem construindo análises que apresentam a interação entre ERER, Decolonialidade e Educação Ambiental como discussão que precisa pautar as proposições da educação antirracista, considerando que justiça ambiental só pode existir intrinsicamente vinculada à justiça social. Portanto, ao refletir sobre a formação docente crítica, o PET Pedagogia desenvolveu o jogo de tabuleiro “Fim do mundo" construído em formato de cartas, compostas no método de perguntas/respostas, seguindo uma trajetória. O jogo objetiva refletir questões que pautem a emergência climática em diálogo com os fenômenos sociais, políticos, econômicos e culturais na constituição histórica do Brasil. Assim, com base no estudo das obras, “Ideias para adiar o fim do mundo” de Ailton Krenak (2019) e “Uma ecologia decolonial: pensar a partir do mundo caribenho” de Malcon Ferdinand (2022) as perguntas foram criadas com o objetivo de instigar o debate entre o público visitante da SEPEX. Em perspectiva pedagógica e formativa, o jogo intui contribuir para a formação da consciência crítica em relação às questões ambientais, pois, para se preservar biomas e florestas, é necessário, antes de tudo, que as pessoas que ocupam, vivem e co-criam nesses espaços sejam respeitadas e valorizadas. Do mesmo modo, que seus saberes precisam ser pautados pelos saberes científicas, em relações respeitosas e de construção coletiva. Desta forma, as questões ambientais, são, por fim, questões políticas e econômicas que precisam constituir o currículo escolar e precisam ser problematizadas na formação docente. Portanto, com a provocação do “Fim do mundo” o jogo foi construído para gerar reflexões e “vontade de saber mais”. A narrativa, entre perguntas e respostas, não é fatalista, mas constrói uma trajetória de análise na qual seja possível manter a esperança na possibilidade de “adiar o fim do mundo” por meio de práticas politicamente conscientes e eticamente voltadas à garantia dos direitos humanos associados aos direitos da Terra – vistos como intrinsicamente inseparáveis. Com o objetivo de pulverizar as inquietações e aprendizados, os participantes do jogo receberão como prêmio um adesivo com frases e imagens que reforçam a arte adesiva como expressão artística de resistência social, ao transmitir mensagens/imagens de cunho político, social e cultural. A proposição do prêmio, através dos adesivos, intenciona a disseminação de ideias reflexivas e que contribuam com as discussões das emergências climáticas, frente ao negacionismo científico e ao obscurantismo intelectual tão presentes no Brasil nos últimos anos, ou seja, não se trata de reforçar práticas meritocráticas, mas de difundir de modo crítico-científico ações e possibilidades de mudanças de atitude.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoLicenciatura em Matemática
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Felipe Lopes Castro - Autor(a)
DescriçãoO curso de licenciatura em matemática está sofrendo com evasão escolar resultante de múltiplos fatores, como desvalorização da profissão, grande distanciamento entre as atividades teóricas e práticas , alto custo de vida para viver em Florianópolis, etc. Sendo assim, o PIBID é muito importante para os estudantes da licenciatura em matemática pois torna a sua formação mais rica, estimulando a criação e desenvolvimento de estratégias de ensino-aprendizagem, o contato com novas metodologias de ensino, e a reflexão sobre a bela profissão que os estudantes escolheram seguir. Além disso, estimula o contato com a realidade com a profissão, gerando um estímulo à continuidade no curso, fortalecendo a formação dos estudantes, contribuindo para a diminuição da evasão e o fortalecimento do curso. Sendo assim, o PIBID Matemática vem desenvolvendo diversas ações junto nas escolas e fortalecendo a formação de seus futuros professores, da seguinte forma: Insere o licenciando no ambiente escolar. Procura utilizar tecnologias nas atividades desenvolvidas na escola. Participam de eventos acadêmicos relacionados ao PIBID. Planejam, preparam, executam e avaliam atividades como: minicurso, oficina, gincana, etc, com os alunos da escola. Preparam material para auxiliar o professor supervisor. Analisam o livro didático utilizado na escola. Buscam promover a autonomia didática quando em atividades com os alunos das escolas. Refletem sobre a realidade escolar e como o (futuro) professor pode ajudar no desenvolvimento de cidadãos críticos e pensadores. Criam materiais concretos e utilizam-os com os alunos da escola.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoPedagogia: Subprojeto Alfabetização
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Lilane Maria de Moura Chagas - Autor(a)
Priscila Finger do Prado - Co-autor(a)
DescriçãoO Subprojeto Alfabetização busca o enriquecimento dos licenciados e o fortalecimento do curso de Pedagogia na participação de estudantes em um núcleo de estudo e pesquisa consolidado no Centro de Ciências da Educação, a possibilidade de vivência no ambiente escolar, de forma orientada e a introdução à docência, vinculada à pesquisa e ao contato com a comunidade. O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alfabetização e Ensino da Língua Portuguesa – NEPALP, núcleo que integra o CED desde 2001, tem como uma de suas ações e objetivos fortalecer tanto as atividades acadêmico-científicas de pesquisa, quanto de extensão e prática docente no âmbito da Universidade e fora dela. Por isso, seu interesse também em projetos como o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID se deu. De acordo com Elaine Peres, em seu artigo “Do que aprendemos ao que combatemos: dez mitos da alfabetização que precisam ser derrubados” (2022), algumas ideias equivocadas sobre o processo de alfabetizar permanecem, o que ela chama de mitos, como o de que alfabetizar é “algo menor”; de que qualquer pessoa pode alfabetizar ou mesmo falar sobre alfabetização e a de que há uma perspectiva de alfabetização baseada em evidências e outra que é “ideológica”. Tendo isso em vista, o presente projeto vem refletindo sobre conceitos basilares para a formação inicial de professores do curso de Pedagogia como “letramento”, “alfabetização”, “linguagem”, “literatura”, “leitura”, “oralidade”, “escrita” e “análise e reflexão sobre a língua”; debatendo concepções e metodologias de alfabetização e de letramento no cenário atual e no campo das concepções e políticas públicas; atuar na escola pública, com ações pedagógicas supervisionadas pelos professores da rede pública municipal e da universidade; e, por fim, fortalecendo os vínculos entre a universidade e a escola pública.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Ciências Sociais
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Eduardo Vilar Bonaldi - Autor(a)
DescriçãoA cultura teórica e metodológica no campo das ciências sociais consolida um conjunto de esquemas de percepção e pensamento sobre a sociedade que desafia os sistemas de crença e de pontos de vista do "senso comum", ou seja, as crenças e pontos de vista que circulam em instituições sociais como as famílias, a imprensa, a indústria cultural, os grupos de sociabilidade infanto-juvenil, as igrejas etc. Nesse contexto, o subprojeto busca, por meio da noção de "transposição didática" de Verret e Chevalard, capacitar os bolsistas para atuarem como "mediadores" na adaptação, transmissão e ensino dessa cultura teórica (em formato acessível e adequado à educação básica), buscando estimular a "imaginação sociológica" dos estudantes (conceito de Wright Mills), a partir da qual os estudantes secundaristas podem internalizar conteúdos e pontos de vista (ainda que simplificados) das ciências sociais para o exercício crítico e qualificado da cidadania. Dessa forma, abordando e realizando o ensino escolar das ciências sociais, partir dos preceitos da pedagogia freiriana, consideramos que os bolsistas do projeto podem ser habilitados para a formular e conduzir, com graus crescentes de autonomia e complexidade, estratégias de ensino e aprendizagem que possam 'empoderar' seus presentes e futuros alunos como sujeitos morais e políticos autônomos e conscientes. Ademais, também apontamos a abordagem de algumas das interseccionalidades existentes entre os conteúdos escolares das ciências sociais e os conteúdos das demais disciplinas que compõe a área das humanidades, uma vez que, durante a elaboração dos planos de ensino, o CA e os SUPs buscam apontar sistematicamente os pontos de contato entre os conteúdos ensinados em nossa disciplina e os conteúdos ensinados nas áreas da História, Filosofia e Geografia Humana.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Educação do Campo
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Emeson Tavares da Silva - Autor(a)
Roberto Antônio Finatto - Co-autor(a)
Graziela Del Monaco - Co-autor(a)
Carolina Orquiza Cherfem - Co-autor(a)
Juliano Espezim Soares Faria - Co-autor(a)
Edson Marcos de Anhaia - Co-autor(a)
Gabriela Furlan Carcaioli - Co-autor(a)
Descrição Este subprojeto PIBID - Educação do Campo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem um papel significativo tanto no enriquecimento da formação dos/as licenciandos/as quanto no fortalecimento do curso de Educação do Campo. É importante destacar que este curso contempla duas ênfases/áreas de conhecimento: Ciências da Natureza e Matemática e Ciências Humanas e Sociais. O curso oferta turmas em Florianópolis (atendendo estudantes de Florianópolis e municípios da região metropolitana) e nos municípios de Imaruí (sul de Santa Catarina) e Canoinhas (norte de Santa Catarina). Nesse sentido, as contribuições do PIBID contemplam os seguintes aspectos: 1. Experiência Prática - Vivência no contexto real: Os/as licenciandos/as terão a oportunidade de atuar diretamente em escolas do campo, escolas indígenas e escolas quilombolas, o que proporciona uma compreensão mais profunda das especificidades e desafios do curso de Educação do Campo. - Desenvolvimento de projetos na realidade local: A participação no PIBID incentiva os/as licenciandos/as a desenvolverem e implementarem projetos pedagógicos que dialoguem com a realidade das comunidades rurais, contribuindo no enfrentamento de questões do cotidiano e na resolução de problemas, especialmente no âmbito educacional. 2. Aprimoramento das Competências Pedagógicas - Integração teoria-prática: Os/as licenciandos/as terão a possibilidade de aplicar na prática os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso, facilitando a consolidação do aprendizado. - Metodologias ativas: O subprojeto tem por fundamento a práxis, buscando não descolar, tampouco hierarquizar, a relação teoria e prática, assim as atividades inerentes ao projeto privilegiam procedimentos metodológicos participativos e dialógicos. 3. Formação Crítica e Problematizadora - Reflexão sobre a prática: A constante reflexão sobre as práticas pedagógicas e os contextos educativos possibilita aos/as licenciandos/as desenvolverem uma postura crítica e problematizadora do trabalho educativo. - Discussões e seminários: A participação em discussões e seminários organizados pelo PIBID, bem como em outros espaços acadêmicos, contribui para a formação de uma visão ampla e crítica sobre a Educação do Campo, sobre a universidade e uma educação popular para e com o povo. 4. Fortalecimento do Curso de Educação do Campo - Articulação com as escolas: A proximidade com as escolas do campo fortalece a articulação entre a universidade e as comunidades locais, promovendo um intercâmbio de saberes e experiências, qualificando tanto a formação inicial como a continuada. - Visibilidade e relevância: A atuação dos/as licenciandos/as nas escolas e o impacto positivo de seus projetos contribuem para a visibilidade e relevância do curso de Educação do Campo dentro e fora da UFSC. - Pesquisa e extensão: O subprojeto PIBID-Educação do Campo fomenta a pesquisa e a extensão, promovendo a produção de conhecimento e a inovação pedagógica. 5. Desenvolvimento Pessoal e Profissional - Autonomia e protagonismo: A participação no PIBID promove o desenvolvimento de autonomia e protagonismo nos/nas licenciandos/as, preparando-os/as para serem agentes transformadores na educação do campo. - Redes de colaboração: A interação com colegas, professores e comunidades promove a construção de redes de colaboração e apoio mútuo, essenciais para o desenvolvimento profissional contínuo. - Formação de professores: a partir do PIBID os estudantes adquirem experiências em torno das especificidades de tornar-se professor na realidade camponesa, quilombola e indígena, podendo compreender a função social de um/a educador/a nesses territórios. Percebe-se, portanto, que o subprojeto do PIBID - Educação do Campo da UFSC desempenha um papel crucial no desenvolvimento integral dos/as licenciandos/as e na valorização do curso, contribuindo para uma educação mais contextualizada, crítica e transformadora da realidade do campo sempre considerando a diversidade dos sujeitos.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Educação Física
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Andrize Ramires Costa - Autor(a)
DescriçãoEste subprojeto busca, para além de qualificar a formação para docência do curso de Licenciatura em Educação Física, incentivar a inserção dos licenciandos em escolas públicas de educação básica desde o início de sua formação acadêmica, bem como promover a formação continuada de professores das escolas municipais da rede municipal de Florianópolis, buscando alcançar metas como a realização de um programa colaborativo de formação para a docência. Para tanto, as ações deverão ser orientadas pelo foco na atuação docente em todas as suas fases, desde a análise de conjuntura na forma de uma diagnose da realidade escolar (a escola como resultante de um conjunto de relações sociais do qual ela também faz parte, ou seja, inserida numa dada comunidade, esta entendida também como foco desta diagnose), até a docência propriamente dita, passando por práticas intermediárias como pesquisa escolar, planejamento de atividades escolares, etc. Também busca promover o estudo de questões que emergem das práticas docentes, estimulando ações que atendam às especificidades do curso de Licenciatura em Educação Física, bem como às questões que são constantemente levantadas em nosso contato direto com professores das redes públicas de ensino, no âmbito do estágio curricular supervisionado e nas pesquisas que temos desenvolvido na área. É também foco do projeto a promoção da iniciação docente nas diversas dimensões do cotidiano escolar, por meio da participação ativa no cotidiano e na cultura da escola, incluindo conselhos de classe, reuniões pedagógicas, eventos festivos, esporte escolar etc. O projeto também investe na formação para uma prática docente que prepare os docentes em iniciação nas mais diversas dimensões do trabalho pedagógico escolar. Também busca a formação docente do professor pesquisador e reflexivo, por meio da etnografia e estudos biográficos, estimulando a pesquisa dos espaços e tempos pedagógicos na área da Educação Física, como dimensão formativa para a atuação docente, incluindo o emprego de instrumental clássico e contemporâneo da investigação de campo, em especial métodos etnográficos cruzados com estudos biográficos. Formação para articulação entre ensino, pesquisa e extensão, com ênfase no conhecimento e análise da realidade educacional, mas especificamente nas aulas de Educação Física e em outros tempos e espaços da educação do corpo em ambientes educacionais. O projeto também visa a realização e promoção da prática docente no ensino das práticas corporais: Prática docente em diferentes tempos e espaços institucionais: tomar parte de todas as tarefas docentes, desde o planejamento até o relatório final, durante um semestre letivo contínuo, com uma ou duas turmas de alunos, em escola básica, considerando sua multiplicidade. Formação para uma prática docente comprometida com distintas etapas da escolaridade, qualificando e distinguindo o trabalho pedagógico numa perspectiva crítica e emancipatória. Também visa a formação para a produção de material didático-pedagógico, seleção de material na forma de textos, vídeos, reunião de outros trabalhos, relatos de práticas pedagógicas e de pesquisa etc. Organização de estratégias de formação continuada, preferencialmente em serviço, para os professores das escolas, tanto de Educação Física, quanto de outras disciplinas sobre temáticas de Educação Física.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Educação Intercultural Indígena
