| Anais da 22ª SEPEX 2025 - 2025-10-20 a 2025-10-24 |
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| Estande | Violências de gênero e cidadania digital - Laboratório de Estudos de Gênero e História | | Responsável | Cristina Scheibe Wolff | | Trabalho | Lelê e as ameaças do Metaverso | | Área | Direitos Humanos | | Tipo | Outro | | Autor(es) | Cristina Scheibe Wolff - Autor(a) Elaine Schmitt - Co-autor(a) Amanaci Guilardi Matos - Colaborador(a) Ana Luiza Soares Zanetti - Colaborador(a) Ana Clara da Silva Peres - Colaborador(a) Marina Garcia Ourique - Colaborador(a) Luisa Chiele Silva - Colaborador(a) Ailê Vieira Gonçalves - Colaborador(a) Letícia Borges de Assis - Colaborador(a) | | Descrição | O projeto “Internet segura com perspectiva crítica de gênero”, sob a orientação da Profa. Dra. Cristina Scheibe Wolff e co-coordenado pela pesquisadora Elaine Schmitt, dentro do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) da UFSC, financiado pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina), buscou fomentar o pensamento crítico sobre o uso da internet e um ambiente digital mais inclusivo e seguro. Dessa forma, em parceria com a organização não governamental Prototipando a Quebrada (PAQ) o LEGH desenvolveu o jogo “Lelê e as ameaças no metaverso”. Construído colaborativamente unindo vivências autênticas e saberes acadêmicos, trazendo uma experiência interativa e educativa, o jogo online gratuito tem como objetivo incentivar a reflexão sobre a violência de gênero no ambiente digital e fora dele. Promovendo, assim, novas formas de convivência pautadas na empatia, na diversidade e na justiça social.
O jogo é uma ferramenta lúdica e educativa, onde Lelê, uma protagonista não binária, entra no metaverso (inspirado nas redes sociais, como Tiktek, que tem muita poluição visual e retrata como as pessoas estão cada vez mais ansiosas por entretenimento rápido e o Turiter, mostrando a divisão entre azul e vermelho em debates) aprendendo a enfrentar violências de gênero como misoginia, racismo, LGBTQIA+fobia, capacitismo, desenvolvendo assim senso crítico, para desconstruir estereótipos e preconceitos enraizados.
Sendo assim, um dos focos do jogo didático (Lelê e as Ameaças no Metaverso) é também mobilizar a população em torno de temas como Ciência e Tecnologia, valorizando a socialização da ciência e a inovação. Pensando no tema “Planeta Água: Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu território”, podemos relacionar o metaverso também como um “território”, e nesse sentido, o jogo é uma estratégia para construir um “território digital” seguro e inclusivo, mostrando uma reflexão sobre as formas de convivência social, visando a diversidade, acolhimento, democracia, na construção de uma sociedade mais justa e equitativa para todes.
A metodologia da proposta pretende estruturar um estande que contenha um espaço de “mini-game experience”, das 9h às 19h nos dias 21 a 23 de out. de 2025, permitindo que as pessoas que circulam na Sepex possam jogar através de Computadores/Tablets o jogo que está disponível para acesso online. Durante as gameplays os monitores estarão disponíveis para auxiliar e guiar os jogadores, apresentando como “Paquitos” (“Paquito” é o assistente virtual que auxilia Lelê no jogo) as possibilidades de “ações de combate”, como: “xingar”, “ironia”, “respirar” e “ignorar” contra os “Trolls”. As ações foram baseadas na “Cartilha Educativa sobre Violência Digital de Gênero”, também disponível no site Internet Legh.
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