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Adriana Aparecida Belino Padilha de Biazi - Autor(a)
DescriçãoNo PIBID Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica busca-se qualificar profissionais indígenas para o exercício da docência e da prática da pesquisa, instrumentalizando-os teórica e metodologicamente para o trabalho pedagógico, voltado às especificidades do ensino fundamental nas escolas indígenas. Os bolsistas, apoiados pelos professores supervisores bolsistas do PIBID e pelos professores da Licenciatura realizam, também, oficinas pedagógicas para elaboração de projetos de ensino em uma perspectiva interdisciplinar, visando à como círculos de leitura, rodas de conversa, contação de histórias e aulas em língua materna para adultos da comunidade. Efetuam, ainda, entrevistas com pessoas mais velhas das comunidades para coleta e registro escrito de narrativas e de histórias curtas e longas ainda não registrados. Organizam momentos para a participação das pessoas mais velhas da comunidade no processo de ensino e aprendizagem escolar das crianças e adolescentes, no contexto das atividades a serem desenvolvidas pelos professores e acadêmicos das diferentes áreas de conhecimento. São realizadas oficinas e mini-cursos com professores, bolsistas, alunos das escolas e seus pais e idosos da comunidade, considerando os saberes e as formas da tradição oral no ouvir e contar, como instrumento facilitador à construção do saber sistematizado da escrita, especialmente na língua materna. Finalmente, há um esforço conjunto para a produção de material didático bilíngue que privilegie os conhecimentos tradicionais e cotidianos dos povos indígenas coletados e sistematizados ao longo do desenvolvimento do projeto. Da mesma forma, se dá a sistematização do material produzido, considerando as necessidades e especificidades de cada uma das escolas envolvidas no PIBID, visto que o material disponível específico é escasso ou inexistente.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Física
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Jose Francisco Custodio Filho - Autor(a)
Jediany Port Cardoso - Colaborador(a)
Agatha Haruna Takeyama - Colaborador(a)
DescriçãoO Pibid tem um papel essencial ao proporcionar aos licenciandos a aproximação com o contexto real da sala de aula e da escola como um todo. Para facilitar essa inserção e ambientação, os licenciandos devem ir além da sala de aula, sendo incentivados a participar de diversas atividades na escola, como estratégias de recuperação, reuniões de planejamento, reuniões de pais, conselhos de classe, eventos e atividades que promovam a interação entre a comunidade e a escola. No início das atividades, os licenciandos realizam um diagnóstico da realidade escolar, incluindo a análise do projeto pedagógico da escola, e tem um primeiro contato com os diversos profissionais que atuam na escola. Esta ação visa aproximar os licenciandos da realidade do ambiente escolar e permite uma melhor compreensão do contexto para o qual as ações do Pibid são planejadas. Nesse processo de ambientação, o supervisor desempenha um papel fundamental, auxiliado pela coordenação de área, planejando ações que viabilizem esse processo de forma natural tanto para os licenciandos quanto para a escola. O supervisor é responsável por mediar a interação entre os licenciandos e os estudantes da escola, bem como com toda a comunidade escolar. Dessa forma, os licenciandos se sentem parte integrante do ambiente escolar e são vistos pelos estudantes como indivíduos empenhados em contribuir com a escola e com a aprendizagem dos alunos.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Geografia
ÁreaEducação
TipoMaquete
Autor(es)Silvio Domingos Mendes da Silva - Autor(a)
Leila Procopia do Nascimento - Co-autor(a)
Vitoria Pedroni - Colaborador(a)
DescriçãoO Subprojeto Geografia traz contribuições para o enriquecimento da formação dos licenciandos, ao passo que contribui para o fortalecimento do curso pois articula uma série de atividades de ensino, prevê experiências didáticas que estimulam o comprometimento e reconhecimento da importância do “ser professor” nessa sociedade. A partir do contexto socioeconômico, ambiental e cultural das Escolas envolvidas no Subprojeto propõe atividades com outras disciplinas além da Geografia e outros Anos do Fundamental I. Nos espaços de atuação (salas e laboratórios) ter um horário específico para que os ID possam fazer atendimento aos alunos da escola envolvidos com o projeto. A partir do trabalho desenvolvido em cada escola e com as turmas, articula com outras disciplinas a possibilidade de projetos integrados e desenvolve em conjunto com o Pibid de Inglês atividades ligadas a espacialidade da(s) cultura(s) de língua inglesa e conhecimento dos ambientes e lugares, nos mais diversos continentes.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto História
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Fábio Augusto Morales Soares - Autor(a)
Monica Martins da Silva - Co-autor(a)
Luana da Silva Costa - Colaborador(a)
Beatriz Santos Anacleto - Colaborador(a)
Ana Carolina Müller - Colaborador(a)
Gabriel Della Flora Morari - Colaborador(a)
Maria Eduarda Machado de Souza - Colaborador(a)
Arthur Will Tocchetto de Oliveira - Colaborador(a)
Marina de Oliveira Bortolatto - Colaborador(a)
Joao Victor de Almeida Chaves - Colaborador(a)
Fernanda Silva da Rosa - Colaborador(a)
Iharan Carlos Nunc Nfôonro - Colaborador(a)
DescriçãoO Subprojeto do PIBID de Licenciatura em História busca proporcionar aos estudantes do curso, bolsistas de Iniciação à Docência, experiências formativas diversas colaborando com o desenvolvimento de habilidades de planejar, desenvolver e avaliar práticas pedagógicas e didáticas significativas para os estudantes da educação básica, incorporando à sua formação posturas reflexivas e investigativas acerca da prática docente. Assim, a inserção dos bolsistas na instituição escolar ocorre por meio de diferentes atividades de ensino e pesquisa, promovendo a articulação de elementos teóricos à prática profissional, privilegiando os seguintes eixos: Práticas investigativas acerca do cotidiano escolar, desenvolvidas por meio do acompanhamento, da observação e da pesquisa sobre determinados temas da cultura escolar, por meio de estratégias diversas, inclusive a pesquisa em documentos da instituição; Mapeamento dos hábitos, gostos e culturas juvenis dos alunos das turmas onde as atividades serão desenvolvidas, por meio de estratégias metodológicas diversas; Discussões sistemáticas e permanentes acerca do processo formativo promovido pelo PIBID, em situações diversas: reuniões, conversas e atividades de orientação junto aos professores supervisores; discussões e debates acerca de textos relativos à docência em História; Seminários de socialização de atividades; oficinas formativas; Observação e intervenção na prática pedagógica de História por meio do desenvolvimento de oficinas, atividades orientadas, dentre outras modalidades de intervenção, utilizando materiais didáticos variados como textos, documentos, imagens, vídeos, dentre outros, associados ao trabalho com fontes históricas e diferentes linguagens em sala de aula, também incorporando as temáticas da História dos povos africanos, afrodescendentes e indígenas de forma interseccional à História das Relações de Gênero, em diferentes períodos da História; O uso de materiais didáticos em sala de aula possibilita aos estudantes bolsistas o exercício e o desenvolvimento de metodologias de ensino de História que dialogam com as discussões teóricas e metodológicas e apontam perspectivas de formação para práticas docentes criativas, emancipadas e socialmente comprometidas; O conjunto de atividades desenvolvidas auxilia na formação continuada do corpo docente da escola, no estímulo ao uso de metodologias criativas e inovadoras. Além disso, permite que professores de História da rede municipal de educação contribuam com seus saberes docentes para a formação dos bolsistas.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Interdisciplinar de Línguas Adicionais - Inglês e Alemão
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Hamilton de Godoy Wielewicki - Autor(a)
Gabriel Sanches Teixeira - Co-autor(a)
Beatriz Terezinha Trindade Halberstadt - Colaborador(a)
Raquel Carolina Souza Ferraz D'Ely - Colaborador(a)
Carlos Eduardo Ferreira - Colaborador(a)
Sara Duarte Valentim - Colaborador(a)
Adria Cordeiro da Silva - Colaborador(a)
Julia Bellei - Colaborador(a)
Gabriela Micheluzzi - Colaborador(a)
Adrian Rivero Corrêa de Souza - Colaborador(a)
DescriçãoO subprojeto busca a articulação entre as línguas inglesa e alemã, considerando suas origens germânicas e, portanto, a possibilidade de intercâmbios linguísticos entre as duas línguas e as práticas envolvidas no ensino dessas mesmas línguas. Ainda, é importante ressaltar que, na UFSC, oferecem-se cursos de licenciatura em francês, italiano e espanhol. Assim sendo, é parte do planejamento multidisciplinar deste subprojeto a integração com o subprojeto proposto pelas áreas da língua espanhola, francesa e italiana. Dessa forma, é adotada uma perspectiva social, multilíngue e intercultural de língua e ensino-aprendizagem, proporcionando um trabalho integrado no desenvolvimento da língua adicional de forma contextualizada e significativa. Para dar conta de tal proposta, objetivos em comuns serão estabelecidos por cada subprojeto e servirão de base para os objetivos específicos de cada contexto/língua. Nesse subprojeto são discutidas e socializadas as diferentes metodologias utilizadas em cada língua, em cada projeto de atuação, a fim de que o docente em formação possa observar outras formas e contextos de ensino e repensar a sua prática, desenvolvendo novas possibilidades interculturais no ensino da sua língua a partir das experiências compartilhadas em diferentes momentos, quer seja em pequenos grupos ou por meio da participação em eventos locais, regionais ou nacionais. Desta forma, a organização desse subprojeto se dá, na prática da escola da seguinte forma: Busca desenvolvimento da autonomia e de conhecimento empírico sobre o fazer docente por parte dos licenciandos. Realiza leituras, inclusive do conjunto de leis que balizam a profissão docente, e atividades propostas, participação nas discussões em grupo em reuniões de estudo, ações de práxis docente na escola. Desenvolve noções de pesquisa e produção científica por parte dos licenciandos. Realiza atividades propostas, participação ativa em processos de análise crítica de necessidades do contexto de ensino, produz ensaios acadêmicos e/ou outros gêneros que permitam o fazer docente reflexivo. Busca aumentar as produções bibliográficas na área de formação de professores e ensino de línguas adicionais, bem como participa de eventos acadêmicos por parte dos licenciandos, coordenadores e supervisores. Produz materiais para uso das escolas bem como oportuniza o ensino pautado pela criticidade, inovação e interculturalidade
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Interdisciplinar de Línguas Estrangeiras - Espanhol, Francês e Italiano
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Daniela Bunn - Autor(a)
Clarissa Laus Pereira Oliveira - Co-autor(a)
DescriçãoO projeto busca oportunizar aos licenciandos/as vivências que possibilitem adquirir experiência em atividades didáticas por meio de projetos, acompanhamentos e intervenções supervisionadas a serem realizadas; dessa forma, desenvolvendo autonomia e conhecimento empírico que possibilitam a compreensão e competência para o fazer docente. Tais oportunidades, portanto, são desenvolvidas de maneira coletiva e democrática, visando à participação de todos(as) nas diferentes funções e etapas que possibilitam a realização do projeto. Ainda, por se tratar de subprojeto interdisciplinar entre línguas estrangeiras, pautados na perspectiva de língua como prática social, compreende-se que as vivências propostas trazem oportunidades de compreensão e ação do contexto escolar para além da disciplina de línguas estrangeiras e também para além dos muros da escola, em ações de extensão, promovendo assim, as línguas, tanto nos espaços curriculares como nos não-curriculares, ampliando a consciência linguística dos alunos e dos professores em formação. Assim, este subprojeto é pensado para possibilitar a articulação entre as línguas espanhola, francesa e italiana, contempladas no edital pelo viés interdisciplinar. É adotada uma perspectiva social, multilíngue e intercultural de língua e ensino-aprendizagem, proporcionando um trabalho integrado no desenvolvimento da língua estrangeira de forma contextualizada e significativa. Dessa forma, objetivos em comuns são estabelecidos e servem de base para os objetivos específicos de cada contexto/língua. Além disso, discute-se e socializa as diferentes metodologias utilizadas em cada língua, em cada projeto de atuação, a fim de que o docente em formação possa observar outras formas e contextos de ensino e repensar a sua prática, desenvolvendo novas possibilidades interculturais no ensino da sua língua. Sendo assim, o subprojeto vem desenvolvendo ações como: a) atuar de maneira significativa na comunidade; b) produz material para o ensino de línguas estrangeiras que possa ser utilizado nos contextos de ensino; c) pensa o multilinguismo e as possibilidades de atuação com a intercompreensão de línguas; d) atua em outros espaços formativos que propiciam e incentivam a pesquisa e a docência.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Interdisciplinar Matemática e Química - UFSC BLUMENAU
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Keysy Solange Costa Nogueira - Autor(a)
Guilherme Wagner - Co-autor(a)
Fabiana Schmitt Correa - Co-autor(a)
DescriçãoO subprojeto insere os licenciandos dos cursos de Licenciatura em Química e Matemática no contexto da escola da educação básica, propiciando discussões metodológicas, de recursos didáticos, cultura digital, tecnologias e estratégias para o ensino, que possam refletir em propostas de ensino interdisciplinares. Ainda, possibilita o desenvolvimento profissional e a formação de uma identidade profissional docente dos futuros professores de modo a superar o hiato existente entre a teoria e a prática profissional, a partir dos estudos dos saberes docentes mobilizados na prática profissional e integrados com a Educação Especial - que abrange as deficiências, TEA e altas habilidades e superdotação. Dessa forma, o subprojeto busca tornar o ambiente escolar como um terceiro espaço de formação, para além do estágio supervisionado e a universidade, integrando a comunidade da escola da educação básica em projetos interdisciplinares e contribuindo para a formação continuada dos professores supervisores, que atuam como coformadores dos licenciandos.
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Língua Portuguesa
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Fabiana Giovani - Autor(a)
DescriçãoA partir da articulação entre Universidade e escola, este subprojeto busca aproximar o estudante de Letras, que está em formação inicial, de seu local de atuação – a escola pública, buscando fomentar maior domínio de projetos de letramentos que envolvam práticas e eventos que requeiram tanto dos professores quanto dos alunos da Educação Básica a mobilização de diferentes gêneros textuais/discursivos; maior compreensão dos alunos em formação inicial, professores atuantes na escola e alunos da Educação Básica, acerca dos múltiplos letramentos em sociedade e dos múltiplos sentidos dos usos sociais da linguagem. Além disso, o subprojeto busca a sensibilização para o letramento midiático, por intermédio da participação em práticas e eventos de letramento usuais da mídia, como a produção de gêneros textuais/discursivos que possam figurar em revistas e jornais escolares (online) e gêneros e quadros para gravação de programas de rádio escolar (podcast).
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Pedagogia
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Luciane Maria Schlindwein - Autor(a)
Roselane Fatima Campos - Co-autor(a)
Barbara dos Santos Teixeira - Colaborador(a)
DescriçãoA relação teoria e prática é efetivada, sobremaneira, na própria dinâmica da participação dos estudantes na escola, na sala de aula, nas reuniões da escola, nas reuniões sistemáticas na universidade, nos estudos realizados a partir das análises dos casos elaborados a partir da experiência. Para esta dinâmica, os estudantes são orientados a registrarem sistematicamente suas participações na escola, constituindo a partir dos relatos, casos que são estudados coletivamente na universidade (e também com a escola). Assim, o Subprojeto Pedagogia atua na comunidade escolar da seguinte forma: Constituindo um espaço formativo, praxiológico, interativo que promova tanto a formação de professoras/es como também das/os estudantes; Incluindo e alfabetizando o contingente de crianças que tiveram pouco ou nenhum acesso à escola nos tempos da pandemia; Mobilizando práticas que propiciem a inclusão de crianças com laudos médicos; Desenvolvendo uma metodologia de registro, avaliação e planejamento; Elaborando materiais pedagógicos, teóricos e digitais que permitam a constituição de um acumulado de meios que promovam a alfabetização, a inclusão e a permanência das crianças nos anos iniciais do ensino fundamental; Participando, junto às professoras de EI, do desenvolvimento dos planos de ação pedagógica, da elaboração de materiais, observando as especificidades dos grupos etários; Participando da elaboração e coordenação de projetos pedagógicos especiais que envolvam crianças, famílias e comunidades, potencializando os dispositivos de gestão participativa nas unidades; Participando junto aos grupos de crianças, juntamente com as professoras, em particular no que se refere aos eixos metodológicos da EI: conhecimento, brincadeira, relações sociais (entre pares e com os adultos)
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EstandePIBID e Escola Pública na formação de professores
ResponsávelMonica Martins da Silva
TrabalhoSubprojeto Química
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Luciana Passos Sa - Autor(a)
Santiago Francisco Yunes - Co-autor(a)
Delys Mayla Melo Nunes - Colaborador(a)
Bernardo Pacheco Nunes Pires - Colaborador(a)
Reginaldo Lynnyker Melo da Silva - Colaborador(a)
Giulia Caroline Pellis - Colaborador(a)
Gabriela Grade - Colaborador(a)
DescriçãoO PIBID Química procura desenvolver a construção de conhecimentos inerentes à docência, a partir da participação dos licenciandos nas aulas teóricas e práticas; em cursos e oficinas para formação, da elaboração de propostas didáticas pelos bolsistas de iniciação à docência (licenciandos) e supervisores (professor da educação básica); do envolvimento dos licenciandos e supervisores na organização das atividades do subprojeto para a vivência em atividades de avaliação, planejamento e trabalho em grupo; Vivência em diferentes experiências no ambiente escolar; Atuação dos bolsistas em atividades extra classe; desenvolvimento de Projetos Temáticos e produções que envolvam experiências metodológicas diferenciadas e interdisciplinares; troca de experiências entre os bolsistas, participação no processo de avaliação e planejamento, para o fortalecimento dos fundamentos das atividades docentes. Além disso, promove o envolvimento dos licenciandos na preparação de materiais para as atividades e na divulgação das ações desenvolvidas no subprojeto para a comunidade escolar.
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EstandePIBID Matemática
ResponsávelFelipe Lopes Castro
TrabalhoPIBID Matemática na EEB Getúlio Vargas
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Daniela Ieno Marcolla - Autor(a)
Felipe Lopes Castro - Co-autor(a)
Alexsandro Souza da Rosa Junior - Colaborador(a)
Diogo Heredia Luz - Colaborador(a)
Gabriel Henrique Inoue - Colaborador(a)
Jose Ricardo Silva Tavares - Colaborador(a)
Kahwã Appel de Souza - Colaborador(a)
Mário Nunes Nogueira - Colaborador(a)
Pedro Henrique Sebben - Colaborador(a)
Tainara Markus - Colaborador(a)
DescriçãoEste trabalho tem como objetivo divulgar e relatar oficinas produzidas pelos IDs do PIBID no colégio EEB Getúlio Vargas, em Florianópolis, assim como propor meios alternativos de ensino de matemática, principalmente por meio da gamificação. As oficinas realizadas tiveram como objetivo trazer os assuntos abordados em sala de uma forma não convencional, aplicada e interativa, de modo que despertasse mais interesse por parte dos alunos.
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EstandePIBID Matemática
ResponsávelFelipe Lopes Castro
TrabalhoPIBID Matemática na EEM Jacó Anderle
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Luiza Fernanda Martins Costa - Autor(a)
Felipe Lopes Castro - Co-autor(a)
Haimon Lannier Silveira - Colaborador(a)
Kauan Manes Martins - Colaborador(a)
Luiz Eduardo Lins Zaro - Colaborador(a)
Luiza Dilli Cadore - Colaborador(a)
Marcelo Natale Junkes - Colaborador(a)
Pedro Dutra Cunha - Colaborador(a)
Saulo Duenas Morato - Colaborador(a)
Zito Djeme - Colaborador(a)
DescriçãoApresentaremos um relato das atividades desenvolvidas e experiências vividas no dia-a-dia das atividades realizadas junto aos alunos do ensino médio e do ensino fundamental da Escola de Ensino Médio Jacó Anderle (Florianópolis/Santa Catarina), popularmente conhecida como "Escola Jovem". Nele, comentaremos não somente as dificuldades encontradas nesse período para implementação, execução ou continuação dessas experiências, mas também as oportunidades, aproveitadas ou não, que aconteceram durante esse tempo e que acreditamos poderão, inclusive, subsidiar futuros momentos do projeto, talvez até além do curso de Licenciatura em Matemática, do qual fazemos parte.
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EstandePIBID Matemática
ResponsávelFelipe Lopes Castro
TrabalhoPIBID Matemática nas escolas EBM João Alfredo Rohr e EBM Beatriz de Souza Brito
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Fabiana Blasius Jeremias - Autor(a)
Monike Flavia Barbosa Bley Lima Rocha - Autor(a)
Felipe Lopes Castro - Co-autor(a)
Felipe da Silva - Colaborador(a)
Iarla Silva dos Santos - Colaborador(a)
Larissa de Souza Medeiros - Colaborador(a)
Mateus Riffel Porto - Colaborador(a)
Livia Vilela Boava - Colaborador(a)
Rafael dos Santos - Colaborador(a)
Samanta Bornia - Colaborador(a)
Sulita Fonseca Fanda Malala - Colaborador(a)
DescriçãoEste trabalho busca apresentar algumas reflexões construídas a partir das vivências que tivemos durante nossa participação no PIBID dos cursos de Matemática da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), atuando na Escola Básica Municipal João Alfredo Rohr. Estivemos inseridos em três turmas diferentes do Ensino Fundamental. Ao longo do período, desenvolvemos oficinas com os alunos, que tinham como principal objetivo tornar os conteúdos de Matemática mais claros, de forma que fizessem mais sentido aos alunos e de modo que eles pudessem aumentar o seu entendimento sobre tais assuntos. A partir disso e do acompanhamento das aulas, buscamos trazer neste texto algumas observações que surgiram ao longo desse contato, pensando tanto nas dificuldades do dia-a-dia dentro de uma sala de aula, quanto em questões maiores que envolvem o próprio funcionamento do ensino de Matemática nessa etapa da escolarização. As oficinas foram elaboradas dentro do contexto da turma acompanhada, o que nos possibilitou acompanhar diferentes ritmos de aprendizagem, perceber estratégias que funcionam melhor com determinados grupos e refletir sobre o nosso papel como futuros professores. O contato direto com alunos e professores ajuda também a entender a realidade da profissão que escolhemos seguir e nos dá espaço para repensarmos algumas coisas que, antes, pareciam mais simples do que realmente são. Durante a atuação como bolsistas do PIBID Matemática na Escola Básica Municipal João Alfredo Rohr, tivemos a oportunidade de observar aulas de turmas de 8° ano, lecionadas pela professora Fabiana, assim, selecionamos atividades que atendessem às demandas de aprendizado das turmas, para assim, promover um ambiente de interação e comunicação entre os alunos, ao mesmo tempo que colocasse em prática os conteúdos estudados durante aquele período.
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EstandePlaneta Água: Aquicultura Sustentável para o Futuro
ResponsávelAline Brum Figueredo Ruschel
TrabalhoPlaneta Água: Aquicultura Sustentável para o Futuro
ÁreaTecnologia
TipoOutro
Autor(es)Aline Brum Figueredo Ruschel - Autor(a)
Katt Regina Lapa - Co-autor(a)
DescriçãoO curso de Engenharia de Aquicultura da UFSC participa da SEPEX com a proposta “Planeta Água: Aquicultura Sustentável para o Futuro”, inserida na temática “Planeta Água: Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu Território”. A iniciativa busca divulgar a aquicultura como atividade estratégica para a segurança alimentar, a conservação dos recursos pesqueiros e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. São apresentadas espécies cultivadas em Santa Catarina, sistemas de produção e experimentos que evidenciam a relação entre aquicultura, sustentabilidade e inovação tecnológica. Por meio de atividades práticas e materiais didáticos, estudantes e visitantes têm a oportunidade de conhecer organismos aquáticos em diferentes fases de vida, compreender o papel da aquicultura no contexto socioeconômico e refletir sobre sua importância no enfrentamento dos desafios globais. A proposta reforça o compromisso do curso em formar profissionais capacitados e em promover a cultura oceânica como ferramenta para atingir os objetivos do desenvolvimento sustentável, os quais incluem alimentação e trabalho justo para todos e garantia de continuidade de recursos e condições necessárias à dignidade da vida humana nas próximas gerações. É inegável a importância de assegurar condições climáticas favoráveis à vida e à produção de alimentos e, neste cenário, a aquicultura desponta como atividade uma indispensável no presente e no futuro.
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EstandePlaneta Água: do clima ao corpo — fungos e suas conexões invisíveis com a saúde
ResponsávelIara Fabrícia Kretzer
TrabalhoMicologia Clínica para todos: do laboratório clínico ao seu dia a dia
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Iara Fabrícia Kretzer - Autor(a)
Jairo Ivo dos Santos - Co-autor(a)
Maria Luiza Dotto Carpes - Colaborador(a)
Rodrigo Teixeira Destro - Colaborador(a)
Thaís Helena Espíndola - Colaborador(a)
Milena Basquera Bertuol - Colaborador(a)
DescriçãoO Laboratório Didático de Micologia Clínica da UFSC (MICLIN) convida a todos para uma jornada interativa e esclarecedora com o trabalho “Micologia Clínica para todos: do laboratório clínico ao seu dia a dia”. Através de uma abordagem lúdica e acessível, apresentaremos como fungos, invisíveis a olho nu, podem impactar diretamente nosso dia a dia. Além de informações visuais sobre o tema, serão apresentados modelos didáticos em 3D (bonecos) de fungos para uma compreensão tátil e visual de suas estruturas e jogos educativos e interativos: atividades que abordam de forma divertida a ecologia dos fungos, suas formas de transmissão, como é feito o diagnóstico de micoses e das medidas de controle dessas doenças. Além das atividades interativas, divulgaremos as importantes ações do MICLIN, que incluem o atendimento gratuito a pacientes com suspeita de micoses e a capacitação contínua de estudantes e profissionais da saúde. Essas dinâmicas visam envolver todos os públicos, estimulando a curiosidade e conhecimento sobre a relação entre fungos, e saúde no cotidiano das pessoas, promovendo a compreensão da importância da micologia clínica para a saúde e aproximando a Universidade da comunidade.
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EstandePlaneta Água: do clima ao corpo — fungos e suas conexões invisíveis com a saúde
ResponsávelIara Fabrícia Kretzer
TrabalhoMicologia Clínica: quando o ambiente encontra o corpo
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Iara Fabrícia Kretzer - Autor(a)
Jairo Ivo dos Santos - Co-autor(a)
Rodrigo Teixeira Destro - Colaborador(a)
Maria Luiza Dotto Carpes - Colaborador(a)
Thaís Helena Espíndola - Colaborador(a)
Milena Basquera Bertuol - Colaborador(a)
DescriçãoAlinhado ao tema da SEPEX 2025, o Laboratório Didático de Micologia Clínica da UFSC (MICLIN) apresenta no estande “Micologia Clínica e o Planeta Água: conexões invisíveis entre ambiente e saúde”, o trabalho “Micologia Clínica: quando o ambiente encontra o corpo”. Nesta proposta, destacamos como as mudanças climáticas e os eventos ambientais extremos — como enchentes, alagamentos e deslizamentos — criam condições favoráveis para a proliferação e dispersão de fungos patogênicos. Esses microrganismos, invisíveis a olho nu, podem se tornar ameaças reais à saúde coletiva, especialmente em populações mais vulneráveis. O público será convidado a explorar: Microscópios e placas de cultivo, uma oportunidade única para visualizar a beleza e complexidade desses microrganismos; Infográficos e posters, que mostram potenciais surtos de micoses associados a cenários de enchentes e mudanças ambientais, além de medidas de controle. Nosso objetivo é mostrar a ponte entre clima, ambiente e saúde, despertando a curiosidade científica e promovendo a conscientização sobre o papel da micologia clínica na prevenção e no enfrentamento de infecções emergentes. Dessa forma, o MICLIN se posiciona como espaço de ciência e educação que conecta a sociedade aos desafios atuais da saúde em um planeta em transformação.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
Trabalho11 anos do Núcleo CEEMO: uma retrospectiva
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Beatrice Távora - Co-autor(a)
Camila Rodrigues Albuquerque - Co-autor(a)
DescriçãoO núcleo Estudios en Corpus del Español Escrito con Marcas de Oralidad (CEEMO), coordenado pela Profa. Dra. Leandra Cristina de Oliveira, completa dez anos de história. Fundado em 2014, o projeto integra pesquisadores, internos e externos à UFSC, com interesse pela descrição e análise de fenômenos linguísticos da língua em uso. Ao longo dos anos o CEEMO tem se dedicado em compilar textos escritos que apresentem marcas de oralidade em sua composição. Tendo em conta a diversidade diacrônica, diatópica, diafásica e diastrática da língua, o projeto tem organizado corpora que espelham esses fatores dos quais decorrem a variação e mudança linguísticas, reunindo textos de diferentes esferas. O projeto conta com transcrições de peças teatrais, material de áudio de amostras fílmicas (versão fonte e dublagem) e epístolas de destinatários de distintos países hispano-falantes. Tendo em vista o amplo espaço geográfico compreendido pela língua espanhola, o CEEMO se preocupa em selecionar e transcrever gêneros textuais representativos das diversas zonas dialetais do idioma. Reconhecendo que a língua está intimamente atrelada a fatores extralinguísticos, representativos da realidade do falante e de sua comunidade de fala, o contato com amostras de diversas variedades do espanhol tem proporcionado discussões produtivas sobre diversos aspectos sócio-históricos que incidem no idioma. O presente trabalho, apresentado na forma de banner, procura fomentar discussões sobre língua, sociedade e diversidade cultural ao visitar as amostras que compõem o projeto. Celebrando os dez anos do CEEMO, a exposição também faz uma retrospectiva sobre as ações desenvolvidas no projeto, bem como seus desdobramentos.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
TrabalhoArpilleras - hilos de memoria
ÁreaEducação
TipoModelo
Autor(es)Clareana Moreira de Castro Eugênio - Autor(a)
DescriçãoA proposta tem como tema a tradição das arpilleras, bordados narrativos que, em Violeta Parra e em coletivos de mulheres latino-americanas, transformaram tecidos em espaços de memória e resistência. Adaptando essa prática ao tema da Sepex, a proposta articula arte, ludicidade e aprendizagem do espanhol com a reflexão sobre a água como elemento vital e simbólico nas cosmoviões do mundo hispânico. O objetivo é sensibilizar os estudantes do Ensino Médio, para o papel da língua como canal de partilha cultural e de transformação social, ao mesmo tempo em que ampliam o vocabulário (natureza, cores, sentimentos, elementos da água). Metodologicamente, os participantes receberão peças ilustradas com imagens e palavras em espanhol relacionadas à água (chuva, río, mar, lágrima, vida, memoria). Em pequenos grupos, deverão compor sobre um painel coletivo suas “arpilleras de papel”, organizando narrativas visuais e textuais que expressem como a água conecta culturas, histórias e afetos. Ao final, as peças se juntam em um grande mural de “aguas compartidas”, que simboliza o fluxo entre língua, memória e identidade.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
TrabalhoCuidarse con el agua: palabras que fluyen
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Carla de Oliveira - Colaborador(a)
Fermin Erdocia - Colaborador(a)
Marta Regina Lauermann - Colaborador(a)
Matheus Ulian da Silva - Colaborador(a)
Dougleizy Stefania Flores Palacio Patricio Ramilo - Colaborador(a)
Jonathan Vinícius Vieira - Colaborador(a)
DescriçãoConsidera-se a língua não apenas como instrumento de comunicação, mas como veículo de partilha de conhecimentos, identidades e transformações sociais. A atividade lúdica central, intitulada “Cuidarse con el agua: palabras que fluyen”, articula a aprendizagem da língua espanhola à conscientização socioambiental. A dinâmica envolve um jogo em que os participantes retiram cartões bilíngues (espanhol/português) de uma “fuente de agua”, contendo vocabulário relacionado ao universo aquático e mensagens de autocuidado e sustentabilidade. Cada cartão contém, de um lado, uma palavra ou expressão em espanhol relacionada ao universo da água (gota, río, mar, fluir, claridad, manantial, ola, lluvia); e, do outro, uma mensagem de autocuidado e sustentabilidade, como beber mais água, tomar banhos curtos, reutilizar água da chuva ou regar plantas em horários adequados. A proposta busca estimular a reflexão sobre a importância da água para o bem-estar individual e coletivo, ao mesmo tempo em que promove a ampliação do vocabulário em espanhol em um contexto significativo e participativo. Destinada a crianças, jovens e adultos, a atividade é de curta duração (2 a 5 minutos por participante) e utiliza materiais acessíveis, como cartões em formato de gotas e um painel coletivo. O caráter interativo favorece a educação ambiental, a valorização da diversidade linguística e o engajamento social em práticas sustentáveis.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
TrabalhoHaicais para o oceano
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Bruna Rosseti Meneghin - Autor(a)
DescriçãoA atividade “Haicais para o oceano” é uma proposta de intervenção cultural e educação ambiental situada no contexto da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030) da ONU. Ela visa fomentar a cultura oceânica no nosso território, utilizando a literatura como ferramenta transversal para sensibilizar e engajar o público não especializado no debate sobre as mudanças climáticas e a conservação dos ecossistemas aquáticos. O objetivo da atividade é relacionar a literatura e a cultura oceânica ao debate ambiental contemporâneo, incentivando uma postura crítica sobre os impactos das mudanças climáticas nos territórios costeiros e aquáticos da América Latina. Os participantes são convidados a criar haicais (estilo de poema curto japonês) a partir de estímulos visuais (imagens de ecossistemas costeiros), podendo adotar tanto uma perspectiva lírica quanto uma postura de denúncia ambiental. A proposta prevê a abordagem de temas densos por meio de uma linguagem acessível e profundamente humana. O resultado final esperado é a criação de um “varal de haicais”, que extrapola o produto escrito individual, gerando uma obra coletiva que serve como testemunho artístico do compromisso do grupo com a causa ambiental.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
TrabalhoLetramento Social: abordando a violência doméstica no ensino de LEE através do gênero textual catálogo, uma questão social e pública
ÁreaDireitos Humanos
TipoModelo
Autor(es)Leandro Araújo dos Santos - Colaborador(a)
DescriçãoA violência doméstica e feminicídio no Brasil tem escancarado suas consequências. Segundo o Tribunal de Justiça Eleitoral do Estado do Paraná, além das mulheres vítimas dessa agressão, às crianças e adolescentes que presenciam essas situações podem gerar dificuldades de aprendizado, como déficit cognitivo e transtornos mentais. Também sabemos que este tipo de violência atinge mulheres de todas as classes sociais, raças, idades e níveis de escolaridade. Por esta razão foi decidido desenvolver nas aulas de espanhol, em uma escola pública de Santa Catarina, Escola professora Emérita Duarte Silva e Souza, uma atividade didática com o gênero textual catálogo, com o propósito de discutir e exemplificar essa grave questão social e pública. A pesquisa tem como objetivo proporcionar informações para todos e todas que estão à margem do sistema patriarcal e violento. Desejamos ilustrar o resultado desta pesquisa para não só instruir e educar as mulheres, mas também, os homens e os próprios produtores deste catálogo. A revista trará em suas páginas multimodais (a fim de chamar a atenção do leitor com cores, imagens, figuras e textos) maneiras de se proteger, denunciar (presencial ou on-line nas delegacias da mulher e seus respectivos endereços) e sofrer (física, psicológica, sexual e moral) a violência doméstica e familiar.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
TrabalhoMapa literário: las águas de América Latina
ÁreaComunicação
TipoOutro
Autor(es)Clara Elis Requenha - Colaborador(a)
DescriçãoA água é um elemento simbólico muito recorrente na literatura latino-americana, representando vida, memória, espiritualidade e resistência cultural. Nessa proposta, pretende-se a articulação da literatura e ludicidade por meio da atividade “Mapa literário: las águas de América Latina”, que tem como objetivo aproximar o público da pluralidade cultural do mundo hispano-americano, destacando a relevância da água como símbolo poético e identitário. A atividade foi pensada seguindo a temática da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT/2025): “Planeta Água: cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território”, e consiste em um mapa da América Latina, no qual cada país estará associado a um fragmento literário curto (poemas ou contos) relacionado à água, como por exemplo, os rios de Horacio Quiroga (Argentina), o mar em Pablo Neruda e Gabriela Mistral (Chile), a chuva em César Vallejo (Peru) ou o oceano em Rubén Darío (Nicarágua). Ao visitar o estande, os participantes poderão sortear ou escolher um país no mapa e receber o fragmento correspondente. Em seguida, serão convidados a interagir criativamente com o texto, colando sobre o mapa uma palavra em espanhol que represente o efeito poético ou emocional produzido pela leitura. O resultado esperado é a construção coletiva de um mapa literário das águas, que visibilize o vínculo entre língua, literatura e meio ambiente na América Latina, principalmente em relação à importância da água na nossa cultura, de forma lúdica, inclusiva e participativa.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
TrabalhoNúcleo CEEMO e o diálogo com a Educação Básica
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Beatrice Távora - Autor(a)
Leandra Cristina de Oliveira - Co-autor(a)
DescriçãoEm consonância com a proposta da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão de levar o conhecimento científico para além do ambiente acadêmico, apresentamos um banner que se propõe a divulgar a atuação do Núcleo Corpus do Espanhol Escrito com Marcas de Oralidade (CEEMO) junto à comunidade escolar da grande Florianópolis. Trata-se do projeto desenvolvido na Escola de Educação Básica Simão José Hess, e intitulado “Mujeres que hicieron historia en Latinoamérica”. Com a participação de aproximadamente 350 estudantes do primeiro ao terceiro ano do Ensino Médio, o projeto abordou o tema da presença feminina na realidade sócio-cultural da América Latina de forma a dar protagonismo a mulheres tradicionalmente invisibilizadas nas narrativas históricas. Como resultado, proporcionou-se um espaço para o debate sobre a pluralidade de vozes e corpos femininos em movimentos históricos, literários, artísticos e culturais, assim como a reflexão sobre os problemas das narrativas que apagam a presença das mulheres. Espera-se, portanto, sensibilizar os visitantes do estande para a importância do diálogo entre a Educação Superior e a Educação Básica, como forma de contribuir para a formação do profissional da área de letras e áreas afins e para a formação e cidadania dos estudantes da Educação básica.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
TrabalhoPlaneta Água: Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu Território
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Camila Duarte de Jesus - Colaborador(a)
Julia Stela Domingos Torres - Colaborador(a)
Samella Vaz - Colaborador(a)
DescriçãoNo desenvolvimento do nosso projeto, planejamos a criação de um panfleto informativo sobre as Mudanças climáticas que afetam o Território hispano-caribenho. O objetivo é conscientizar a comunidade sobre os impactos ambientais na região e apresentar formas práticas de enfrentamento. Para enriquecer a proposta, pesquisamos também uma lenda relacionada ao Folclore caribenho, que conecta a tradição cultural à temática da mudança climática, trazendo um olhar mais simbólico e próximo da identidade local. Além disso, selecionamos uma música que dialoga com o tema, unindo a arte à reflexão sobre o meio ambiente.Como atividade lúdica elaboraremos um quiz no Kahoot, que será aplicado durante a apresentação e cujo link também estará disponível no panfleto, possibilitando que o público participe de forma interativa. Esse quiz une Consciência ambiental e aspectos gramaticais da língua espanhola (por exemplo, perguntas como “¿Cómo se escribe océano?”), contribuindo tanto para a aprendizagem linguística quanto para a reflexão sobre o meio ambiente. Por fim, traremos como suporte artigos e fontes científicas que explicam de maneira clara os efeitos das mudanças climáticas e ações que podem ser adotadas para reduzir seus impactos. Assim, o projeto busca unir informação, cultura e participação ativa, dentro da temática “Planeta Água: Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu Território”, fortalecendo a Sensibilização ambiental por meio da língua e da diversidade cultural hispano-caribenha.
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EstandePluralidades do mundo hispano-falante imersas no Planeta Água
ResponsávelLeandra Cristina de Oliveira
Trabalho¿Cuidas el medio ambiente?: cartazes sobre mudança climática
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Bruna Rosseti Meneghin - Autor(a)
DescriçãoAs mudanças climáticas representam um dos maiores desafios do século XXI, impactando diretamente nossas vidas. Refletir sobre esse problema torna-se essencial para compreender de que forma nossos territórios estão inseridos nesse cenário global e como podemos contribuir para estratégias de enfrentamento. Nesse contexto, alunos do nível 4 dos Cursos Extracurriculares de Espanhol desenvolveram cartazes, em língua espanhola, alinhados à temática da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT/2025): “Planeta Água: cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território” e conectados a Unidad 8 - ¿Cuidas el medio ambiente?, presente no livro didático, Experiencias B1 (Edelsa, 2020), utilizado em sala. Os materiais desenvolvidos por trios de alunos integraram informações científicas, perspectivas culturais e reflexões sociais sobre os efeitos das mudanças climáticas e a importância dos oceanos. A atividade buscou, ao mesmo tempo, ampliar o repertório linguístico dos estudantes e promover a conscientização ambiental, estabelecendo um elo entre o aprendizado acadêmico e o compromisso socioambiental. Espera-se que a exposição desses cartazes sensibilize os visitantes da 22ª SEPEX para a relação entre a linguagem e questões sociais e ambientais emergentes.
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EstandePORTO DE PARADA: A CIÊNCIA E A CULTURA OCEÂNICA PARA UM FUTURO JUSTO E SUSTENTÁVEL
ResponsávelAlessandra Larissa D Oliveira Fonseca
TrabalhoPorto de Parada: o Balanço Ético Global (BEG)
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Alessandra Larissa D Oliveira Fonseca - Autor(a)
Maya Ribeiro Baggio - Co-autor(a)
Hellen Martins Rios - Co-autor(a)
Laura Pioli Kremer - Co-autor(a)
Luciara Azevedo de Mello - Co-autor(a)
Leônidas João de Mello Junior - Co-autor(a)
DescriçãoA proposta adota como um dos eixos metodológicos o Balanço Ético Global (BEG), ferramenta participativa e interdisciplinar que promove reflexões sobre o território (maretórios) em três dimensões temporais: passado, presente e futuro. As questões “Quais ações para adaptação à mudança climática são emergenciais em meu território?” e “Que tradições ou práticas da sua comunidade nos ensinam a viver em maior equilíbrio com a natureza?” servirão de base para o desenvolvimento da dinâmica BEG (MMA, 2025), a qual será adaptada, trazendo ludicidade e gamificação, para promover a interação de crianças e jovens.
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EstandePrograma de Educação Tutorial - PET Nutrição UFSC
ResponsávelFrancilene Gracieli Kunradi Vieira
TrabalhoA experiência do PET Nutrição na promoção do inglês acadêmico
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Francilene Gracieli Kunradi Vieira - Autor(a)
Cecilia de Medeiros Carrilho - Colaborador(a)
Yander Bampi de Matos - Colaborador(a)
Eduardo Bevilaqua Klein - Colaborador(a)
Barbara Serratine Elias - Colaborador(a)
Ana Paula Borges - Colaborador(a)
Carol Hartmann Rosso - Colaborador(a)
Letícia Rosa da Silveira - Colaborador(a)
Lucas Ferreira Sarda da Conceiçao - Colaborador(a)
Leticia Flores Apelião - Colaborador(a)
Mayara Mota Rodrigues - Colaborador(a)
Cristina Castilha - Colaborador(a)
Eduardo Fusco Filho - Colaborador(a)
Gustavo Targina Ferreira - Colaborador(a)
Gabriel Alexandre Baptista Pereira Carvalho - Colaborador(a)
DescriçãoIntrodução: O domínio de línguas estrangeiras, especialmente o inglês, é fundamental para estudantes de Nutrição, estando presente em diferentes momentos da formação acadêmica, como em disciplinas, leituras complementares, trabalhos de conclusão de curso e atividades extracurriculares. Este trabalho objetiva descrever as atividades de incentivo à prática em língua inglesa realizadas no ano de 2025 pelos alunos do Programa de Educação Tutorial do curso de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina. Métodos: As atividades são organizadas e planejadas semanalmente ou quinzenalmente por uma dupla de alunos. São selecionados artigos científicos para leitura e discussão em grupo, organizados jogos, realizadas dinâmicas de conversação e formações internas do grupo, e incentivado o uso de aplicativos e softwares gratuitos de aprendizado de idioma. Resultados: Até o momento foram realizados encontro quinzenais, onde foram discutidos artigos, realizadas dinâmicas, jogos e formações internas. Conclusão: O aprimoramento da leitura de textos científicos em inglês, a ampliação do vocabulário técnico, a maior autonomia no aprendizado de idiomas e maior confiança na comunicação em língua estrangeira, contribuem para a formação acadêmica e profissional dos estudantes.
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EstandePrograma de Educação Tutorial - PET Nutrição UFSC
ResponsávelFrancilene Gracieli Kunradi Vieira
TrabalhoA relevância das visitas técnicas na formação acadêmica de estudantes de nutrição
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Francilene Gracieli Kunradi Vieira - Autor(a)
Mayara Mota Rodrigues - Colaborador(a)
Lucas Ferreira Sarda da Conceiçao - Colaborador(a)
Eduardo Bevilaqua Klein - Colaborador(a)
Leticia Flores Apelião - Colaborador(a)
Ana Paula Borges - Colaborador(a)
Barbara Serratine Elias - Colaborador(a)
Carol Hartmann Rosso - Colaborador(a)
Cecilia de Medeiros Carrilho - Colaborador(a)
Cristina Castilha - Colaborador(a)
Letícia Rosa da Silveira - Colaborador(a)
Yander Bampi de Matos - Colaborador(a)
Eduardo Fusco Filho - Colaborador(a)
Gustavo Targina Ferreira - Colaborador(a)
Gabriel Alexandre Baptista Pereira Carvalho - Colaborador(a)
DescriçãoIntrodução: A realização de visitas técnicas em empresas de alimentos ou refeições contribui para a formação em nutrição, favorecendo a integração entre teoria e prática, ampliando a compreensão dos processos produtivos e das normas de segurança alimentar. Este trabalho objetiva descrever as visitas técnicas realizadas no ano de 2024 pelos alunos do Programa de Educação Tutorial do curso de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina. Métodos: As saídas de campo foram programadas coletivamente, selecionando datas e locais que o grupo considerou plausível para visitação. A organização envolveu contato com as empresas, solicitação de transporte para deslocamento, logística das atividades nos dias das visitas e formulários de avaliação pós visitas. Resultados: Em 2024, foram realizadas sete visitas técnicas: Ypy Sorvetes (Florianópolis), Seara Alimentos (Gaspar), Urbano Alimentos (Jaraguá do Sul), Nugali Chocolates (Pomerode), Pappenborg (Holandês) Laticínios (Biguaçu), Essential Nutrition (São José) e na Essential Pharma (Palhoça). Conclusão: As visitas técnicas favoreceram a compreensão sobre a história e funcionamento de pequenas e grandes empresas, com aprendizagem sobre o recebimento de matérias primas, processamento, embalagem, tratamento de resíduos e distribuição dos produtos. Além de contribuírem para a qualificação profissional dos alunos, as visitas técnicas fortaleceram o relacionamento entre os petianos
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EstandePrograma de Educação Tutorial - PET Nutrição UFSC
ResponsávelFrancilene Gracieli Kunradi Vieira
TrabalhoAtendimentos nutricionais para universitários: a experiência do projeto UniNutri na UFSC
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Francilene Gracieli Kunradi Vieira - Autor(a)
Mayara Mota Rodrigues - Colaborador(a)
Eduardo Bevilaqua Klein - Colaborador(a)
Leticia Flores Apelião - Colaborador(a)
Lucas Ferreira Sarda da Conceiçao - Colaborador(a)
Ana Paula Borges - Colaborador(a)
Barbara Serratine Elias - Colaborador(a)
Cecilia de Medeiros Carrilho - Colaborador(a)
Letícia Rosa da Silveira - Colaborador(a)
Yander Bampi de Matos - Colaborador(a)
Cristina Castilha - Colaborador(a)
Mariana Bruning de Araujo - Colaborador(a)
Bruna Frederico - Colaborador(a)
Carol Hartmann Rosso - Colaborador(a)
DescriçãoRealizar atendimento ambulatorial individualizado para graduandos e pós graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina com o objetivo de prevenção e promoção da saúde e incentivo de hábitos alimentares saudáveis. Trata-se de um projeto de extensão para o desenvolvimento de um ambulatório de nutrição voltado a acadêmicos da UFSC com idade entre 18 e 35 anos, para criação e manutenção de um estilo de vida saudável. Os atendimentos serão realizados na sala de Clínicas Integradas do Centro de Ciências da Saúde (CCS). As atividades serão conduzidas por estudantes do Programa Educação Tutorial (PET) Nutrição, sob coordenação da proponente do projeto. Os pacientes serão acompanhados por tempo determinado conforme cada caso, e os agendamentos serão realizados pela própria equipe do projeto, de acordo com a disponibilidade de agenda para os atendimentos. Durante os atendimentos, serão coletados dados pertinentes à história clínico-nutricional, incluindo dados sociodemográficos, história familiar de doenças, história pregressa de doenças, uso de medicamentos e diagnóstico clínico atual. Será conduzida a avaliação do estado nutricional por meio de avaliação antropométrica, avaliação do consumo alimentar e avaliação de exames bioquímicos (mais recentes, quando o paciente possuir). Na avaliação antropométrica serão coletadas, com auxílio de adipômetro, balança e fita métrica inelástica, as medidas de peso, altura, circunferências do braço relaxado, braço contraído, cintura, quadril, coxa medial, panturrilha, e dobras cutâneas, sendo utilizado o protocolo de Jackson e Pollock (1978) para cálculo do % de gordura corporal. O consumo alimentar será avaliado por meio de um dia alimentar usual, sendo também avaliadas informações sobre o hábito alimentar do paciente, que incluem preferências, aversões e intolerâncias alimentares, alteração no apetite, número de refeições diárias, local e horário das refeições. A partir da avaliação nutricional, será determinado o diagnóstico nutricional dos pacientes e, então, planejada a intervenção nutricional, de forma individualizada, incluindo a elaboração de plano dietético individualizado, estratégias de educação alimentar e nutricional e materiais extras pertinentes ao caso. Serão realizadas reuniões semanais, ou com frequência a depender das demandas que surgirem dos atendimentos, as quais terão o objetivo de discutir os casos e pensar conjuntamente em intervenções e nas condutas a serem adotadas para cada paciente. Espera-se que este projeto de extensão promova acesso ao atendimento nutricional à estudantes universitários, contribuindo para a melhora das condições de saúde, nutrição e qualidade de vida dos indivíduos atendidos, e promovendo autonomia para realização de escolhas alimentares saudáveis e seguras. Ademais, almeja-se contribuir para o fortalecimento do vínculo entre Universidade e sua Comunidade, bem como, colaborar com a consolidação dos conhecimentos dos estudantes de nutrição.
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EstandePrograma de Educação Tutorial - PET Nutrição UFSC
ResponsávelFrancilene Gracieli Kunradi Vieira
TrabalhoIntegração ensino e comunidade: ações beneficentes do PET Nutrição/UFSC
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Ana Paula Borges - Colaborador(a)
Barbara Serratine Elias - Colaborador(a)
Carol Hartmann Rosso - Colaborador(a)
Cecilia de Medeiros Carrilho - Colaborador(a)
Cristina Castilha - Colaborador(a)
Eduardo Bevilaqua Klein - Colaborador(a)
Leticia Flores Apelião - Colaborador(a)
Letícia Rosa da Silveira - Colaborador(a)
Lucas Ferreira Sarda da Conceiçao - Colaborador(a)
Mayara Mota Rodrigues - Colaborador(a)
Yander Bampi de Matos - Colaborador(a)
DescriçãoIntrodução: A realização de atividades beneficentes na área da nutrição visa atender demandas emergentes, especialmente a populações vulneráveis que, frequentemente, não têm acesso a informações sobre alimentação saudável. Este trabalho objetivou descrever as ações beneficentes de nutrição desenvolvidas no ano de 2025 pelos alunos do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina. Métodos: As ações foram planejadas e executadas conforme as necessidades e o público dos locais contatados. Resultados: Em 2025, o PET Nutrição realizou um total de 12 atividades. Entre elas: cinco ações de Educação Alimentar e Nutricional no Centro de Educação Infantil Professor Antônio Joaquim de Souza, envolvendo 22 crianças de 5 a 6 anos, nas quais foram realizadas degustações de alimentos saudáveis, contação de histórias sobre nutrição e jogos educativos; uma ação no Asilo Irmão Joaquim, em que idosos participaram de análise sensorial de alimentos, cheirando e identificando diferentes aromas, resgatando memórias afetivas; participação no projeto “Semeando Ciência, Colhendo Saúde”, com atividades lúdicas, inclusivas e multidisciplinares em escolas públicas; e cinco ações de arrecadação de alimentos em eventos organizados pelo PET Nutrição, com coleta de alimentos não perecíveis posteriormente entregues no Asilo Irmão Joaquim, Florianópolis. Conclusão: As ações desenvolvidas oportunizaram ao público assistido maior conhecimento sobre alimentação e nutrição e proporcionaram maior integração dos estudantes com a comunidade, estimulando o fortalecimento da empatia, das habilidades de colaboração e trabalho em equipe.
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EstandePrograma de Educação Tutorial - PET Nutrição UFSC
ResponsávelFrancilene Gracieli Kunradi Vieira
TrabalhoPET Nutrição UFSC e a tríade ensino, pesquisa e extensão
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Francilene Gracieli Kunradi Vieira - Autor(a)
Leticia Flores Apelião - Colaborador(a)
Mayara Mota Rodrigues - Colaborador(a)
Lucas Ferreira Sarda da Conceiçao - Colaborador(a)
Eduardo Bevilaqua Klein - Colaborador(a)
Ana Paula Borges - Colaborador(a)
Barbara Serratine Elias - Colaborador(a)
Carol Hartmann Rosso - Colaborador(a)
Cecilia de Medeiros Carrilho - Colaborador(a)
Cristina Castilha - Colaborador(a)
Letícia Rosa da Silveira - Colaborador(a)
Yander Bampi de Matos - Colaborador(a)
Gustavo Targina Ferreira - Colaborador(a)
Eduardo Fusco Filho - Colaborador(a)
Gabriel Alexandre Baptista Pereira Carvalho - Colaborador(a)
DescriçãoO Programa de Educação Tutorial (PET), tendo como base a indissociabilidade da tríade universitária de ensino, pesquisa e extensão, envolvendo os participantes em um processo de formação integral de ensino-aprendizagem. Nesse sentido o PET Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), busca proporcionar aos acadêmicos do curso de graduação condições para a realização de atividades extracurriculares, que complementam e elevam a qualidade de sua formação acadêmica. Este trabalho objetiva relatar atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas em 2025 pelo PET Nutrição UFSC, na perspectiva de destacar a importância desse programa na formação integral do estudante do curso de Nutrição da UFSC e das contribuições do mesmo para a comunidade externa. As atividades desenvolvidas envolveram formações internas, cursos e formações externas, debates, acolhimento aos calouros, visitas técnicas, projetos de pesquisa e extensão e também resumos em eventos. As ações envolviam diferentes temáticas e voltadas a públicos distintos, possibilitaram um maior engajamento e uma formação acadêmica ampla e de qualidade aos estudantes envolvidos direta ou indiretamente com o Programa.
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EstandePrograma de Educação Tutorial - PET Nutrição UFSC
ResponsávelFrancilene Gracieli Kunradi Vieira
TrabalhoProjeto Café com Ciência
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Amanda Bagolin do Nascimento - Autor(a)
Ana Carolina Fernandes - Autor(a)
Cristina Castilha - Colaborador(a)
Lucas Ferreira Sarda da Conceiçao - Colaborador(a)
Yander Bampi de Matos - Colaborador(a)
Julia Prochnow Kalckmann - Colaborador(a)
Catharina Soares de Pellegrin - Colaborador(a)
Larissa Fier Foti - Colaborador(a)
Laura Volpato - Colaborador(a)
Eduardo Matteo Sell Possamai - Colaborador(a)
DescriçãoO Projeto Café com Ciência é um projeto parceiro do PET Nutrição. Tem por objetivos instrumentalizar e capacitar a comunidade acadêmica para a melhor compreensão de evidências científicas. Para tanto, o projeto oferece cursos de capacitação em métodos de pesquisa e em Saúde Baseada em Evidências, e mantém, na rede social Instagram, o perfil @cafecomciencia.ufsc, onde são publicados conteúdos relacionados à temática. Dessa forma, o Café com Ciência pretende contribuir para o fortalecimento da relação entre a Universidade e a Sociedade, colaborando com a melhoria do conhecimento popular sobre alimentação, nutrição e saúde, bem como promovendo informação sobre o processo de construção científico do conhecimento, o que possibilita, entre outros, diferenciar notícias reais de notícias falsas.
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EstandePrograma de Educação Tutorial - PET Nutrição UFSC
ResponsávelFrancilene Gracieli Kunradi Vieira
TrabalhoPromoção da educação alimentar e nutricional a famílias em situação de vulnerabilidade social
ÁreaSaúde
TipoPainel
Autor(es)Francilene Gracieli Kunradi Vieira - Autor(a)
Leticia Flores Apelião - Colaborador(a)
Ana Paula Borges - Colaborador(a)
Barbara Serratine Elias - Colaborador(a)
Carol Hartmann Rosso - Colaborador(a)
Cecilia de Medeiros Carrilho - Colaborador(a)
Letícia Rosa da Silveira - Colaborador(a)
Yander Bampi de Matos - Colaborador(a)
Mayara Mota Rodrigues - Colaborador(a)
Eduardo Bevilaqua Klein - Colaborador(a)
Lucas Ferreira Sarda da Conceiçao - Colaborador(a)
Cristina Castilha - Colaborador(a)
DescriçãoEste estudo qualitativo descreveu a experiência de ações extensionistas de educação alimentar e nutricional realizada em 2024 por estudantes do PETnutrição da UFSC com famílias em situação de vulnerabilidade atendidas pelo Programa Orgânico Solidário, em Florianópolis. Foram promovidos noveencontros mensais com rodas de conversa, dinâmicas e decisão de culinária saudável. Os temas, definidos pelos participantes e baseados no Guia Alimentarpara a População Brasileira, abordam rotulagem, custo e substituição de alimentos e doenças crônicas relacionadas à alimentação. Observar alta adesão eenvolvimento das famílias, melhoria nos hábitos alimentares, maior compreensão sobre rótulos e relatos de benefícios à saúde. As estratégias utilizadasfavoreceram a participação ativa, troca de saberes e adoção de práticas alimentares mais saudáveis. O projeto destacou o impacto positivo da extensão universitária na promoção da saúde e na formação dos estudantes de nutrição.
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EstandePrograma de Residência Multiprofissional em Saúde da Família (REMULTISF)
ResponsávelRoger Flores Ceccon
TrabalhoPrograma de Residência Multiprofissional em Saúde da Família
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Roger Flores Ceccon - Autor(a)
Keli Regina Dal Pra - Autor(a)
DescriçãoA formação continuada de profissionais de Saúde tem sido um dos pilares da Pós-Graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Formar profissionais que atuem de acordo com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e especialmente de forma interprofissional, estabelecendo ações humanizadas no cuidado em saúde é uma das premissas desta formação. Neste sentido, o Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família (REMULTISF), da UFSC, caracteriza-se como uma formação de Pós-Graduação Lato Sensu, na modalidade Residência, proposta pela UFSC em parceria com as Prefeituras Municipais de Florianópolis, São José, Araranguá́ e Balneário Arroio do Silva, por meio de suas respectivas Secretarias Municipais de Saúde. No âmbito da UFSC, estão envolvidos sete departamentos de ensino: Ciências Farmacêuticas, Enfermagem, Odontologia, Nutrição, Educação Física, Saúde Pública e Serviço Social. O Curso tem a duração de dois anos, com 5760 horas de atividades teóricas, práticas e teórico-práticas em cenários de prática. O ingresso é anual e realizado por meio de processo seletivo divulgado na página do Programa (www.coremu.ufsc.br). Está estruturado teórica e metodologicamente em acordo com as diretrizes da Política de Educação Permanente em Saúde do Ministério da Saúde. O objetivo do estante é a divulgação da história e da atuação da REMULTISF na Atenção Primária em Saúde (APS) para os estudantes e comunidade, interessados em participar do Programa. Além disso, tem o intuito de mostrar as atividades realizadas pelas turmas de residência nos Centros de Saúde onde atuam e na UFSC, por meio de fotos, informativos utilizados nos Centros de Saúde que resultam do trabalho multiprofissional, vídeos e banners com relatos de experiências, e ainda trazer reflexões sobre temas que a Residência aborda no seu cotidiano, como o conceito ampliado de saúde, trabalho multiprofissional, reafirmação dos princípios do SUS e a saúde da família. Os colaboradores do estande serão ex-residentes, residentes e servidores docentes que atuam na REMULTISF e ficarão disponíveis para demonstrar os materiais, realizar dinâmicas e dialogar sobre o tema entre colaboradores do estande e a comunidade.
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EstandePrograma PROEXT-PG UFSC: PPGs com as Escolas
ResponsávelRoberto Willrich
TrabalhoCiência e Educação II
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Evelise Maria Nazari - Autor(a)
DescriçãoDesenvolvendo competências para aplicação do método científico na Educação Básica . Coordenação: Evelise Maria Nazari.Tem como objetivo que estudantes e professores das Escolas de Educação Básica terão contato com estudantes e professores de PPG da UFSC em atividades que contribuirão para a vivência das etapas do método científico e o desenvolvimento do pensamento crítico, através de metodologias ativas e investigativas. As atividades previstas possibilitarão o acesso da equipe proponente às Escolas de Educação Básica de Florianópolis e cidades vizinhas, bem como o acesso de estudantes e professores destas Escolas às dependências de laboratórios de pesquisa da UFSC
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EstandePrograma PROEXT-PG UFSC: PPGs com as Escolas
ResponsávelRoberto Willrich
TrabalhoConscientização sobre os Efeitos das Drogas de Abuso no Desenvolvimento do Sistema Nervoso: Uma Iniciativa nas Escolas de Ensino Fundamental e Médio
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Patricia de Souza Brocardo - Autor(a)
DescriçãoCoordenado pelas Profas. Cristiane Ribeiro de Carvalho e Patricia de Souza Brocardo, este projeto visa promover a conscientização e prevenção do uso de drogas, com foco especial no consumo de álcool durante o desenvolvimento do sistema nervoso. Por meio de uma abordagem interdisciplinar, o projeto envolve estudantes de graduação e pós-graduação da UFSC em atividades de ensino, pesquisa e extensão. Visitas a escolas de ensino médio são realizadas, onde são apresentadas informações sobre os efeitos nocivos das drogas, utilizando-se de material didático elaborado pelos participantes. Palestras, debates e eventos complementares são organizados para ampliar o alcance e impacto das atividades. O projeto visa não apenas informar, mas também capacitar e engajar a comunidade na construção de um futuro mais saudável e consciente, promovendo assim uma relação transformadora entre a universidade e a sociedade. No estande da SEPEX a ideia seria divulgar o projeto através de folheto informativo e explicação direta aos professores, além de interagir diretamente com os estudantes, com atividades interativas voltadas para faixa etária de 10-17 anos
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EstandePrograma PROEXT-PG UFSC: PPGs com as Escolas
ResponsávelRoberto Willrich
TrabalhoEducação E Promoção Da Saúde: Questões Emergentes E Combate À Desinformação
ÁreaSaúde
TipoOutro
Autor(es)Felipa Rafaela Amadigi - Autor(a)
DescriçãoCoordenação: Felipa Rafaela Amadigi. Visa promover práticas saudáveis entre estudantes, educadores e pais. Estruturado em dois grandes eixos temáticos, o primeiro foca na importância da vacinação e o segundo aborda questões emergentes em saúde, como saúde mental, nutrição, atividade física, e prevenção de doenças e agravos em saúde. De modo transversal, o projeto se dedica ao combate efetivo à desinformação, um desafio contemporâneo que compromete a saúde coletiva
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EstandePrograma PROEXT-PG UFSC: PPGs com as Escolas
ResponsávelRoberto Willrich
TrabalhoEstratégias pedagógicas inclusivas aplicadas à Educação Básica
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Lizandra Garcia Lupi Vergara - Autor(a)
DescriçãoCoordenada pela Profa. :Lizandra Garcia Lupi Vergara, este programa de extensão se propõe a contribuir com os conhecimentos teóricos e práticos sobre estratégias pedagógicas inclusivas - envolvendo Tecnologia Assistiva (TA), Ergonomia e Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), por meio de ações de formação continuada para os professores da educação básica do estado de Santa Catarina, e produção e aplicação de Jogos Educativos e Livros Digitais Inclusivos, a serem desenvolvidos pela equipe multiprofissional da Educação Especial do Colégio de Aplicação (CA/UFSC) e alunos de Pós-graduação e Iniciação Científica, da Graduação (IC) e do Ensino Médio (IC-EM), que atuam no Laboratório de Tecnologia Assistiva e Ergonomia (LABTAE), coordenado pela proponente. A intenção é auxiliar no processo de ensino e aprendizagem dos estudantes com deficiência, altas habilidades/superdotação e Transtorno do Espectro Autista (TEA), promovendo a conscientização sobre a importância de se oferecer oportunidades de aprendizagem e qualidade do ensino que assegure que a educação esteja
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EstandePrograma PROEXT-PG UFSC: PPGs com as Escolas
ResponsávelRoberto Willrich
TrabalhoProjeto Fritz Müller
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Carlos Rogerio Tonussi - Autor(a)
DescriçãoCoordenador Carlos Rogério Tonussi. O objetivo deste projeto é implantar essas trilhas de exploração no Parque Municipal do Córrego Grande, para o que já estamos em colaboração técnica com a administração do parque e, assim, estabelecer um equipamento permanente para as atividades de divulgação científica e ambiental de nosso projeto de extensão, direcionado a estudantes do ensino fundamental e médio. Bem como, continuar a distribuição de nossos livros nas escolas.
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EstandePrograma PROEXT-PG UFSC: PPGs com as Escolas
ResponsávelRoberto Willrich
TrabalhoSemeando Ciência - Colhendo Saúde
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Oscar Jose Rover - Autor(a)
DescriçãoCoordenador: Oscar José Rover. Pretende incentivo a agricultura familiar, com células de Consumidores Responsáveis, a partir da qual um grupo de agricultores abastece semanalmente alimentos agroecológicos para um grupo de consumidores, em um ponto de entrega de fácil acesso para este último grupo. Na presente proposta, esse ponto de entrega seria cada escola cujos professores, discentes e famílias decidam participar da tecnologia social
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EstandePrograma PROEXT-PG UFSC: PPGs com as Escolas
ResponsávelRoberto Willrich
TrabalhoUFSC, Um Oceano de Conhecimentos
ÁreaMeio Ambiente
TipoOutro
Autor(es)Barbara Segal Ramos - Autor(a)
DescriçãoCoordenação: Bárbara Segal Ramos [Jaqueline de Toledo]. Promover a cultura oceânica, sensibilizando estudantes e educadores/as sobre questões ambientais, desenvolvendo o pensamento crítico sobre assuntos que os cercam, através de atividades de ensino-aprendizagem conduzidas sob a ótica científica. A universidade abrirá suas portas para receber a comunidade acadêmica oriundas de escolas públicas de ensino fundamental e médio em suas unidades de ensino e pesquisa, bem como também proporcionará a ida aos espaços onde estão inseridos esse público, para alcançar também a comunidade acadêmica de escolas com maior vulnerabilidade
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EstandePrograma PROEXT-PG UFSC: PPGs com as Escolas
ResponsávelRoberto Willrich
TrabalhoVozes decoloniais na escola: saberes interculturais para a transformação social
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Adriana Angelita da Conceicao - Autor(a)
DescriçãoCoordenado pela Profa. Adriana Angelita da Conceição (MEN/CED/UFSC). O objetivo do projeto de extensão é contribuir com a Formação Continuada e Permanente de docentes da Educação Básica Pública, a partir de oficinas, para promover o aprimoramento das relações entre saberes acadêmicos e tradicionais, envolvendo os seguintes temas: Ensino de História, Pedagogias Decoloniais, Ecopedagogias, Educação para as Relações Étnico-Raciais, História Indígena, Movimentos Sociais e Educação. Assim, a ação de extensão tem o objetivo de assumir, junto à universidade, um papel social, cultural e político de espaço de resistência, luta e produção de conhecimento com bases no diálogo, interligando o saber científico ao tradicional.
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EstandeProjeto Rondon
ResponsávelEdmilson Rampazzo Klen
TrabalhoProjeto Rondon
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Edmilson Rampazzo Klen - Autor(a)
DescriçãoO Projeto Rondon, coordenado pelo Ministério da Defesa, é conduzido em estreita parceria com o Ministério da Educação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, o Ministério da Saúde, o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Integração Nacional, o Ministério do Esporte e a Secretaria de Governo da Presidência da República. É uma ação interministerial do Governo Federal realizada em coordenação com os Governos Estadual e Municipal que, em parceria com as Instituições de Ensino Superior, reconhecidas pelo Ministério da Educação. Tem como objetivo somar esforços com as lideranças comunitárias e com a população, a fim de contribuir com o desenvolvimento local sustentável e na construção e promoção da cidadania. O Rondon pode ser considerado mais do que um projeto educacional e social, é uma poderosa ferramenta de transformação social, na medida em que conscientiza jovens que terão nas mãos o destino deste país e da importância do seu papel de protagonista na busca de uma sociedade mais justa.
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EstandeProtto UFSC Motorsport
ResponsávelRodrigo de Souza Vieira
TrabalhoProjeto do Veículo de 2025
ÁreaTecnologia
TipoModelo
Autor(es)Rodrigo de Souza Vieira - Autor(a)
Descrição
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EstandeQuimidex - Laboratório de Divulgação Científica em Química
ResponsávelEdilon Frasson da Rosa
TrabalhoA acidificação dos oceanos
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Santiago Francisco Yunes - Autor(a)
Anelise Maria Regiani - Co-autor(a)
Edilon Frasson da Rosa - Co-autor(a)
Ana Carolina Pedroso Campos Canto - Colaborador(a)
Luciana Fogaca de Oliveira - Colaborador(a)
Aline Neto Domingos - Colaborador(a)
DescriçãoO banner trata da acidificação dos oceanos, destacando a importância do pH como medida de acidez ou alcalinidade, variando de 0 a 14. Ele mostra como o indicador de repolho roxo pode ser usado para identificar diferentes valores de pH e apresenta a composição iônica da água do mar, onde predominam cloro e sódio. Explica que o efeito estufa contribui para o aquecimento global, aumentando a concentração de CO2 na atmosfera. Esse gás é absorvido pelos oceanos, alterando o equilíbrio químico e reduzindo o pH da água, processo que leva à acidificação. O equilíbrio químico é essencial para manter a estabilidade do pH, a sobrevivência da vida marinha, a segurança alimentar e a regulação climática. Por fim, o banner ilustra uma reação química que demonstra a interação entre ácidos e carbonatos, reforçando a importância do tema para o meio ambiente.
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EstandeQuimidex - Laboratório de Divulgação Científica em Química
ResponsávelEdilon Frasson da Rosa
TrabalhoCiclos biogeoquímicos dos manguezais
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Anelise Maria Regiani - Autor(a)
Santiago Francisco Yunes - Co-autor(a)
Edilon Frasson da Rosa - Co-autor(a)
Tomas Fernando Wilcke - Colaborador(a)
Lucas Ribas Pretto - Colaborador(a)
Aline Neto Domingos - Colaborador(a)
DescriçãoOs manguezais são ecossistemas costeiros dinâmicos de transição entre ambientes terrestres e marinhos. Estes ambientes de água salobra são caracterizados por solos predominantemente lodosos, formados por depósitos ricos em silte e argila, são tipicamente anaeróbicos, ricos em sulfato, matéria orgânica e microrganismos. Além disso, são considerados berçários para diversas espécies, provendo matéria orgânica e abrigo. Suas principais características podem ser explicadas através de três ciclos biogeoquímicos: carbono, nitrogênio e enxofre. Nos manguezais, o carbono é fixado principalmente por deposição atmosférica, transformando gás carbônico em material orgânico pela fotossíntese. O nitrogênio sofre um processo parecido, onde bactérias fixadoras reduzem o N2 à amônia que pode ser convertido em nitrito e nitrato por outras bactérias. Para o enxofre, bactérias redutoras de enxofre - SRB, utilizam sulfatos em meio anaeróbico para oxidar matéria orgânica. Em Florianópolis, os manguezais concentram-se principalmente na porção oeste da ilha, banhados pelas águas das Baías Sul e Norte.
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EstandeQuimidex - Laboratório de Divulgação Científica em Química
ResponsávelEdilon Frasson da Rosa
TrabalhoFatos e Fakes sobre os oceanos
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Anelise Maria Regiani - Autor(a)
Santiago Francisco Yunes - Co-autor(a)
Edilon Frasson da Rosa - Co-autor(a)
Gabriel Antonio de Oliveira - Colaborador(a)
Descrição
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EstandeQuimidex - Laboratório de Divulgação Científica em Química
ResponsávelEdilon Frasson da Rosa
TrabalhoO trono de Ariel
ÁreaEducação
TipoMaquete
Autor(es)Anelise Maria Regiani - Autor(a)
Santiago Francisco Yunes - Co-autor(a)
Edilon Frasson da Rosa - Co-autor(a)
Aline Neto Domingos - Colaborador(a)
Descrição
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EstandeQuimidex - Laboratório de Divulgação Científica em Química
ResponsávelEdilon Frasson da Rosa
TrabalhoPescaria do Lixo – Salvando os Oceanos
ÁreaEducação
TipoMaquete
Autor(es)Santiago Francisco Yunes - Autor(a)
Anelise Maria Regiani - Co-autor(a)
Edilon Frasson da Rosa - Co-autor(a)
Aline Neto Domingos - Colaborador(a)
DescriçãoNesta atividade, inspirada na tradicional pescaria de festa junina, o objetivo é trocar os peixes por garrafas PET e transformar a brincadeira em uma reflexão sobre a poluição dos oceanos. Cada participante deve "pescar" uma garrafa plástica, simbolizando a ação de retirar resíduos do mar. A proposta é simples, mas carrega um forte valor educativo: conscientizar sobre o impacto do lixo plástico na vida marinha e na saúde do planeta. Ao invés de competir por prêmios, os participantes contribuem simbolicamente para a limpeza dos oceanos, aprendendo que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças. Além de ser divertida, a dinâmica estimula a empatia ambiental e o senso de responsabilidade coletiva. Durante a atividade, é possível abrir espaços para conversas sobre reciclagem, consumo consciente e preservação dos ecossistemas marinhos. A Pescaria do Lixo é uma forma lúdica e criativa de promover educação ambiental, conectando cultura popular com temas urgentes da atualidade.
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EstandeQuimidex - Laboratório de Divulgação Científica em Química
ResponsávelEdilon Frasson da Rosa
TrabalhoPoluição por plásticos
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Santiago Francisco Yunes - Autor(a)
Anelise Maria Regiani - Co-autor(a)
Edilon Frasson da Rosa - Co-autor(a)
Bruna Rodrigues de Oliveira - Colaborador(a)
Raissa Milani - Colaborador(a)
Aline Neto Domingos - Colaborador(a)
DescriçãoEste banner aborda a problemática da poluição por plásticos, explicando que são materiais sintéticos derivados de polímeros, formados por processos de adição ou condensação. Detalha a composição dos plásticos (homopolímeros e copolímeros) e introduz o conceito de microplásticos - fragmentos menores que 5 mm originados da degradação de resíduos plásticos. O material alerta para os impactos ambientais, como a entrada dessas partículas na cadeia alimentar, a liberação de aditivos tóxicos e alterações em processos biológicos. Por fim, sugere medidas para combater o problema, incluindo o uso de produtos reutilizáveis e o apoio a inovações científicas para remover microplásticos do ambiente.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeQuimidex - Laboratório de Divulgação Científica em Química
ResponsávelEdilon Frasson da Rosa
TrabalhoUma revolução aquática na perfumaria
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Anelise Maria Regiani - Autor(a)
Santiago Francisco Yunes - Co-autor(a)
Edilon Frasson da Rosa - Co-autor(a)
Mariana Weber da Silva - Colaborador(a)
Giulia Souza da Silva - Colaborador(a)
Aline Neto Domingos - Colaborador(a)
DescriçãoAssim como a maioria das invenções na química, o Calone foi descoberto ao acaso. Quando cientistas da Pfizer estavam pesquisando moléculas para produzir um tranquilizante acessível, acabaram percebendo que um dos compostos sintetizados (metil benzodiazepina) exalava um forte cheiro de melancia – o Calone. Após ser patenteado, ele foi usado amplamente em perfumes dos anos 90, popularizado por trazer a sensação de frescor e verão. O precursor da nova onda de perfumes aquáticos foi o Cool Water de Davidoff: contendo Calone em sua composição, chamou a atenção do mercado por se contrapor aos perfumes amadeirados. Com isso, um novo tipo de fragrâncias foi criado - os perfumes aquáticos. A partir da metil benzodiazepina foram produzidas variações dessa substância. Ao mudar a localização do grupo alquila, moléculas com novas nuances olfativas são criadas, aumentando o leque de opções na produção desse tipo de perfume.
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Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24
EstandeRádio Ponto UFSC – Temporada 2025
ResponsávelValci Regina Mousquer Zuculoto
TrabalhoRádio Ponto UFSC: projeto articula extensão, ensino e pesquisa
ÁreaComunicação
TipoÁudio
Autor(es)Valci Regina Mousquer Zuculoto - Autor(a)
Raphaela Xavier de Oliveira Ferro - Co-autor(a)
Anderson Luiz Condor Baltar - Co-autor(a)
Luis David Falcão Padilha - Co-autor(a)
Luiza Zanotti Moro - Co-autor(a)
Rafael Dias Cardoso - Colaborador(a)
Fernanda Rossi - Colaborador(a)
Maria Eduarda de Souza - Colaborador(a)
Rafael Guizolfi Viegas - Colaborador(a)
Danielly Cardoso Alves - Colaborador(a)
DescriçãoA Rádio Ponto UFSC é uma webemissora do Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, desenvolvida no Curso de graduação (JOR UFSC) com colaboração do Programa de Pós-Graduação (PPGJor UFSC). Uma das estações virtuais pioneiras do webrádio universitário brasileiro, foi criada em 1999, a partir de um TCC das então alunas Fabiana de Liz e Sabrina D’Aquino, orientadas pelo professor Eduardo Meditsch, portanto completando 26 anos neste 2025. Desde seu início funciona como extensão que se articula com ensino e pesquisa, constituindo-se, assim, no projeto extensionista ainda em atividade mais antigo do Jornalismo da UFSC. Desenvolve-se por meio de projetos renovados anualmente. Atualmente, está no ar o projeto de extensão “Rádio Ponto UFSC – Temporada 2025”, produzindo, transmitindo e disponibilizando dezenas de programas a cada semestre. A estação virtual transmite e circula programação gravada e ao vivo, informativa, educativa, esportiva e cultural, com programas e/ou podcasts semanais regulares, temáticos semestrais e coberturas especiais como as das edições da SEPEX, Copas de futebol, Eleições no país, além de vasto acervo. As coberturas especiais de grandes eventos, ao longo da história da estação, consolidaram-se como produções de destaque da sua programação, tornando-se referências nacionais no webrádio universitário brasileiro. A grade de programação do atual semestre 2025.2, inclui, entre outras produções e coberturas especiais, os tradicionais programas Bola na Trave, O Som da Notícia, Senta que lá vem a Notícia, Ponto de Encontro, Insira a Ficha, Grid de Largada, Pontuando, Fora da Bolha, Cine Ponto e Precisamos falar sobre Rádio, além dos novos Sabores em Pauta e Que Praia é essa? Voltada ao interesse público, a Rádio Ponto, ao estabelecer e produzir sua programação, busca atender ao direito da sociedade de receber informação qualificada, ética, plural; experimentar radiojornalismo inovador e diferenciado da mídia tradicional, complementando a formação dos(as) estudantes, desenvolver potencial de disseminar conhecimento, informação, educação, cultura e estimular exercício da cidadania. Irradia noticiários com foco na produção da Universidade e em informações sobre educação superior. Além de articular-se com ensino da graduação e pós-graduação, também atua em parceria com outras ações extensionistas e a pesquisa da Universidade, sobretudo com o Grupo de Investigação em Rádio, Fonografia e Áudio – Girafa/UFSC/CNPq. Referência no país como uma das pioneiras da radiofonia universitária na web, integra a Rede de Rádios Universitárias do Brasil-RUBRA. Também desenvolve parcerias externas, com outros projetos, rádios, webemissoras e instituições de ensino e científicas do país. Já recebeu um grande número de prêmios ao longo de sua trajetória. Mais recentes, neste ano, foram na Expocom, durante o Intercom Nacional 2025, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, onde a Rádio Ponto obteve primeiro lugar em duas modalidades, na Categoria Jornalismo. Na modalidade “Produção Laboratorial em Áudio e Radiojornalismo”, o programa vencedor foi “As mãos que empurraram o reitor”, de Camila Soares Borges e Júlia Cataneo, orientado pelo professor Áureo Moraes. Em “Reportagem em Áudio e Radiojornalismo”, venceu a produção “A Cultura Drag em Florianópolis: Identidade, Arte e Poder”, de Felipe Paze e Nathalia Luna, com orientação da professora Valci Zuculoto. E no IV Prêmio Rubra de Rádio Universitário, da Rede de Rádios Universitárias do Brasil, a webemissora recebeu premiações em três categorias. Em “Documentário”, novamente foi vencedor “As mãos que empurraram o reitor”. Em “Radiodrama”, a produção “Os Fantasmas de Etelvina” conquistou o segundo lugar. Trabalho dos(as) estudantes Ana Luiza Muniz, Iara Regina Rocha, Isadora Camello, Isadora Pavei, Juliana da Silva Carvalho e Marcelo Evangelista Pedrozo, com técnica de Luiz Roque Bezerra e orientação da professora Valci Zuculoto. Em terceiro lugar, na categoria “Programa Cultural”, ficou o programa “Afrosom”, produzido por Diôgo Bastos, Letícia Barros, com apoio do monitor William Fabiano e dos técnicos Luiz Roque Bezerra e Peter Lobo, sob a orientação do professor Marcelo Barcelos. A estação virtual produz nos estúdios do Laboratório de Radiojornalismo e transmite e/ou disponibiliza sua programação no seu site http://radioponto.sites.ufsc.br/sitenovo (em reconstrução no momento), em seus canais nas redes sociais e em plataformas de streaming. Além do Spotify https://open.spotify.com/show/3EapoWPQP4xOLLUAuJ3SXN , circula nas seguintes plataformas: Overcast, Apple Podcast, Radio Public, Pocket Casts. Para divulgação, está no Instagram https://www.instagram.com/radiopontoufsc/ e Facebook www.facebook.com/radiopontoufsc/ Também possui um canal no WhatsApp. O canal do YouTube é utilizado para transmissões ao vivo, em tempo real, em https://www.youtube.com/channel/UCJR6tiEsw99lsmnl2M0Sz0w. Já o acervo da webemissora igualmente pode ser acessado nas plataformas MixCloud www.mixcloud.com/discover/radio-ponto-ufsc e SoundCloud www.soundcloud.com/r-dio-ponto-ufsc RÁDIO PONTO UFSC – TEMPORADA 2025 - EQUIPE DIRETIVA: Coordenadora geral: Profa. Dra. Valci Regina Mousquer Zuculoto; Coordenação técnica: servidores técnicos Luiz Roque Bezerra e Peter Lobo (supervisor do Laboratório de Radiojornalismo); Editora-Chefe: Doutoranda Raphaela Ferro (PPGJor/UFSC); Editor-Chefe: Doutorando Anderson Baltar (PPGJor/UFSC); Produtor-Chefe: Bolsista de Extensão Graduando Rafael Cardoso (Jor/UFSC); Produtor-Chefe Assistente: Doutorando Luis David Padilha (PPGJor/UFSC); Editora-Chefe Assistente: Monitora Graduanda Danielly Cardoso Alves (Jor/UFSC); Produtor-Chefe Assistente: Monitor Graduando Rafael Viegas (Jor/UFSC); Produtora-Chefe Assistente:Estagiária Graduanda Fernanda Rossi (Jor/UFSC); Editora-Chefe Assistente: Doutoranda Luiza Zanotti (PPGJor/UFSC); Editora-Chefe Assistente: Graduanda Maria Eduarda de Souza ( Jor/UFSC); Produtor-Chefe Assistente: Graduando Willian Fabiano da Silva (Jor/UFSC).
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EstandeSAJU - Serviço de Assessoria Jurídica Popular
ResponsávelCláudio Macedo de Souza
TrabalhoSAJU - Serviço de Assessoria Jurídica Popular
ÁreaDireitos Humanos
TipoVídeo
Autor(es)Cláudio Macedo de Souza - Autor(a)
Daniel Amaro de Vasconcelos - Colaborador(a)
Maria Eduarda Pimenta Sampaio - Colaborador(a)
Liz Marengo Balerini - Colaborador(a)
Isabela Lima Guimaraes - Colaborador(a)
Lucas Eduardo Brum de Matos Rigoli Gonçalves - Colaborador(a)
Maria Eduarda de Freitas Leitao - Colaborador(a)
Mirella Cristina da Costa Tito - Colaborador(a)
Gabriele Dutra Primo - Colaborador(a)
Maria Luisa Arruda do Nascimento - Colaborador(a)
Isabel Luiza Barth Schumann - Colaborador(a)
DescriçãoO SAJU é o Serviço de Assessoria Jurídica Popular Universitária da UFSC e tem como intenção cumprir o dever social do direito desde a graduação. É uma iniciativa dos próprios estudantes do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) em parceria com advogados populares que trabalham em frentes cujo papel social é relevante. Além de outras atividades igualmente importantes e sempre voltadas ao desenvolvimento da comunidade, principalmente, as comunidades marginalizadas pelo Estado.
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EstandeSecretaria de Cultura, Arte e Esportes
ResponsávelCristiane Ker de Melo
TrabalhoSecretaria de Cultura, Arte e Esporte
ÁreaCultura
TipoPainel
Autor(es)Cristiane Ker de Melo - Colaborador(a)
DescriçãoA Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da UFSC (SeCArtE) é órgão da administração central, responsável pelo fomento e desenvolvimento da cultura e arte na Universidade Federal de Santa Catarina. Seu principal objetivo é fomentar a cultura de forma ampla, por meio da produção e difusão de projetos e programas, é o princípio norteador das ações da Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina. Instituída em 2008, a partir do desmembramento da antiga Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, a SeCArte desenvolve suas atividades sob a missão de formular, implantar e gerir, por meio do diálogo com a comunidade acadêmica, ações de cultura e arte que potencialize a vivência e a produção de cultura nos campi. Orientada por tal missão, as ações da Secretaria de Cultura estão voltadas para a consecução dos seguintes objetivos: 1) Transformar a UFSC em um centro relevante de produção e experimentação artística; 2) Estimular o ensino, a produção e a pesquisa em arte em todos os campi da UFSC; 3) Transformar a UFSC num centro irradiador de arte e cultura, promovendo a integração entre a Universidade e a Sociedade; 4) Promover e preservar o patrimônio cultural material e imaterial da Universidade; 5) Revitalizar os espaços culturais da UFSC; 6) Garantir a diversidade cultural. Sua missão é propiciar a construção de um espaço que potencialize a vivência e a produção de cultura, ampliando a formação profissional dos alunos, promovendo a participação de toda a comunidade universitária em projetos artístico culturais, bem como incentivando a integração da comunidade universitária com a sociedade. Tem como visão ser referência nacional e internacional em Cultura e Arte, dispondo de pessoal qualificado, capacitado e comprometido com as ações artístico culturais da UFSC. Seus valores pautam pela criatividade, pluralidade, sensibilidade, liberdade, diálogo e valorização da arte e do ser humano.
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EstandeSEPEX com o Laboratório Bridge
ResponsávelRaul Sidnei Wazlawick
TrabalhoSEPEX com o Laboratório Bridge
ÁreaTecnologia
TipoOutro
Autor(es)Beatriz Soares Avila - Colaborador(a)
Cristiano Franco Alice - Colaborador(a)
Descrição
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EstandeSiEM (Simulações de Organizações Internacionais para o Ensino Médio)
ResponsávelFilipe Jose Dias
TrabalhoSiEM (Simulações de Organizações Internacionais para o Ensino Médio)
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Filipe Jose Dias - Co-autor(a)
Sandra Regina Leal - Co-autor(a)
Evellyn Texeira Locatelli - Colaborador(a)
Beatriz Farias do Nascimento - Colaborador(a)
Ana Carolina da Silva Pereira - Colaborador(a)
DescriçãoO primeiro SiEM ocorreu em abril de 2011, quando os estudantes da rede pública e privada de ensino tiveram a oportunidade de debater temas da agenda das principais Organizações Internacionais. Foram eles: as sanções ao Irã decorrentes do seu Programa Nuclear, a Guerra das Malvinas, o combate ao terrorismo, a pirataria na Somália, a posição da União Europeia sobre a crise Israel/Palestina, as Salvaguardas ao Irã decorrentes do Programa Nuclear e possíveis sanções, as doenças relacionadas às mudanças climáticas e o tráfico de pessoas. Vale ressaltar que todas as reuniões foram baseadas em reuniões reais, sendo representadas da forma mais fiel possível. Naquele ano, contamos com a presença de 200 estudantes de ensino médio. Desde então, o SiEM ocorreu anualmente por nove anos seguidos, e retornando em 2023 após a pandemia, tonando-se parte fundamental da formação de diversos jovens por Santa Catarina. A participação dos estudantes de ensino médio aumentou de 200 para 950 estudantes. Na sua última edição presencial (2025), além dos quase 800 estudantes (secundaristas e graduandos), contabilizamos também a presença de 400 familiares, professores, coordenadores de escolas e visitantes em geral que participaram no dia do evento apenas como observadores. O número de escolas participantes também se ampliou a cada ano e, em 2025, contamos com a participação de 28 escolas das redes públicas e privadas de Grande Florianópolis, Araranguá, Balneário Camboriú e Passo Fundo. Ressalta-se que os registros dos eventos estão no site https://siem.ufsc.br/. Também foram publicados artigos relatando os resultados e importância do projeto: ARIENTI, Patricia Fonseca Ferreira; MICHELETTI, Carolina Veras; LUZ, Davi Antunes da; BOSSO, João Paulo Cavazzani; SOUZA, Leonardo Felipe Santos de. Relato de experiência do projeto SiEM na UFSC. In Revista Eletrônica de Extensão – Extensio, Universidade Federal de Santa Catarina, v. 18 n. 40, 2021. p 243-251 ARIENTI, Patricia Fonseca Ferreira et al. SIMULAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO: Educação Transformadora. In: 37º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul, 2019, Florianópolis. ARIENTI, Patricia Fonseca Ferreira; PAGLIARI, G. C. . Uma reflexão sobre a prática das Simulações no ensino das Relações Internacionais: um estudo sobre a Simulação para o Ensino Médio. In: X Encontro da Associação Brasileira de Ciência Política, 2016, Belo Horizonte. Ciência Política e a Política: Memória e Futuro, 2019 DRI, C.; LEITE, I. C.; PAGLIARI , G. C.; ARIENTI, Patricia Fonseca Ferreira . Experiências alternativas de ensino na UFSC: simulações e contato com atores sociais locais. MERIDIANO 47 (UNB), v. 18, p. 1-17, 2017.
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EstandeTerra, Trabalho e Resistência: intersecção entre a questão agrária, urbana e ambiental
ResponsávelMailiz Garibotti Lusa
TrabalhoTerra, Trabalho e Resistência: intersecção entre a questão agrária, urbana e ambiental
ÁreaEducação
TipoOutro
Autor(es)Mailiz Garibotti Lusa - Autor(a)
Sirlandia Schappo - Co-autor(a)
Aline Ogliari - Co-autor(a)
Gustavo Dourado Tronco - Co-autor(a)
Isadora Vieira Barbosa - Colaborador(a)
Camila Camargo - Colaborador(a)
Stefany Mouriana Moura Pavao - Colaborador(a)
Rafaela Schaffer - Colaborador(a)
Descrição Mesa interativa com distribuição de folders e marca textos com informações sobre o Grupo, projetos e atividades desenvolvidas.  Exposição de fotos da “Viagem de Estudos: movimentos sociais do campo em Santa Catarina – 2025: MST, MAB e MPA”  Varal de memórias e história: exposição de fotos, tags de conteúdo dos princípios e das principais atividades de extensão desenvolvidas pelo TTR nos últimos quatro (04) anos, permeadas de poemas relacionados à terra, à classe trabalhadora e suas lutas e resistências.  Exposição de materiais, produtos e alimentos do Projeto Raízes do Brasil/SC;  Apresentação de materiais do acompanhamento e assessoramento às populações indígenas de Florianópolis.
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EstandeUFSC TERRITÓRIO INDÍGENA
ResponsávelRicardo Socas Wiese
TrabalhoUFSC TERRITORIO INDÍGENA
ÁreaDireitos Humanos
TipoVídeo
Autor(es)Ricardo Socas Wiese - Co-autor(a)
DescriçãoApresentação de vídeo sobre o projeto da Moradia Estudantil Indígena
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EstandeViolências de gênero e cidadania digital - Laboratório de Estudos de Gênero e História
ResponsávelCristina Scheibe Wolff
TrabalhoGênero, Feminismos e Poder no Sul-Sul (1992-2023)
ÁreaCultura
TipoPainel
Autor(es)Vera Fatima Gasparetto - Autor(a)
Joana Maria Pedro - Co-autor(a)
Maria Eduarda Lopes Taques - Colaborador(a)
DescriçãoO projeto amplia o diálogo entre feminismos africanos e latino-americanos, analisando desafios, resistências e estratégias de mulheres no poder. Propõe repensar o gênero e a política a partir do Sul Global, valorizando experiências e saberes produzidos por mulheres em contextos decoloniais. Intelectuais africanas: No âmbito do conhecimento acadêmico, várias mulheres intelectuais africanas são docentes em universidades europeias e norte-americanas. Influenciam pensadoras feministas em contextos transnacionais, especialmente setores do feminismo decolonial latino-americano, que vem dialogando com algumas dessas autoras. Críticas praticamente unânimes à generalização com que o continente é tratado e aos pressupostos epistemológicos dos estudos de gênero que utiliza modelos associados à herança do colonialismo europeu e ao neocolonialismo (MCFADDEN, 2011; CASIMIRO, 2014; MAMA, 2011; BAKARE-YUSUF, 2003).
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EstandeViolências de gênero e cidadania digital - Laboratório de Estudos de Gênero e História
ResponsávelCristina Scheibe Wolff
TrabalhoLaboratório de Estudos de Gênero e História
ÁreaEducação
TipoPainel
Autor(es)Janine Gomes da Silva - Autor(a)
Cristina Scheibe Wolff - Co-autor(a)
Jaqueline A Martins Zarbato Schmitt - Co-autor(a)
Morgani Guzzo - Co-autor(a)
Luisa Chiele Silva - Colaborador(a)
Veronika Leyes Decker - Colaborador(a)
Marina Garcia Ourique - Colaborador(a)
DescriçãoDescreve as atividades e acervo do LEGH.
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EstandeViolências de gênero e cidadania digital - Laboratório de Estudos de Gênero e História
ResponsávelCristina Scheibe Wolff
TrabalhoLelê e as ameaças do Metaverso
ÁreaDireitos Humanos
TipoOutro
Autor(es)Cristina Scheibe Wolff - Autor(a)
Elaine Schmitt - Co-autor(a)
Amanaci Guilardi Matos - Colaborador(a)
Ana Luiza Soares Zanetti - Colaborador(a)
Ana Clara da Silva Peres - Colaborador(a)
Marina Garcia Ourique - Colaborador(a)
Luisa Chiele Silva - Colaborador(a)
Ailê Vieira Gonçalves - Colaborador(a)
Letícia Borges de Assis - Colaborador(a)
DescriçãoO projeto “Internet segura com perspectiva crítica de gênero”, sob a orientação da Profa. Dra. Cristina Scheibe Wolff e co-coordenado pela pesquisadora Elaine Schmitt, dentro do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) da UFSC, financiado pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina), buscou fomentar o pensamento crítico sobre o uso da internet e um ambiente digital mais inclusivo e seguro. Dessa forma, em parceria com a organização não governamental Prototipando a Quebrada (PAQ) o LEGH desenvolveu o jogo “Lelê e as ameaças no metaverso”. Construído colaborativamente unindo vivências autênticas e saberes acadêmicos, trazendo uma experiência interativa e educativa, o jogo online gratuito tem como objetivo incentivar a reflexão sobre a violência de gênero no ambiente digital e fora dele. Promovendo, assim, novas formas de convivência pautadas na empatia, na diversidade e na justiça social. O jogo é uma ferramenta lúdica e educativa, onde Lelê, uma protagonista não binária, entra no metaverso (inspirado nas redes sociais, como Tiktek, que tem muita poluição visual e retrata como as pessoas estão cada vez mais ansiosas por entretenimento rápido e o Turiter, mostrando a divisão entre azul e vermelho em debates) aprendendo a enfrentar violências de gênero como misoginia, racismo, LGBTQIA+fobia, capacitismo, desenvolvendo assim senso crítico, para desconstruir estereótipos e preconceitos enraizados. Sendo assim, um dos focos do jogo didático (Lelê e as Ameaças no Metaverso) é também mobilizar a população em torno de temas como Ciência e Tecnologia, valorizando a socialização da ciência e a inovação. Pensando no tema “Planeta Água: Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu território”, podemos relacionar o metaverso também como um “território”, e nesse sentido, o jogo é uma estratégia para construir um “território digital” seguro e inclusivo, mostrando uma reflexão sobre as formas de convivência social, visando a diversidade, acolhimento, democracia, na construção de uma sociedade mais justa e equitativa para todes. A metodologia da proposta pretende estruturar um estande que contenha um espaço de “mini-game experience”, das 9h às 19h nos dias 21 a 23 de out. de 2025, permitindo que as pessoas que circulam na Sepex possam jogar através de Computadores/Tablets o jogo que está disponível para acesso online. Durante as gameplays os monitores estarão disponíveis para auxiliar e guiar os jogadores, apresentando como “Paquitos” (“Paquito” é o assistente virtual que auxilia Lelê no jogo) as possibilidades de “ações de combate”, como: “xingar”, “ironia”, “respirar” e “ignorar” contra os “Trolls”. As ações foram baseadas na “Cartilha Educativa sobre Violência Digital de Gênero”, também disponível no site Internet Legh.
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Estande“Tu reconheces a fala do manezinho?”
ResponsávelIsabel de Oliveira e Silva Monguilhott
TrabalhoESTUDO DA MUDANÇA LINGUÍSTICA EM TEMPO REAL: AMPLIAÇÃO DO BANCO DE DADOS DE FALA DO PROJETO VARSUL
ÁreaComunicação
TipoPainel
Autor(es)Isabel de Oliveira e Silva Monguilhott - Autor(a)
DescriçãoO projeto de pesquisa Estudo da mudança linguística em tempo real: ampliação do Banco de Dados de Fala do Projeto VARSUL tem como principal objetivo a ampliação da Amostra Base VARSUL das capitais da Região Sul do país – Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba – constituída nos anos 1990 do século XX, com o intuito de realizar estudos de mudança em tempo real. A proposta abrange dois tipos de estudos: de painel e de tendência. No primeiro caso, pretende-se obter regravações com os mesmos informantes da Amostra Base das capitais, visando a verificar o comportamento linguístico desses indivíduos. No segundo caso, pretende-se proceder à constituição de uma nova amostra de fala das capitais, de acordo com os mesmos parâmetros estratificados da Amostra Base: etnia/colonização, sexo, faixa etária e escolaridade, visando a verificar o comportamento linguístico da comunidade. A fim de garantir a comparabilidade das amostras de fala, todas as entrevistas obedecerão aos procedimentos utilizados na constituição da Amostra Base, os quais se fundamentam na metodologia da sociolinguística variacionista (conforme Weinreich, Labov e Herzog (1968), Labov 1994, 2008 [1972]). As principais contribuições científicas e tecnológicas deste projeto de pesquisa que considera, sobretudo, a fala de comunidades urbanas, podem ser organizadas em duas grandes frentes: uma relacionada à ampliação da amostra do banco de dados VARSUL, seguida de armazenamento, transcrição e disponibilização das entrevistas, e outra relacionada à descrição e análise de fenômenos linguísticos em variação e/ou mudança, com base em estudos de painel e de tendência. Além da produção de conhecimento científico, ressaltamos a contribuição social deste projeto na formação de novos pesquisadores na área de Linguística, dando continuidade ao trabalho realizado pelo Projeto VARSUL nos últimos trinta anos.
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CATALOGAÇÃO NA FONTE PELA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

 

Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão(22. : 2025 :
Florianópolis/SC

    Anais [Recurso eletrônico] / 22. Semana de
Ensino, Pesquisa e Extensão, SEPEX. -
Florianópolis : UFSC : 2025.

1. Ensino Superior. 2. Extensão universitária -
Avaliação.
I. Universidade Federal de Santa Catarina. II.
SEPEX. VII. Título.


CDU:  

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